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sábado, 8 de maio de 2010

COMO PRENDER A ATENÇÃO DAQUELES QUE NOS OUVEM

                                                        HOMILÉTICA
                                                     Texto II Tem. 2.15
INTRODUÇÃO
Há alguns anos quando aceitei a Jesus como meu Salvador, logo tive aquela vontade de pregar o evangelho, porém, sem saber como, comecei a anunciar a Cristo Jesus as pessoas. Mas, faltavam técnicas, ou seja, a formula de como se portar diante do povo, e em si, conhecer a ciência de como devemos falar e ser ouvido pelas pessoas. Da Homilética da qual hoje ministro aulas nos seminários teológicos, quero expor de forma sintetizada a sua importância no contexto ministerial, ou melhor, todos aqueles que usam o púlpito de suas Igrejas devem a priori saber dominar as técnicas da retórica. Portanto, vejamos alguns pontos que escrevemos, ou melhor, destarte, você conhererá ou terá uma visão mais ampla dessa ciência tão relevante na vida do pregador do evangelho, e de quem se comunica com o publico em geral. 

I-A HOMILÉTICA
A palavra “homilética” teve a sua origem na Grécia, quando os gregos sofistas articulavam as palavras de forma política, ou seja, dando-se a entender que o povo devia ouvir seus sermões em forma de discursos. Então daí, surgiu a origem do “Discurso” de onde por sua vez originou-se a palavra “homília” que significa conversa.
Podemos dizer que a palavra homilética, no seu sentido lato é a “Arte de Pregar o Evangelho”, ou seja, a maneira de se fazer sermões. No sentido evangélico, o pregador pode até não conhecer essa ciência, mas usa-a de forma inconsciente, ou seja, não sabendo as suas técnicas. Como por exemplo: Quando nas igrejas ou qualquer trabalho de caráter evangélico alguns irmãos pregam, mas suas pregações no sentido homilético tem seu caráter explicito na sua forma de pregar.

II-AS PESSOAS NOS OUVEM QUANDO:
1-Sabem que dominamos aquilo que pretendemos expor como verdades espirituais, ou seja, elas estão ávidas a nos ouvir porque precisam de algo sobrenatural da parte de Deus pra suas vidas.
2-Sabem que, o que estamos falando são verdades incontestáveis, ou melhor, que tudo vem da parte de Deus, pois é o Senhor usando o vaso (homem) como canal de bênçãos às suas vidas.
3-Sabem que, Deus pode mudar as suas vidas para algo melhor, pois estão cansadas, com problemas diversos, então, esperam que o pregador seja aquele que o Senhor usará para lhes proporcionar tudo o que esperam de Deus.
Ora, sabendo disso, o pregador jamais poderá abrir mãos daquilo que Deus exige de seus mensageiros. Ou seja, que todos nós fomos chamados para pregar as virtudes Daquele que nos chamou das trevas à sua maravilhosa Luz. Então, dessa forma é preciso que você conheça as técnicas da homilética, ou seja, então expor a mensagem do evangelho de forma consistente.

III-OS TIPOS DE SERMÕES
Sendo amplo o assunto que o pregador deve tomar como base ao seu ministério, é preciso que ele tome conhecimento dos tipos de sermões, ou seja, neste aspecto poderá se identificar com cada um deles. Por mais que saibamos ou conhecemos os tipos de sermões, mesmo assim, é preciso que se diga que cada sermão tem a sua particularidade.
Numa visão teológica, Deve o pregador conhecer bem cada tipo de sermão, pois neste sentido poderá se utilizar de cada um em cada ocasião. Ou seja, existem o sermão textual, o sermão temático e o sermão expositivo.
a- Sermão Textual. Este sermão é o tipo de como o pregador deve se inteirar de todos os aspectos do texto, ou seja, ele requer do pregador um conhecimento profundo do texto que ora é discorrido na mensagem. Ou melhor, é muito parecido com o sermão expositivo.
b- Sermão Temático. Este tipo de sermão é tirado de um texto completo, de uma palavra, ou de acordo com a visão teológica e Bíblica do pregador. Ou seja, quando o pregador é conhecedor profundo da Bíblia logo terá sucesso, pois neste tipo de sermão você pode classificá-lo em três tópicos com pelo menos três subtópicos.
c- E o sermão expositivo. Esse tipo de sermão requer de forma profunda um conhecimento dos fatos narrados, ou seja, se o pregador não conhece bem a história, os exemplos dos fatos, com certeza será uma canseira sem necessidade disso. Ou seja, é aconselhável que neste tipo de sermão o pregador seja um exímio pesquisador de fatos Bíblicos e históricos. Por exemplo: as parábolas, a história da briga de Davi com o gigante Golias etc. No sermão expositivo há ocasião quando o pregador tem pouco tempo e domina o assunto, pois do contrário, será até mesmo incompreendido neste particular. Não é regra, mas a maioria dos pregadores pentecostais não pregam esse tipo de sermão, enquanto que os batistas, presbiterianos e outros gostam desse tipo sermão.
V- O PREGADOR USANDO O PÚLPITO
Ressalto que, nem todo mundo nasceu pra ser um pregador, embora que, todos podem falar de Jesus porque se trata de uma missão universal à Igreja. Mas, se tratando especificamente de um pregador, digo que o lugar melhor de se falar de Jesus é onde existem pessoas ávidas a ouvirem o que Deus quer falar aos seus corações.
Neste aspecto, jamais o pregador pode escolher o lugar para pregar, pois Jesus fora o Maior de todos os pregadores, e por isso aonde chegava usava os meios como; a proa de um barco, o cume de uma montanha para pregar e também nas sinagogas quando assim ia servir ao Pai. Não existe lugar mais importante neste mundo do que “Um Púlpito”, digo assim porque é neste lugar que os anjos até queriam vir, mas a eles não fora dado à oportunidade, porém, somente aos homens. Ou seja, Deus se utilizou de todos os meios para que a mensagem de salvação, edificação fossem anunciadas pelo homem redimido pelo sangue de seu Filho Cristo Jesus.
Portanto, afirmo com muita propriedade que é o lugar mais sagrado na face da terra, ou melhor, onde Deus usa a nossa vida para restaurar corações. Existem alguns que não tomam isso como sagrado, ou seja, acham que podem falar o que pensam sem dá conta que estão no lugar de Deus, e no nome de Deus.

