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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O ORGULHO AFASTA O HOMEM DE DEUS


Introdução. Não existe algo tão sinistro do que o “Orgulho ou a Soberba” entre os homens. Ora, a situação é tão grave que no decurso da história encontramos registros de coisas absurdas. Um caso tão emblemático é o do Imperador “Nero” que, por causa do “Trono” foi capaz de matar a sua mulher, e a sua mãe. Pensando Nero que as duas seriam uma ameaça para o seu reinado. E quando voltamos a Bíblia, é claro que logo encontramos fatos semelhantes, ou seja, como no caso de “Faraó” que se achava o deus do Egito, ou melhor, para os seus súditos sim, menos para os judeus. Mas, o que contribui para que os seres humanos sejam tão orgulhosos, ou melhor, será que podemos encontrar respostas para tais fatos?

I- O Diabo quis ser... Is 14.7 a 15
            Disse que faria...
            Disse que exaltaria o seu trono acima do de Deus.
  Será que podemos saber diferenciar os fatos explícitos pela Palavra de Deus, ou não somos capazes de discernir o quanto foi ruim para o Anjo que era uma das maravilhas que Deus criou?
  Não são poucos que aderindo o orgulho do Diabo tem se afastado de Deus, pois ninguém pode conviver com o Senhor tendo um coração cheio de orgulho. É inaceitável que permitamos o estigma do orgulho e soberba em nosso coração, todavia, essa foi a destruição de satanás.

II-De que nos orgulhamos?
  Parece que não, mas o pecado sempre está a nossa porta, e muitas vezes não enxergamos. Pois com mínimas atitudes nos afastamos de Deus e de sua santidade, é tanto que disse o Senhor por meio de Isaias: “Porque as vossas Iniqüidades fazem divisão entre vós e o Vosso Deus...” Existem pessoas que se orgulham de tudo, ou melhor, não respeitam o seu próximo como a si mesmo, e, nem considera quem é humilde. Portanto, vejamos alguns fatores preponderantes em nossa vida que nos afastam de Deus pelas nossas atitudes:
a-Nos orgulhamos de sermos cristãos,
b-Nos orgulhamos de sermos de tal Igreja ou ministério;
c-Nos orgulhamos de portarmos uma credencial de pastor no bolso;
d-Nos orgulhamos de possuirmos carros, casas, empregos, etc.
c-Nos orgulhamos de possuirmos alguns amigos da elite, ricos etc.
e-Nos orgulhamos de tudo o que julgamos que sejam superiores aos demais, ou melhor, só olhamos para o nosso umbigo e não nos importamos com o nosso próximo. Ou seja, dizemos que devemos amar o próximo como a nós mesmos, mas somos capazes de agirmos iguais ao sacerdote e Levita, que não tiveram o amor e consideração pelo homem caído no chão.

III-O Orgulho é a ruína do homem – Gn 2.7
    Do ponto de vista à Deus, é claro que somos feituras das mãos do Criador, mas do ponto de vista humano, o homem não é nada – Gal 6.3. Ora, disse Paulo: “Quem pensa ser alguma coisa não sendo nada se engana a si mesmo”.
    Ora, temos visto pessoas se lamentar de certas situações, ou melhor, de queixas das mais absurdas. Pois de tanto conviver com algumas mulheres de pastores de campos e setores, de seus filhos, e presenciados cenas lamentáveis não querem nada com Cristo. Ou melhor, dizem que pra ser crente e agir assim, é melhor morrer católicas. Ou seja, são os testemunhos que alguns crentes dão para o mundo, mas diante de Deus nada disse é justificável, pois cada um dará conta de si mesmo no dia do juízo. Portanto, para que caia por terra a soberba e orgulho humano veja o que diz a Bíblia sobre o homem, abaixo:

            a-Foi criador por Deus, da terra, e pra terra irá, Gen 2.7;
            b-Para viver depende de Deus para respirar, Gen 2.7;
            c-Seus instintos e sentimentos são obras de Deus, Gen 2.7.

    Ora, do ponto de vista humano, o homem é uma obra prima das mãos do Criador, mas o que destrói o próprio homem é a sua fragilidade, ou seu orgulho e soberba. Ou seja, é ele pensar que é quando não é nada, ou melhor, quem disse que somos alguma coisa, ou pensamos que somos melhores. Se Deus não estiver em nossa vida não somos e nem podemos fazer nada – Jo 15.5.

IV-O homem orgulhoso e a situação diante de Deus
    Há na Bíblia muitos exemplos sobre o orgulho, e de homens que deixaram que em seus corações entrasse o pecado do Orgulho, ou melhor, se fazendo iguais a Satanás, vejamos abaixo:
            a-O grande Faraó do Egito, Êx. 5.2; disse: “Quem é o Senhor...”.
            b-O grande General Naamã, II Rs 5.11;
            c-O Rei Uzias, II Cr 26.16;
            d-Ezequias, II Cr 32.25;
            e-Hamã, Et0, 3.5;
            f-Nabucodonozor, Dan 5.23;
   O pecado do orgulho da auto-suficiência é o que mais tem acontecido dentro das Igrejas e ministérios. Pois há Pastores, e Evangelistas que se acham autos-suficientes, não consideram os demais companheiros, aonde chegam criam uma espécie de complô entre si e os demais não são considerados à luz da Bíblia. A situação é tão grave que sei da história de alguns que, onde eles pastoreiam o povo só falta cantar “Aquele hino da harpa Cristã” – Já se foi, já se foi, o peso da minha alma. Pois o cidadão prega em todos os cultos, ou melhor, achando os tais que só eles têm mensagens para a Igreja e não mais ninguém. Ora, existe pior orgulho do que este, quando o ser humano se acha auto-suficiente naquilo que faz?

IV-Há promessas de Deus aos humildes
    A Bíblia diz que o Soberbo Deus enxerga-o de Longe... Deus abate o soberbo e exalta o humilde...
    Portanto, aqueles que se humilham podem fazer parte da família de Cristo Jesus, pois Ele disse com muita propriedade; “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração". Todavia, vejamos as referências consoantes às promessas de Deus aos humildes:
            1-Pv 16.19;22.4;29.23; Is 57.15; Mt. 18.4.
            2-Ordenada por Deus, Mt 6.8; Lc 14.10; 22.26; Rm 12.3; Tg 4.10.
            3-Pessoas que foram humildes e venceram:
                        a-Jacó. Gn 32.10;
                        b-Saul, I Sm 9.21;
                        c-Davi, II Sm 7.18; Salomão, I Rs 3.7.
                        d-João Batista, Mt 3.14;
                     e-O Centurião de Cafarnaum, Mt. 8.8;
                        f-A mulher Cananéia, Mt 15.27;
                        g-Paulo, o apostolo dos gentios, I Tim 1.15;

  Ora, Deus alerta-nos para o perigo que corremos, pois estamos enganados quando pensamos que somos alguma coisa, ou achamos que somos superiores aos demais porque possuímos posições ou status na sociedade. Certo amigo me falou uma coisa, e logo aprendi com aquela frase de sua parte, o qual disse: “Sabe onde se acaba o orgulho do ser humano, é no cemitério” – pois é de lá que até do seu orgulho as pessoas se esquecem. Destarte, Deus nos guarde de tudo o que nos afaste dele, pois respeitemo-nos a nós mesmos e tão somente Glorifiquemos a Cristo por tudo o que Ele tem feito e sido por nossa vida. E jamais permitamos que o pecado e a soberba tomem conta do nosso coração, pois desse mal alguns estão afastados, e outros morreram sem esperança de ver a Deus.