VI- O PREGADOR ELABORANDO O SERMÃO
Ao elaborar um sermão, você deve ter em mãos a Bíblia, alguns comentários Bíblicos, concordância, Dicionário Bíblico e também de língua Portuguesa. De preferência subsídios que trarão algo a mais no seu sermão, ou seja, sem nunca se esquecer da Bíblia, pois os livros são ótimas fontes de consultas, mas não podem substituir a Palavra de Jesus Cristo.
Lembro que um determinado estudante ou obreiro estava convidado a ministrar uma palavra numa certa ocasião, e parou para preparar o sermão e pegou uma pilha de livros, porém, quando se deu conta estava sem a Bíblia. Jamais devemos nos comportar dessa forma, porém, se vamos falar de Deus e de sua salvação, com certeza é de Cristo que podemos estar cheios.
Embora que na elaboração do sermão há alguns fatores que contribuem para a sua origem, ou melhor, quando recebemos de Deus a luz para a sua realização. Digo que o sermão nasce quando pensamos em pregar a Cristo. Portanto, você nunca deve esquecer-se de algo, pois o sermão nasce de joelho, ou seja, pela oração onde Deus abre o seu seleiro e nos revela aquilo que está em oculto. O sermão cheio de fogo do alto tem a diferença de um sermão mecânico, ou seja, aquilo sem graça. Embora que alguns pregadores não param para analisar isto, e pensam que por serem acostumados a pregar não precisem por o sermão no fogo de Deus, digo que se escrevem sermões, somente Deus é quem dá a graça a você meu querido leitor, ou melhor, não esqueça isso.

VII- O PREGADOR DEVE BUSCAR A CULTURA
Não é fácil se viver hoje em dia, pois as coisas andam muito rápidas, e jamais um homem de Deus pode se esquivar dos fatos que lhe competes. Neste sentido precisa buscar o conhecimento em todos os aspectos, pois um pregador pobre de cultura pode até ser espiritual, mas isto não lhe dá o direito de se acomodar. Então, deve ter cultura teológica e também secular, pois há na Bíblia homens que Deus usou de forma maravilhosa, eram homens do campo como “Amós que era vaqueiro”, na época de Cristo, Ele chamou alguns que eram pescadores, mas no contexto de seu ministério havia outros que era médico, funcionários públicos e etc.
Quando falamos que o pregador deve ter cultura, não estamos dizendo que só pode ser pregador quem tem cultura, mas que ele deve se puder ir a busca da mesma, primeiro a Bíblica e depois as outras fontes de consultas. Um pregador cheio de Deus, e de cultura Bíblica é uma benção nas mãos de Cristo, pois só quem ganha com isto é àqueles que terão a oportunidade de lhe ouvir. Ouvir um pregador vazio de cultura Bíblica é lamentável, e sem cultura nenhuma pior ainda, pois seus sermões são vazios e não trazem conteúdo aos ouvintes.
Portanto, seja um exímio estudante da Bíblia, pois fazendo assim você será abençoado por Deus quando estiveres pregando. Você não vai perder quando fores à busca daquilo que o Senhor nos quer revelar, esses são alguns conselhos que ora, encontramos na Bíblia, o seja, o que Paulo disse ao jovem obreiro Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade”- II Tim 2.15. Manejar bem é conhecer os caminhos certos, a definição etimológico é cortar em linha reta algo, assim é usar a Palavra de Deus quando estamos estudando para pregar ou mesmo ensinar.
VIII- O PREGADOR E A SUA POSTURA
Infelizmente alguns se achando no direito de pregar usam dessa oportunidade para se comportar de forma que trás prejuízos à Igreja. Ou seja, não tem ética e nem postura de homem de Deus, pois suas atitudes são impensadas e jamais devem ser apreciada por aqueles que primam pelos bons costumes. Alguns agem dessa forma porque nunca aprenderam a ser servos, e jamais deveriam se comportar assim. Mas, um pregador que conhece a ética cristã deve ser um exemplo à Igreja, ou melhor, sabe chegar e sair e Deus é glorificado por sua postura como um homem do Senhor. Vejamos alguns pontos importantes:
a-Seja breve numa saudação, ou seja, se for convidado para pregar, então, você terá de 45 a 50 minutos.
b-Quando estiver pregando não olhe pra cima, e nem feche os olhos, ou seja, olhe numa direção geral para o público.
c-Sempre se apresente bem vestido, pois isso faz parte da etiqueta, ou melhor, sapatos, cabelos, e barbas feitos.
d-Seja ético, pois neste aspecto é o que precisamos fazer e ser para então cumprirmos a vontade de Deus em nossa vida. Precisamos saber que a melhor e mais sublime missão que o homem pode executar aqui na terra é ser um pregador do evangelho de Cristo. Pois, é preciso que você tenha isso como fator primordial, ou seja, aquilo que os anjos desejavam fazer fora outorgado ao homem chamado por Deus.
Sendo a matéria muito extensa, não é preciso expor tudo aqui, pois esta síntese é só pra lembrar a você o que realmente o pregador precisa se inteirar dessa ciência que faz parte de Escolas Teológicas, e Faculdades como matéria de suma importância aqueles que querem se aperfeiçoar na comunicação. Como arte deve a princípio ser levada a sério no que tange a anunciação do evangelho de Jesus Cristo, ou seja, se o pregador conhece bem a Bíblia, mas despreza a arte de falar em público, com certeza ele não comunicará bem as verdades do evangelho de Cristo. Portanto, lembremo-nos do que disse Paulo a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como Obreiro (pregador, ensinador) aprovado que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade” – II Tim. 2.15.
Manejar bem no que Paulo disse a Timóteo é na verdade “Cortar em linha Reta”, ou seja, em outras palavras o pregador deve conhecer bem dos assuntos que vai falar na ocasião. Dessa forma, o povo será atraído e interessado a ouvi-lo.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

sábado, 1 de maio de 2010

FALTAM PREGADORES NO SÉCULO XXI?

Introdução.
Há algo incomum acontecendo entre os evangélicos, pois bem, alguns estão preocupados e até mesmo questionando a razão porque não se ver mais pregadores como antigamente. É uma preocupação até um pouco fora da realidade daquilo que a Bíblia nos ensina, ou seja, parece que não se dão mais a devida importância a Palavra de Deus.
Perguntamos a seguinte razão, por que haveríamos de nos preocupar quanto a isto, ou seja, será que O Senhor não cuida de sua Obra, ou já não existe mais a fé que muda qualquer conceito? Quero de uma forma precisa discorrer sobre este tema tão importante a aqueles que estão comprometidos com a grande obra de Cristo.