 É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).



sábado, 5 de novembro de 2011

O ENSINO TEOLÓGICO INTERDENOMINACIONAL

  Visando uma melhora no contexto cristão, é importante que saibamos diferenciar na contextualização o crescimento de Deus na vida de sua Igreja. E, querendo conscientizar os obreiros e cristãos de que algumas “Faculdades e Seminários de Teologia”, ou melhor, têm se mobilizado no que tange esta premissa. Ou melhor, oferecendo a cada cristão e de diversas denominações uma visão cristocentrica.
   Não se pode aferir uma Faculdade ou Seminário como de boa qualidade, se não há uma conscientização universica no contexto da pedagogia cristã. Ou melhor, uma Igreja ou comunidade que se insere no contexto do ensino, mas tem uma visão “Denominacional” ou preconceituosa as demais Igrejas e denominações não perdura no que tange a contextualização do ensino cristão.
   E visando neste aspecto afirmamos que o ensino cristão e teológico devem ser inseridos de forma interdeminacional, ou melhor, nunca voltado a um sistema religioso, ou a tal denominação. Como Educador Cristão, tenho visto que há uma deficiência muito grande nas Igrejas e denominações quando se deixa de dá o devido valor ao esse mister. Ora, aqueles que usam de tais atributos para inserir no contexto do ensino da Palavra de Deus a sua denominação ao invés de universalizar o ensino, com certeza precisam aprender muito. Até porque, não encontramos na Bíblia nenhum nome de tal denominação, ou comunidade, ou seja, parece que agindo assim, as pessoas têm uma ideia preconceituosa de que há para cada Igreja um tipo de “Teologia”.

  Pensando nisto, comecei a analisar alguns fatores preponderantes no que tange ao ensino “Teológico nas Igrejas e denominações”. Ou melhor, o que tem causado tais comportamentos, destarte, é a forma de como as pessoas aprenderam de seus líderes do passado. Ou seja, os cidadãos se converteram e logo foram instruídos em parte de forma preconceituosa, o que podemos dizer arreda, e com isto trazem até hoje um ranço preconceituoso e cheio de vaidade teológica de suas Igrejas e denominações. Tanto isto é verdade que, há uma “Vaidade” e preconceitos entre alguns pastores e obreiros em suas denominações, ou melhor, quando eles pensam que só há salvação em suas Igrejas.

  Ora, Jesus enfrentou coisa semelhante, ou melhor, quando diante da Mulher samaritana, ela começou a se explicar com relação a sua conduta preconceituosa aos judeus e os judeus a eles também – Jo 4.1-24. Digo que jamais podemos agir dessa forma, pois Deus não faz acepção de pessoas, e isto numa visão universal. Mas, será que podemos nos adequar a Palavra de Deus? Ou é a Palavra de Deus que deve se adequar ao que pensamos?
  Pelo Contrário, somos nós educadores, líderes, e pastores que devemos nos adequar à Infalível Palavra de Deus. Um professor, um pastor, ou líder que procuram ensinar somente os atributos de suas Igrejas e sistemas religiosos nada sabem a respeito do sentido da educação cristã. E é neste aspecto que gostaríamos de lhe conscientizar para que você tenha uma visão melhor da importância da “Teologia no contexto da Igreja cristã”.
   É bem verdade que na qualidade de educadores temos a Bíblia como a base fundamental para uma “Teologia Ortodoxa”. Ou seja, nela e por ela o professor poderá tirar e nunca se eximir de suas responsabilidades diante de Deus. Destarte, não podemos pensar que numa sala de aula o professor é uma figura diferente do que na Igreja onde congrega, não, isto jamais deve passar pela nossa mente. E que, tenhamos sempre a consciência de que aquilo que ensinamos ou pregamos nas Igrejas e denominações, devem sempre ser pautados de acordo com os fundamentos de uma “Teologia Ortodoxa”.

   Dentro deste contexto, pode haver alguns questionamentos “Denominacionais”, ou melhor, quando alguns apresentam os “Dogmas e Costumes de suas denominações”. Ou que não nos exime de que respondamos a altura de tais questionamentos. Desde que os conscientizemos de que a importância do “Ensino na vida do cristão” está acima de qualquer tipo de discriminação religiosa ou denominacional.

  Há alguns anos quando iniciamos o nosso ministério que Deus nos outorgou por Cristo, e não sabendo de tais fatos, logo fui me aprimorando e buscando aquilo que mais precisava no meu ministério. Ou seja, procurei a me aproximar daqueles pastores que nos ensinavam bem e com fundamentos a Palavra de Deus, e é um privilégio para um aluno se prostrar diante de quem pode ensinar o que sabe. Ora, disse o sábio Salomão: “Ensina ao Sábio, e ele se fará mais Sábio ainda”. E em convergência com aquilo que Deus falou um sábio filósofo por nome Sócrates disse: “Uma coisa sei que nada sei”...
   Há àqueles que exercem a “Pedagogia Cristã”, o meu conselho é, sejamos sensíveis a necessidade do povo. Ou melhor, nunca desprezemos aqueles que estão sob a nossa responsabilidade como “Educadores” – não sejamos egoístas porque pertencemos a tal Igreja ou denominação, mas cumpramos de forma cabal e sem preconceito a Palavra de Deus, pois os homens não mudam porque somos os melhores, e sim, porque é através da Palavra de Cristo que eles serão libertos – Jo 8.30-32. “O saber trás o conhecimento, e o conhecimento a liberdade”.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).




domingo, 16 de outubro de 2011

A GRAÇA OU O ODRE VELHO?


Texto: Mt 9.14-16-17.          
  “Ninguém deita remendo de pano novo em vestido velho, porque semelhante remendo rompe o vestido, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em Odres velhos; aliás rompem-se os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam”.
  A Bíblia tem sido há muitos anos o manual de Deus para o conhecimento do cristão, mas, alguns por não terem como entendê-la desprezam alguns textos que aos seus olhos não estão explícitos. É o caso destes textos escritos por Mateus, onde Jesus faz uma comparação precisa de dois fatores importantes que serviram como base aos cristãos de sua época.
 Destarte, é preciso que ao ler tais textos, saibamos diferenciá-los, ou melhor, como neste aspecto um do outro, ou seja, “O Odre Velho e o Vinho Novo”.
  Portanto, analisaremos a luz da Teologia o que realmente ambos significam, ou seja, para que você entenda de forma clara e objetiva o que os textos supracitados dizem, vejamos abaixo:

1-O Odre Velho representa a Lei (ou seja, a lei mosaica) – Gal 1.1-23. Ou melhor, enquanto os judeus convertido a Cristo precisavam provar da “Graça Imerecida”, um grupo de prosélitos e legalistas, queriam impor os rudimentos da velha aliança. Destarte, o apóstolo São Paulo sabendo de tais comportamentos, fecha as portas do proselitismo judaico apresentando a razão pela qual eles não poderiam servir aos rudimentos velhos da lei mosaica.
  No entanto, ele mostra aos cristãos da Galácia o Fundamento da fé, ou seja, Cristo Jesus que mediante a Imensurável Graça de Deus se manifestou pondo o fim da lei mosaica – ou seja, Ele não a revogou e tão somente cumpriu-a. Ora, os judeus prosélitos diziam entre si que ainda precisavam da “Circuncisão”, ou seja, impondo novamente sobre a vida dos novos cristãos em Cristo o jugo da velha lei (Odre velho). Foi quando Paulo disse que, a nossa circuncisão era Cristo, ou seja, na sua morte Ele foi capaz de cumprir a circuncisão na sua carne que depois disso não tivéssemos mais o dever de cumprir um ritual que foi consumado na Cruz do Calvário. Portanto, com a sua morte Jesus Cristo conseguiu desfazer toda a maldição, ou melhor, o conhecimento do pecado que nos afastava de Deus – O autor aos hebreus disse: “Tendo, pois irmãos a ousadia de entrar no santo dos Santos pelo novo e vivo caminho que Ele (Cristo) consagrou...”.