I- PREGADORES DO PASSADO
Se olharmos o passado veremos que naqueles dias houve grandes homens de Deus que ficaram nas páginas da história. Ou melhor, são os exemplos que, a princípio, escreveram-na de forma que glorificamos o nome de Jesus como: Matinho Lutero, Savanarola, John Wesley, e outros. Antes deles existiram outros como, os apóstolos, o próprio Cristo, João Batista (O precursor de Jesus Cristo), Paulo, Pedro, Estevão, etc. Homens dos quais o mundo em parte, não era digno porque através deles é que o evangelho tem a sua força espiritual, pois a semente foi e será semeada até o dia da vinda do Senhor.
É óbvio que, em nosso país há grandes pregadores e ensinadores do evangelho, pois são devidamente comprometidos de forma que o nome de Deus sempre é exaltado por suas vidas. Ou seja, neste aspecto não podemos achar que a Igreja está desamparada, mas valorizar os pregadores comprometidos com a causa de Cristo é o fator prioritário neste século XXI.
É de ficarmos pensando que, antes quando nós íamos a Igreja já pensávamos de como Deus usaria o pregador ou pregadores nos congressos, cultos ou escolas Bíblicas. Todavia, eram mensagens extraídas de forma que Deus usava aqueles que se dobravam diante do Senhor para então edificar a Igreja com a mensagem do evangelho. Ressalto que, aquele que é chamado por Deus para ser mensageiro do reino, jamais deve pensar que ele é o centro das atenções, infelizmente, o estrelismo tem tomado conta da vida de alguns pregadores. Pois, eles se acham superiores a todo mundo, e ainda assim, pensam que só eles têm mensagens para a Igreja.

II-O ESTIGMA DOS MAUS PREGADORES
Depois de anos que a Igreja vive, e com seus avivamentos, ela pôde compreender o que significa a Obra de Cristo no seu contexto cristão. Porém, ela nunca perdeu o seu valor, pois o dono dela é Deus, e que sempre cuidará da melhor maneira possível. Mas, ultimamente têm surgidos homens se dizendo que são pregadores, e quando se ver são animadores de púlpitos. Que não pregam a verdadeira e Infalível Palavra de Cristo, ou seja, são os pregadores do oba a oba, e sem contar que são os verdadeiros mercenários que arrancam a lã das ovelhas.
Os tais pregam tudo aquilo o que o povo quer ouvir, mas não têm coragem de falar que o homem precisa de Deus, e que pra se aproximar do Senhor precisa deixar tudo o que não agrada lhe. E os tais pregadores, que são verdadeiros animadores de platéia, ainda dão uma de esperto, pois aonde chegam deixam suas marcas sem precedentes, e os pastores com grandes problemas para resolverem. Então se pergunta, porque ninguém freia os tais pregadores, ou melhor, os mercenários, porque eles manipulam a todos, pois pastores que antes eram conservadores hoje perderam a autoridade como líderes do povo de Deus.
Ressaltamos que, ainda existem homens de Deus que são devidamente comprometidos com as verdades do evangelho do Senhor, mas os tais não têem espaço para então ministrar a Palavra de Deus. Quem vale mais são aqueles que aparecem na Televisão, ou mesmo tem uma agenda lotada, e se alguém encontrar lugar na sua agenda do contrário, jamais você contará com ele no evento de sua Igreja. A culpa em parte é nossa, porque aceitamos que tudo isto ocorra sem que alguém barre os tais. Na verdade alguns pastores, não são todos, pois toda regra tem exceções, só convidam esses pregadores atuais porque eles dão IBOP às suas Igrejas, e na verdade estão mais interessados no montante de dinheiro que irá levantar. E no final, se alguém espremer a laranja não sairá suco. É a questão dos denominados cultos da “Benção, da Libertação, da renovação, dos sete dias etc”, mas quando se convida as pessoas para aceitarem a Cristo, ficam na mesma situação.
Não estamos aqui dizendo que não concordamos que a Igreja não deve convidar alguns homens de Deus a pregar numa festividade, e sim, que convidemos todos aqueles que são comprometidos com as verdades de Cristo Jesus. Digo que, se Jesus chegasse a certas reuniões denominadas de evangélicas, com certeza reprovaria as atitudes desses pregadores e pastores que estão mais interessados em fazerem fortunas do que pregar o santa e Infalível Palavra de Deus.
Quando o Maior Pregador de todos os tempos pregava, a multidão sempre estava ao seu lado, mas a situação era outra, ou seja, o povo acreditava no que Jesus poderia fazer por suas vidas. Ou seja, Ele sendo o Deus Todo poderoso e que poderia fazer a diferença, e tinha condições suficientes de ajudar os oprimidos, curá-los, libertá-los, etc (Luc. 4.18-20).

III-O QUE ELES PREGAM
Falam mais de si, de suas viagens, ou seja, quantas vezes viajaram de avião só para impressionar a multidão, ou melhor, pra o povo pensar que são requisitados. Não oram, não consagram suas vidas para então ministrar a Palavra de Deus, e sem contar os escândalos que deixam para trás de grandes repercussões. Talvez você esteja se perguntando; porque tais críticas, pois lhes responderei dizendo que, não estamos julgando, porém, os atos desses tais pregadores denunciam quem são eles na seara do povo do Senhor.
Não podemos ficar refém desses pseudos pregadores que não pregam nada e ainda enganam os incautos na fé. Na verdade não podemos cruzar os braços e acharmos que tudo pode ficar como estar. Creio que ainda existem pregadores sérios, homens que ao subirem nos púlpitos de suas Igrejas falam o que Deus quer que falem. Ou melhor, pregam e ensinam tudo o que Deus exige de seus profetas, que é a marca registrada daqueles que são devidamente comprometidos com a causa do Mestre Jesus Cristo. Lembrando que, ouvir muitas vezes do pastor Valdir Nunes Bícego (In-memoria), do qual fui seu discípulo em suas preleções por diversas vezes, que “nem todo o barulho Deus estar presente”. Na verdade hoje em dia vale mais quem aparece, ou arrasta multidão, mas aqueles que são seus seguidores são como árvores que não tem raízes, e nem tem certeza daquilo que Deus fez por suas vidas. Ou melhor, seguem o homem ao invés de seguirem a Cristo. Os tais no final de semana estão correndo atrás desses pseudos pregadores, na segunda-feira estão arrazados ou sem forças para seguirem no dia a dia.