2-O Vinho Novo – Representa a Graça (Tit 2.11).
   A palavra graça vai além da nossa compreensão, ou seja, não podemos simplesmente pensar num favor tão Imenso que os nossos conceitos possam mensurar. É caso daquilo que Deus fez por todos os homens, ou melhor, se somos salvos isso se deu ao “Amor e Misericórdia de Deus por meio de Cristo Jesus. Pois, a nossa situação era de “Pedidos, ou melhor, perdidos mesmos.
            a-Estavamos perdidos – Luc 19.10;
            b-Estavamos afastados da graça, II Co 5.11-20;
            c-Estavamos mortos em ofensas e pecados, Ef 2.1-6; Is 59.1-3.
  Então, como podemos pensar que somos ou merecíamos a salvação se a nossa situação diante de Deus era assim, ou seja, sem nenhuma atenuante ao nosso favor. Ou melhor, éramos réus a condenação, mas Deus resolveu a nossa situação, quando Ele quis, nos salvar por meio de sua Infinita “Graça Imensurável”. Ora, as vezes vemos pessoas que se orgulham de serem cristãs, e tal orgulho passa a impressão que as tais são ou mereciam tal coisa. E na verdade nada justifica tal posição por parte de qualquer cristão, destarte, se somos salvos é porque alcançamos por Deus através de seu Filho (Jesus) uma tão Grande Salvação – Is 45.22;59.1-3.
 Portanto, por meio da Graça, e na Graça, fomos agraciados por Deus, ou seja, vejamos os efeitos da Imensurável Graça de Deus:
            a-A Graça é Salvadora, Tit 2.11; Ef 2.8-9;
            b-A Graça é Soberana, Heb 4.16;
            c-A Graça é Sustentadora, II Tim 1.9;
            d-A Graça é Rica, Ef 1.7; 2.7;
            e-A Graça é Oferecida, Tit. 2.11;
            f-A Graça é Multiplicadora, Jo 1.17;
            g-A Graça é Provedora, II Co 9.8.
  Portanto, para que haja a salvação na vida do homem, é preciso que ele saiba que existe uma tricotomia, ou melhor, um angulo de três lados iguais, os quais são:
1-      Deus planejou a salvação, Jo 3.16;
2-      Deus Espírito convence-o, Jo 16.7-8-11; Ef 1.13;
3-      E Cristo o Filho, executa-a, Jo 14.6; 15.16-26.
Deus nos escolheu de forma incondicional, ou seja, mesmo assim, a sua soberania está acima de qualquer posição humana. Portanto, há uma condição imposta por Ele aos homens, ou melhor, para que a Graça se manifeste no homem, é preciso que este se deixe abraça pela mesma, e isto vem por meio:
            a-Da Fé, Rom 10.17;
            b-Do Arrependimento, At. 3.19; 17.30-31;
            c-Da Conversão a Cristo, Ef 1.13; At 3.19; Lm 3.21.
  Destarte, a Graça e a sua manifestação são a “Ancora” da esperança que irradia os nosso corações pelo poder da palavra que nos revelou – Cristo nosso Salvador, o Vinho Novo, é a Graça Imensurável de Deus a todos os homens – I Tim  3. 3-5.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).



terça-feira, 11 de outubro de 2011

O CELIBATO DENTRO DA IGREJA CRISTÃ?