IV-PREGADORES QUE IMITAM A CRISTO
Desde os meus primeiros dias de fé, mesmo convivendo numa pacata cidade do Estado de Alagoas há alguns anos atrás, pude ter o prazer de ouvir alguns homens de Deus que ao subirem nos púlpito, faziam a diferença. Eram comprometidos com as verdades de Deus, e oravam muito, pois ao abrir suas Bíblias sentíamos a Unção e a Graça imensurável de Deus em nossas vidas.
Destarte, hoje não é diferente, pois ainda existem homens de Deus devidamente comprometidos com Deus e a sua Palavra, mas no decurso de alguns tempos pra cá, coisas estranhas acontecem na ceara do povo do Senhor.
Pois, já não se ouve os pregadores que falam o que a Bíblia diz, ou seja, alguns pra agradar a multidão preferem se omitir a falar as verdades, pois o que vale é levar o povo como eles querem. Mas, quando olhamos nos conceitos da Bíblia, jamais podemos concordar com aqueles que falam o que querem, menos o que o Senhor quer que falemos (Jr. 23.28-29 e 30).
Digo que, a Igreja precisa de pregadores e não de estrelas, de homens que sejam verdadeiros, e não de animadores de cultos e Igrejas. Daqueles que quando abrem suas bocas a mensagem faz efeitos na vida daqueles que precisam ser edificados pela Palavra de Deus – Heb 4.12.
Imitar a Cristo é ser e falar igual a Cristo, ou seja, não ser omissos em palavras e ações, mas verdadeiros naquilo que o Senhor exige de cada serve seu – Ez 2.1-6.
Nada justifica que a Igreja deva ficar refém de um sistema de homens, ou seja, enquanto houver a idéia de um centralismo ministerial veremos coisas absurdas. Todavia, na Igreja Deus não tem privilegiados com exceções, pois todos somos iguais, e pregadores chamados e vocacionados por sua excelência, mas infelizmente alguns criaram um sistema que passam a impressão de que só a eles é quem Deus deu o direito de serem pregadores e ensinadores. Portanto, não estamos em crise de pregadores e nem de ensinadores, na verdade é que muitos estão calados porque não tem espaço para expor aquilo que Deus deu a eles, e dessa forma a obra do Senhor perde. Se você é pregador ou ensinador, não desista, pois tão somente faça o que foi posto em suas mãos, todavia, naquele dia receberemos tudo e sem faltar nada das Mãos Daquele que com Justiça recompensará os fiéis – “Eis que cedo venho, e o meu galardão está Comigo para dá a cada um (servo) segundo a sua obra (serviço)”...

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sábado, 24 de abril de 2010

O VERDADEIRO CULTO A DEUS

Textos: Rom 12.1-3; Jo 4.24
Introdução
Nunca se prestou tantos tipos ou formas de cultos a uma divindade como atualmente. Ou seja, o homem por ser um ser que sempre estar em busca de Deus, acha pra si conceitos ou como se adorar a divindade. E pensando nisto, alguns espertos, tendem a fazer com que as pessoas prestem o seu culto de forma completamente divorciada do que realmente encontramos na Bíblia.
Em primeiro lugar, é preciso antes de tudo saber o que estamos adorando, pois muitos dizem que estão ou mesmo adoram a Deus. Mas, suas formas de como adorar estão completamente fora do que diz a Bíblia.

I- O QUE NÃO É ADORAÇÃO
Adoração é muito diferente de como alguns cristãos dizem que adoram, ou melhor, ir Igreja é uma forma de você ter o objetivo à adoração, mas em si não se caracteriza a adoração propriamente dita. Ter anos de cristão, andar com a Bíblia debaixo do braço, fazer visitas etc, são sinais de um verdadeiro adorador, mas ainda não é adoração. Então, dessa forma podemos dizer que, alguns estão dentro de seus templos enclausurados convencidos, e não conscientes do que significa a verdadeira adoração a Deus.
Em primeiro lugar, desde os primórdios, o homem que fora criado a imagem e semelhança de Deus, esse sempre teve o desejo de ir ao encontro do Divino. E não existia outra forma se não o desejo impetrado dentro de cada adorador, ou seja, o Salmista Davi expressou isto quando disse: “Como o Cervo brava (clama) pelas correntes de águas tranqüilas, assim, suspira a minha por Ti ó Deus” – Sal 42.1-2.
A primeira coisa que o adorador deve se desprender de qualquer fator que não converge com o sentido da adoração, ou do culto ao Divino, ou melhor, ninguém pode dizer que adora quando: fica pensando em casa, na família, nos problemas, e quanto deve ganhar, ou mesmo conversando. A adoração é algo sublime quando assim levamos a sério o seu sentido, pois hoje em dia muitos dizem que estão adorando, mas suas práticas não conduzem com a verdade. Adorar também não significa estar condicionado a um sistema religioso, ou mesmo a uma determinada religião, ou Igreja, pois se alguém pensa assim, desconhece por completo o que diz a Bíblia sobre o assunto.

II-NÃO EXISTE LUGAR DEFINITIVO PARA SE ADORAR
Neste tópico, quero dizer que todo o lugar é certo para se adorar a Deus, neste sentido universalmente falando o Senhor não tem privilegiados à adoração a Sua Pessoa. Com isto cai por terra a teoria de alguns que, sem conhecer o sentido do serviço cristão, bitolam aqueles que sem saber se sujeitam a seus caprichos religiosos. E Jesus Cristo quando se encontrou com a Mulher de Samaria, ou a Samaritana no poço de Jacó ensinou o verdadeiro sentido de como devemos adorar a Deus. Dessa forma, quebrando o paradigma religioso que havia naquela região, quando de forma precisa respondeu a mulher que “Nem nesse monte, e nem em Jerusalém, adorareis o Pai (Deus). Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas, a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito em verdade” – Jo 4.20-24.
Todos aqueles que fazem questão de falar mais de seus templos, de suas denominações, e da forma como se procedem, talvez se atentassem para a Bíblia errariam menos. Ou seja, não é de hoje que há uma tremenda disputa por membros nas Igrejas e denominações, ou seja, há um mercantilismo evangélico religioso, ou seja, vence quem faz a melhor promoção religiosa ou quem der o maior grito, ora é tudo, menos a verdadeira adoração.
É a questão desses que pensam pouco, pois eles falam alto dizendo que a sua Igreja é a certa, e que as demais não passam de primos, do caminho, mas ainda estão fora. Portanto, todos aqueles que tem consciência do que significa realmente o sentido do “Servir a Deus”, não compactua com tais coisas, pois Cristo já derrubou a barreira de separação que havia entre Deus e o homem.
Diante da resposta precisa de Cristo a mulher de Samaria, fica entendido que, o verdadeiro lugar aonde se deve adorar é quando alguém se dispõe se dobrar diante do Senhor e buscá-lo de todo o coração. Embora que, entendemos que, os templos são os lugares que foram consagrados ao Senhor onde os cristãos servem a Deus com a sua vida de devoção espiritual.

III-O VERDADEIRO CULTO A DEUS
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito em verdade” – Jo 4.20-24.
Sendo o homem o centro de toda a atenção de Deus, é dele e por ele que se procede a forma de adoração, ou seja, esteja onde estiver. Sendo Deus transcendente e imanente, em qualquer lugar neste mundo podemos prestar o nosso culto proveniente da adoração ao Senhor. Todavia, há conceitos dentro da Bíblia que não podemos deixar de crer, pois a adoração só pode partir da criatura ao Criador. E foi nesta intenção que Deus criou o homem, ou melhor, para que o mesmo pudesse ter a capacidade de lhe prestar culto e adoração.
Ressalto que, todos aqueles que fazem questão de dá mais importância a seu sistema religioso esquecendo-se de seu fundamento principal, perde por desconhecer o sentido de servir a Deus. Ou melhor, não são poucos que dizem que servem a Deus, mas quando descobre que o seu irmão próximo não é de sua religião logo o discrimina, pensando os tais que possuem poderes para manipular Deus a seu bel prazer. Digo que, Deus sendo Um Ser Suficientemente Perfeito, não está sujeito aos caprichos de homens, e não coaduna com sistema onde alguns acham que podem manipulá-LO.
Há na Bíblia um exemplo a ser seguido por aqueles que compreendem o que significa o “verdadeiro culto a Deus”, pois quando Salomão terminou o Templo que fez para a adoração ao Deus dos Céus logo expressou o seu sentimento de adoração, então, Deus aparece a Salomão diz. “E se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha Face e se converter dos seus maus caminhos, então Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar. Porque agora escolhi, e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente, e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias” – II Cr. 7.14-16. Então, dessa forma podemos entender que, Deus pode estar onde há alguém com o coração puro para buscá-lO e adorá-LO em espírito e em verdade, e em qualquer lugar desde que seja propício a essa finalidade. E para aqueles que ainda estão como os judeus praticantes das leis rabínicas, o templo, ou Igreja, fora feito pra o homem prestar culto, pois é nele que o homem pode ter e sentir o seu encontro com o Senhor. Vejamos o que disse Paulo: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens. E nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas” – At. 17.24-25.
Portanto, dessa forma, podemos ter a consciência que o Deus verdadeiro pode habitar e receber a adoração daqueles que o buscam com um coração perfeito, ou seja, em reverência a sua Pessoa. Pois o culto verdadeiro ao Senhor deve partir daquele adorador que o adora com raciocínio, ou seja, com inteligência e em verdadeiro sentimento de amor ao Deus dos Céus – Rom. 12.1-2.

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

A CHAVE DADA A PEDRO

Texto: Mat. 16.19.

Introdução
No decorrer dos tempos há muitas questões entre os Teólogos, ou seja, da posição de Pedro com relação a autoridade dele em relação a Igreja. Ou melhor, a questão é da interpretação fora dos fundamentos de uma Teologia Ortodoxa, pois ao invés de se aceitar o que a Bíblia diz e como diz, eles fazem confusões. E desde épocas passadas, a Igreja Católica se acha no direito de defender a questão em análise, ou melhor, que Pedro é o fundador da Igreja, e com isto, negando que Cristo foi e é o seu fundador ou fundamento.

I- QUEM DIZ A VERDADE
A Bíblia é maior autoridade na questão dessa interpretação, pois, quem visa aceitar o que ela diz com certeza prima pelos conceitos Bíblicos ortodoxos. Não podemos ir contra as sagradas escrituras, pois neste aspecto, seriamos incoerentes quanto à falsa interpretação da Igreja católica apostólica Romana.
“Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do reino dos céus: o que ligares na terra terá sido ligado nos céus; e o que desligares na terra, terá sido desligado nos céus” – Mt. 16.18-19.
Nestes textos que ora, estão escritos, são claras as Palavras do próprio Cristo quando de forma incisiva fala que Ele (Cristo) é o “Fundamento – o Criador da Igreja”. Pois neste sentido de sua afirmação de forma imediata há o que podemos dizer que houve um trocadilho de palavras, ou seja, “tu és Pedro” (do Gr. Petros) que por sua vez significa fagulhas ou fraguimentos de pedras. E sobre está Pedra (Gr. Petra) Grande Rocha (Cristo), edificarei... o verbo edificar está no futuro, e não no presente, ou seja, Cristo falava de forma clara que a sua Igreja seria edificada na sua Pessoa.
Ressaltamos que, o que seria de nós se a Igreja de Cristo tivesse sido fundada na pessoa de Pedro, na verdade ela já teria sucumbido. E não seria o que é hoje, pois o seu Fundador (Cristo) lhe outorgou todas as credenciais para que assim, caminhe com a sua força espiritual. Com relação a pessoa de Pedro, sem sombra de dúvida vemos que Pedro fora um homem que na sua vida não teve consistência espiritual. Pois, era falho como os demais homens, e inconstantes em palavras e ações.

II- O QUE SIGNIFICAVA A CHAVE DADA POR CRISTO A PEDRO
Pois bem, quando uma pessoa recebe algo que tenha grande importância, logo aquilo é tido como fator de simbologia, ou seja, um presente. Vejamos o que o Dr. Scofield escreveu sobre a questão em análise: “Mt. 16.19 Estas não são as chaves da Igreja, mas do reino dos céus no sentido do cap. 13, isto é, da esfera da profissão cristã. Uma chave é um sinal de poder ou autoridade – Is 22.22; Ap. 3.7.
A História apostólica explica e limita esta verdade, pois foi Pedro que abriu a porta da oportunidade cristã a Israel no dia de Pentecoste (At. 2.38-42) e aos gentios na casa de Cornélio (At. 10.34-48). Não houve nenhuma presunção da parte de Pedro que o presidiu (At. 15.7-11). No concílio, parece que foi Tiago e não Pedro que presidiu (At. 15.19; Gal 2.11-14). Pedro reivindicou ser nada mais que um apóstolo por dom (I Pe 1.1) e um ancião por ofício (I Pe 5.1)”.
Dessa forma, concordamos com o Dr. Scofield, pois ele reafirma o que já está explicito na Bíblia o que alguns não querem admitir, mas nada é contra a verdade se não pela verdade da Palavra do Senhor Jesus Cristo. Jamais podemos aceitar que a Igreja de Cristo fora fundada por Pedro, e sim, o seu fundador e fundamento é o Cristo Ressurreto dentre os mortos e vive por toda a eternidade – Ap 1.18-22.

III-O PODER DE LIGAR E DESLIGAR
Alguns pegam este ponto como uma forma de impor seus conceitos religiosos, e ditam regras como se fossem donos da Igreja. Ou melhor, quando querem punir qualquer que não lhes obedecem a seus pontos de vistas, logo atribuem o “Poder de ligar e desligar a si” para amedrontar as pessoas. Achando os tais que, também receberam autoridade de Deus para por em comunhão ou tirar da comunhão quem quer que for, o que na verdade não é neste sentido que podemos pegar este texto e aplicá-lo.
Existe uma regra na Teologia cristã, quando quem conhece a ciência da Interpretação (Hermenêutica), sabe que precisa analisar cada fato e trazê-lo para um entendimento preciso. Ou seja, a regra é: Onde, quando, o que, para que, porque, aquém etc. Ou seja, há nas escrituras fatos que jamais devemos aplicá-los nos dias de hoje, e nem no contexto da Igreja, principalmente textos que não são de caráter doutrinários. Ou seja, se não tem caráter doutrinário, não é regra, e sim exceção. Digo que, essa autoridade fora outorgada a Pedro de forma especial, ou seja, ele seria o referencial de Jesus na pregação do evangelho aos judeus – a Israel.
Já ouvir pastores pegando este texto e aplicando a disciplina a seus membros, e usando tais desculpas, ou seja, citando-os para então impor-se ou dizer que teem a mesma autoridade que Jesus deu a Pedro. E na verdade isto não se procede, pois o poder de ligar e desligar foi algo especial de Cristo à Pedro. E com relação a autoridade eclesiástica qualquer ministro (pastor) recebeu de Deus (Rom 13.1-3), ou seja, o pastor possui de Deus a direção, e autoridade de aplicar a disciplina a qualquer membro. Mas, nunca a autoridade de fazer com que a pessoa disciplinada perca a direção de sua comunhão com Deus, pois se Jesus veio ligar o homem a Deus, por que haveria de desligá-lo? Uma vez que, a Bíblia diz: “Se andarmos na Luz como Ele (Cristo) está na Luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo seu Filho nos purifica de todo o pecado – I Jo 1.7; Rom 8.1-2; II Co 5.11-21.
Não estamos dizendo que a Igreja não tem autoridade para aplicar a disciplina, pelo contrário, que sejamos inteligentes em entendermos o que a Bíblia diz, e não o que pensamos em dizer o que ela não nos autoriza. Infelizmente, sabemos que muitas pessoas se acham fora da Igreja porque alguns pastores não sabem tratar de certos assuntos. E com isto, se achando donos da verdade tratam de casos que mereciam uma atenção maior com relação a alguns fatos ocorridos na vida das pessoas.
Portanto, Pedro fora um dos apóstolos importante de Cristo, que apesar de seus fracassos, insegurança, mesmo assim se tornou uma grande autoridade de Deus no contexto do Cristianismo. E que, por sua vez nos deixou duas epístolas que são referenciais a nossa vida diante do Senhor nosso Deus – Amém.


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A DOUTRINA E OS PERIGOS DE SUA OMISSÃO

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina...” I Tim 4.16.
INTRODUÇÃO
Depois de Cristo, surgiram os apóstolos que deram prosseguimento a sua Obra, ou seja, daqueles que aceitariam a Cristo como seu salvador. Sendo que, o Próprio Cristo já havia alertado-os que surgiriam “Lobos Devoradores”, ou melhor, homens que tendo ar de santidade vestiam-se com capa de ovelhas, mas suas atitudes eram de lobos devoradores.
Então, surge no cenário cristão um dos homens mais importante na proclamação das boas novas de salvação, ou seja, o apóstolo São Paulo. Denominado apóstolo dos “Gentios”, com uma incisiva convicção de fé e obediência ao Divino Mestre, escreve ao jovem obreiro Timóteo acerca dos cuidados relevantes que deveria ter concernente a “Sã Doutrina Cristã”.

I- O CONCEITO DE DOUTRINA
Do Latim. “Doctrina, do verbo docio, ensinar, instruir, educar”. Conjunto de princípios que formam a base de um sistema religioso – Dic. Teológico (Edição CPAD – Pág. 151) Autor Claudionor Corrêa de Andrade.
Portanto, neste sentido podemos entender que de forma “Ortodoxa” o conceito de “Doutrina” é em suma, a essência daquilo que é verdadeiro. Ou seja, o que é verdadeiro não pode se misturar com o que é falso.
O incisivo conselho do apóstolo Paulo ao Jovem Timóteo, diz respeito a tudo o que um cristão deve saber para não incorrer em erros crassos de uma geração que sem analisar os fatos andam como se não tivesse a Palavra de Deus como fonte primordial às suas vidas.

II-O MAL DE UMA GERAÇÃO SEM A SÃ DOUTRINA
Quando Paulo alertou Timóteo dos cuidados que deveria ter concernente a “Doutrina”, ou melhor, a boa, e a edificante doutrina, todavia, ele sabia das razões de seus conselhos. Pois naquela época já havia o espírito do erro se disseminando dentro do contexto da Igreja, ou melhor, teólogos da inversão dos valores cristãos.
E hoje, creio que se Paulo ainda vivesse entre nós, ou melhor, no meio dentro do contexto ministerial com certeza ele daria o mesmo conselho a muitos obreiros, e principalmente os que estão dando os primeiros passos ao ministério cristão. Pois nunca se viu tantas aberrações dentro do contexto cristão como nos dias de hoje, pessoas sem nenhuma capacidade de saber discernir o que é e o que não é, se intitulam de líderes religiosos são presas fáceis daqueles que manipulam e levam a Igreja a ventos de doutrinas errôneas – Ef. 4.14.
Há fatos que são incontestáveis, pois vemos por exemplo a proclamação em cima de muitos púlpitos, de pessoas que sem nenhum preparo Bíblico ou teológico assume-os a dizerem o que Deus nunca ordenou-os que dissessem. Ou seja, são profetas fabricados, mentirosos, profanos, ingratos, orgulhosos que de forma sorrateira tendem a enganar os incautos na fé.

III- QUAL A POSIÇÃO DA IGREJA DE CRISTO?
“Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do já está posto, o qual é Jesus Cristo” – I Co 3.11.
Incorrendo num grande perigo nos conceitos doutrinários, a Igreja de Coríntios estava sendo minada por doutrinas heréticas, ou seja, onde os valores cristãos já não tinham a primazia entre alguns. Então, daí o apóstolo Paulo entra com a incisiva Palavra de Deus alertando-os daqueles falsos obreiros que nada sabiam a respeito da doutrina ortodoxa ensinada pelo próprio Cristo. E nos dia de hoje, não é diferente, pois há um espírito do erro operando dentro da Igreja, onde pessoas incautas não sabem discernir entre o certo e o errado.
Temos vistos alguns programas de televisão que se denominam como cristão no mundo, onde seus apresentadores são verdadeiros mercenários. Pois seus alvos é ganharem muito dinheiro, tudo em nome da fé, e se possível fazem até chover fogo do céu para que as pessoas acreditem que são homens de Deus.
Pregam usando textos Bíblicos sem fazerem uso de uma exegese profunda, e sem analisarem a lógica da hermenêutica cristã, aplicando-os de forma errônea e com isto enganam de forma fraudulenta aqueles que não conhecem a Palavra do Senhor Jesus Cristo. Pois são desses que devemos nos afastar, ou seja, termos como alvo absoluto a “Sâ Doutrina cristã cristocentrica”, fora disso são falácias humanas.
Então daí, a posição da Igreja dentro desse contexto é ser o que ela sempre fora, ou melhor, sal da terra, e luz do mundo... (Mt. 5.13,14 e 16). Quem serve a Deus e tem convicção de fé, ou seja, de um evangelho que mudou a sua vida e consciência da ressurreição de Cristo, não se deixa ser levado por doutrinas de conceitos humanísticos. Pois o seu alvo é o céu, pois vivendo isto, o apóstolo Paulo disse: “irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim. Prossigo para o alvo, pelo premio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” – Fip 3.13-14.
Não podemos nos calar diante desses fatos contraditórios dentro do contexto cristão, pois se assim nos comportarmos estaremos omissos de uma causa nobre, ou seja, a de Cristo. Cada cristão deve a princípio ser um apologista, ou seja, um defensor de suas convicções de fé, e jamais permitir que muitos caiam nos erros absurdos desses que andam como ovelhas, mas são lobos devorados.

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domingo, 18 de abril de 2010

ABRAÃO A QUEM DEUS ANUNCIOU O EVANGELHO

Textos: Gen. 12.1...; Gal 3.19.
Introdução
Tudo o que sabemos sobre o Evangelho e o seu significado, encontramos de forma explicita na Bíblia, a Palavra de Deus. Mas, numa visão, ou melhor, num contexto mais abrangente desde os primórdios vemos que o evangelho teve a princípio o seu fundamento antes mesmo que fosse pregado entre os apóstolos e com o próprio Cristo o Filho de Deus.

I-DEUS DÁ A ORIGEM AO EVANGELHO
Gen. 3.15...”E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar...”. Neste texto, vemos a origem do evangelho que por sua vez foi o ápice de Deus em resolver o problema do homem caído, ou seja, quando este estava desprovido de qualquer escape – Rom 3.23.
O sentido da essência do evangelho, não está no que atualmente se ver por ai, ou seja, onde alguns se dizendo que estão pregando o evangelho, e com isto se aproveitando da situação para cometerem fatos que não existem. Podemos dizer que, o evangelho só tem sentido de acordo com os conceitos de Cristo, se houver a “Cruz”. Se não há cruz, não existe anunciação, ou seja, não existe a pregação verdadeira do sentido evangelho, pelo contrário, alguns estão se omitindo quanto as verdades da Bíblia. Hoje alguns estão pregando seus conceitos mentirosos, suas doutrinas legalistas cheias de imperialismos, menos o Evangelho de Deus.

II-O EVANGELHO QUE DEUS NÃO PREGOU
Na verdade, Deus pregou o verdadeiro evangelho visando a salvação do homem, ou melhor, sempre houve da parte do Senhor o interesse pelo homem perdido – Luc. 10.19. E não como vemos alguns se dizendo que são pregadores do evangelho, mas na verdade estão mais interessados em fazerem fortunas do que expor as verdades de Deus ao homem – At. 17-30-31. Em consonância com Deus, o próprio Filho (Cristo) também seguiu os passos do Pai (Deus), e Ele Ordenou-nos que fizéssemos o mesmo – Marc. 16.15-16-17.
Podemos afirmar com toda certeza que a pregação do Evangelho, se resume nos fundamentos de Cristo, na consciência de Deus em livrar os homens da perdição, ou seja, de seus pecado terríveis. Enquanto que, alguns estão falando em nome do evangelho, o que é muito diferente em pregar “O Evangelho”. Ou seja, quando se fala em nome do evangelho, é o que estamos vendo, em primeira instância há inúmeros interesses humanos, enquanto que, quando e quem prega o Evangelho está comprometido com as verdades de Deus. Ou melhor, cumprindo as ordenanças de Cristo, pois isto é o que faz a diferença entre aqueles que estão comprometidos com a Palavra do Senhor.

Deus idealizou uma salvação que teve seu início nos anais da eternidade, pois Ele viu a situação do homem, e, prontamente resolveu salvá-lo. Ora, o texto supracitado acima é o suficiente para que você tenha a idéia do que é o evangelho. Portanto, no Livro de Êxodo, que por sua vez significa “Saída”, lá encontramos fatos que lembram a “Obra da Redenção”, ou seja, Deus vindo ao encontro do homem para livrá-lo das mãos de Faraó – Êx.3.1-12.
Então, fica claro que a intenção de Deus sempre foi resgatar o homem das mãos de seu opressor. Então, essa estória que alguns estão pregando, ou seja, com o engodo da Teologia da Prosperidade não passa de uma falácia. Portanto, suas pregações nada tem de verdades espirituais, e sim, mentiras daquilo que Deus nunca permitiu-os que eles pregassem. A verdadeira mensagem do Evangelho tem seu fundamento em Cristo, e em seus apóstolos, pois Paulo foi incisivo quando disse: “Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” – I Co 3.11-12.

III-A BENÇÃO DO EVANGELHO SE ESTENDE DESDE ABRAÃO
“Farte-te-ei uma grande nação, e abençoar-te–ei, e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma benção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoares;em ti serão benditas todas as famílias da terra...” – Gen 12.2-3.
Aqui estão escritos por divina revelação o que Deus pode fazer por aqueles que estão debaixo de suas promessas. Ou seja, não é preciso se criar ou formular pensamentos filosóficos para que seja entendido de como Deus foi misericordioso para com aqueles que crêem em sua Palavra. Todavia, Abraão creu, ou melhor, foi capaz de externar o seu sentimento a Deus que o criou e lhe deu o direito dele escolher “entre o crer ou não em sua Pessoa”. Ou seja, a Fé falou mais alto no coração do patriarca Abraão, portanto, ele foi capaz de crer naquilo que não viu e isto foi o suficiente para que Deus honrasse a sua fé. Conquanto que, se tornou o pai de uma grande multidão, porque creu no invisível e por esperança enxergou a sua concretude – Jo 3.16; Rom 5.8; Deus fez promessa de benção a Abraão, porque teve de sua parte o amou que se externou naquele que seria o primeiro crente a crer e anunciar o evangelho que veio por divina revelação aos homens. Portanto, é dessa forma que conhecemos Abraão como o primeiro crente na fé, e dele se estendeu a benção de sua promessa. Então, todos os povos e tribos, recebemos por herança em Cristo a benção de Abraão – Gal 4.4-5.
Não existe em nenhum lugar nas escrituras que o crente só tem a benção de Deus se for rico, ou milionário, se assim não for, estar debaixo de maldição. Se assim fosse, então Deus revogaria a sua Palavra. Claro que não, pois a benção da promessa que fez a Abraão se estende a todos os povos, ou seja, como Ele retrocederia a sua Palavra?
“Bendito o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo” – Ef. 1.3.

Que Evangelho seria esse, ou melhor, que promessa seria essa que a uns seria benção, e a outras maldições? Não, as promessas de Deus a Abraão se estendem a cada um que crer na obra retentiva de Cristo, por esta razão todos aqueles que crerem e obedecem a sua Palavra terão a sua benção, ou seja, da salvação, alegria, saúde, felicidade, vida eterna após a morte com Cristo, e podem também possuir bens matérias. Ressaltamos que, somos privilegiados por Cristo, pois foi por intermédio Dele que conquistamos tudo, por isto é que Ele morreu no Cruz, e ao terceiro dia ressuscitou dentre os morte para dizer que Nele e por Ele somos mais do que vencedores – Ap 1.16-18; I Co 15.57-58.

Portanto, fique debaixo das promessas de Deus que são irrevogáveis a àqueles que as receberam por herança – II Pe 1.4, e siga olhando para frente como não enxergando, mas por fé vendo tudo o que Deus prometeu. Assim se comportou o Crente Abraão, foi em busca daquilo que por Palavra de Deus ouviu e creu na promessa... Aleluia!!!

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terça-feira, 13 de abril de 2010

MODISMO ENTRE OS CANTORES GOSPEL

Ultimamente há um modismo entre o povo evangélico, pois pessoas que sem noção cantam músicas gospel sem saber discernir entre o certo e errado. Cantores que fazem músicas evangélicas que em alguns casos são desprovidos de qualquer conceito cristão.

Uns que nem sequer vão às igrejas para receber instruções de seus pastores, compõem músicas só com a intenção de vender CDS e não estão comprometidos com a causa de Deus. Todavia, é preciso que tenhamos cuidado com esse modismo no meio do povo do Senhor, ou seja, devemos fazer uma análise pra ver se o que estamos cantando e ouvindo realmente seja correto do ponto de vista cristão e teológico.
Pois bem, o que queremos dizer é que nunca se cometeu tantas aberrações como nesses dias, são modismo sem precedentes, ou melhor, pessoas que vão à mídia e dão entrevistas que cantam por gostar de cantar, mas não são cristãs e nem fazem parte de nenhuma denominação evangélica. Outros dizem que cantam porque algum amigo lhe convidou para gravar gênero semelhante.

Na verdade, estamos ouvindo alguns cantores famosos como: Nani Azevedo, Ludmila e outros cantando “Os Sonhos de Deus...”. Mas, será que Deus sonha como esses cantores gospel cantam, e que a maioria dos crentes e igrejas estão cantando? Ou se eles estão corretos quando cantam que Deus “Sonha...”? Ora, pelos conceitos Bíblicos e Teológicos jamais podemos dizer que Deus sonha, pois isto é coisa de quem não tem o que fazer. É claro que existem muitos pastores dentro de suas Igrejas que até cantam assim, pois as músicas em si são lindas com suas melodias. Vejamos por que não concordamos com esse modismo.
Primeiro, quando nos referimos a Deus, jamais podemos pensar Nele como pensamos nos humanos, ou seja, Deus é Espírito Auto-Existente, é Eterno e é Perfeitamente Sábio em tudo porque conhece todas as coisas. Vemos isto nos seus atributos como: Onisciência, Onipresença e Onipotência, ou seja, nestes não há dúvidas quanto a Deus e suas realizações entre os humanos. Portanto, atribuir a Deus qualidades humanas, ou melhor, que Ele sonha é um disparate, pois jamais podemos atribuir a Deus qualidades que não se encontram na Bíblia – Is 40.27,28.
Embora que, há na Bíblia alguns termos Bíblicos que por sua vez definem Deus com sentimentos humanos, ou seja, Antropormofismo e Antropopatismo, o primeiro mostra Deus com qualidades humanas, ou seja, com anatomia humana, semelhante ao homem, como os olhos, mãos, os pés, os braços; e o segundo, aponta Deus agindo com sentimentos humanos como: sente, se ira, se entristece etc.

Então, esses são alguns dos exemplos que podemos citar, todavia, um cristão sensato jamais vai sair dizendo que Deus sonha. Ora, sendo conhecedor de tudo, ou mesmo conhecendo as coisas antes do começo e o final delas, e que o passado pra Ele é como o presente e o futuro de amanhã como haverá de Deus sonhar. Na verdade é que alguns pra satisfazer o ego de algumas pessoas usam a Bíblia com tradução aos seus caprichos sem conhecerem os originais como no caso da passagem de Jó 42.1-2. Pegam esse texto e aplicam como defesa para cantar “os sonhos de Deus”, mas no original grego “Pensamentos, são projetos ou planos”, e não sonhos. Há aqueles que defendem tal comportamento, pois tem interesse de que seus desejos sejam realizados.
Todavia, prefiro ficar com o que aprendi, pois a Palavra de Deus está acima de tudo e todos, e não proferi-la incorremos em erros. Portanto, Deus é na sua Essência Divina Espiritual Conhecedor de tudo, pois uma de suas virtudes que coaduna com a sua “Onisciência é a Presciência que por vez significa saber antecipado”. Então, cai em contradição qualquer que diz que Deus sonha, ou melhor, é heresia entre o povo do Senhor.
O grande problema é que não paramos para ouvir algumas dessas músicas e pormos para serem cantadas dentro de nossas Igrejas, ou seja, não existe critério quanto a isto. Sem contar que, cantamos sem saber significado de tais músicas. Ora, conheço alguns cantores mundanos que faziam maior sucesso em décadas passadas, e hoje não fazem sucesso, então, acharam um modo fácil de se ganhar dinheiro cantando músicas evangélicas. Mas, alguns nem são convertidos a Cristo, é o caso do cantor que faz maior sucesso no Brasil com a música “Como Zaqueu”.
O mesmo fora no programa do Ratinho exibido no SBT cantou e ainda criticou os evangélicos com relação a sua postura, ou seja, que canta só por cantar e não é convertido a Cristo. Mas, hoje qual a Igreja e grupos que não canta essa música, pois a letra é bonita, só que não tem como não cantar. Se o cidadão não é convertido a Cristo problema dele, pois cada um viva a sua vida como quiser e não cabe a nós julgar as pessoas. Mas, do ponto de vista cristão não há consistência espiritual, pois Jesus Cristo disse pra mulher de Samaria que “Deus é Espírito” e importa que os que o adore, adore em espírito e verdade”.

E isto significa que, não podemos misturar as coisas, ou seja, o que é profano é profano, o que é muito diferente com aquilo que é sumamente santo. Não podemos como verdadeiros adoradores misturar a nossa forma de adoração, ou melhor, cantamos hoje adorando a Cristo, e depois nos misturamos com os profanos e ainda dizemos que adoramos ao Senhor.
Cantores gospel se dizendo que são servos de Cristo, mas suas vidas não são verdadeiras diante do Senhor por suas atitudes. Ou seja, hoje estão cantando nas Igrejas, logo recebe uma proposta de grupos profanos e ainda têm coragem de dizer que estão lá somente cantando, e que estão ganhando o seu dinheiro, é um absurdo tais coisas.
Portanto, ter o senso de saber escolher o que ouvir ou cantar também é coisa de quem expressa um sentimento sábio. Não podemos como servos de Cristo aceitar tudo como se não tivéssemos o direito de escolha, pois qualquer um pode escolher o que cantar ou até mesmo ouvir, mas será que não podemos ter as mesmas virtudes dos cristãos de Bereia? Nada é contra a verdade se não pela verdade, então assim, somos sábios, pois possuímos o Espírito de Cristo, todavia, saibamos discernir tudo.

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