É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher” (1 Timóteo 3:2).
  Expressamos aqui algo que tem nos causado uma preocupação, ou seja, de fatos que acontecem dentro de nossas Igrejas, que por via de regra sempre ensinou o que há explícito na Bíblia. Mas, hoje é muito diferente daquilo que aprendemos com os pastores mais experientes. E daí nos perguntamos, o que está acontecendo em nossas Igrejas e Ministérios, ou será que chegamos numa ditadura evangélica, que, pastores acham que podem fazer o que bem quiser e ninguém fala nada.
   Parece que os tais pastores se acham acima do bem e do mal, ou melhor, o que pensam em fazer o faz sem que ninguém diga que não pode. Ora, vejo isto como uma falta de respeito a própria instituição e ministério, e aos demais obreiros locais que há anos vêm fazendo a Obra de Cristo. E os tais não são reconhecidos pelos supostos pastores que se acham donos da Igreja e ministério. Ou seja, se praticam o “O Celibato e o Nepotismo” com a maior aprovação de pessoas que são coniventes com suas práticas ilegais.
  O “Celibato”, é por via de regra reservado aos “Padres da Igreja Católica Apostólica Romana”, ou melhor, são coniventes de uma doutrina herética do ponto de vista da Teologia. Mas, se aceitar isto dentro de nossas Igrejas é uma aberração e afronta a Palavra de Deus. Algo que deve ser analisado a Luz da Teologia. Ou melhor, onde encontramos apoio Bíblico para se consagrar “Pastores Solteiros”? Ou seja, em nenhum lugar na Bíblia encontramos apoio para tais coisas, mas alguns estão fazendo disso uma moda, ou melhor, parece uma dinastia de reis, onde o trono é passado de pai pra filhos e gerações. 
   Ainda sou de uma época que alguns pastores ensinaram a Palavra de Deus, e os conselhos sobre o ministério sem nenhuma deturpação. Como o “Saudoso Pastor Valdir Nunes Bícego (In-memriam)”, foi um exemplo de aprendizagem ministerial. E hoje, estão fazendo o contrário do que diz a Bíblia como se Deus mudou,e a Bíblia também. Ressaltamos que, não somos contra filhos de pastores serem consagrados ao ministério, ou melhor, se tem chamada e vocação desde que sejam casados. Mas, se consagrar filhos solteiros ao ministério é uma heresia teológica, e concordar com a prática do celibato cristão. E não existe base para se consagrar solteiro e depois casar, pelo contrário, que primeiro seja exemplo para a Igreja e depois aprovado por Deus e o ministério e nunca antes.
  Outro ponto que é uma tremenda irresponsabilidade é o tratamento desigual que existe dentro da Igreja e ministério. Ou seja, a “Isonomia” não se respeita, ou seja, o direito de Igualdade de todos. Ou melhor, assim está elencado na Constituição Brasileira Art. 5º, In. I “Que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...” E quando recorremos a Bíblia, assim preceitua a Infalível Palavra de Deus: “Reconheço por Verdade que Deus não faz acepção de pessoas”. Destarte, tanto pastores e filhos, são iguais aos demais membros, congregados e obreiros, ou melhor, precisamos respeitar os direitos de todos, e assim, cumpriremos a Bíblia. Do contrário disso, somos hipócritas e ridicularizados. Ora, não precisamos contrapor a Palavra de Deus, ou melhor, irmos contra ao que estar escrito, pois aceitar e concordar com tais práticas é sermos ignorantes à Palavra de Cristo. Ora, se alguém ou algum pastor apresentar um obreiro solteiro para o ministério não pode, mas filhos de pastores podem? Que tremenda hipocrisia!!

   O outro fator preponderante é a prática do “Nepotismo”, ou seja, onde alguns pastores consagram seus filhos ao ministério e passam o trono aos mesmos, e os tais são os donos de suas Igrejas. Muitos sem caráter e com vida comprometida diante da sociedade e Igreja, ou seja, o zelo e cuidado pela a Igreja já não se tem mais. Ressalto que, é admirável uma família de pastores existem alguns exemplos no Brasil, quando o pai é pastor e seus filhos também, com uma exceção, casados e exemplos aos fiéis. Deixo aqui bem claro que, nada é contra a verdade se não pela verdade da Palavra de Deus. Reescrevo aqui os pensamentos do Pastor Allan, vejamos abaixo:
                          
   “Para defender a prática comum de escolher pastores sem estas qualidades, os homens recorrem a vários argumentos. Vamos considerar algumas questões:
Paulo não foi casado. Paulo foi fiel no seu trabalho de apóstolo e ministro (servo) de Cristo (Atos 26:16; Colossenses 1:1,23), mas, nas Escrituras, ele nunca é chamado de bispo, presbítero ou pastor. Os outros apóstolos eram casados (1 Coríntios 9:5). Por isso, não nos surpreende descobrir que alguns deles serviam, também como presbíteros (1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1).
Timóteo e Tito não foram casados. Não há referência a estes evangelistas como casados, mas também não há nenhuma passagem que os chama de pastores! O costume de chamar as cartas a estes evangelistas de “epístolas pastorais” cria uma certa confusão, porque foge da linguagem bíblica. Na Bíblia, nem o autor nem os destinatários dessas cartas são chamados de pastores!
Paulo disse que solteiros podem servir melhor (1 Coríntios 7:1-7). O conselho de Paulo foi dado em relação a “todos os homens” (7:7) especifi-camente por causa de uma “angus-tiosa situação presente” (7:26). 
  Não deve ser interpretado de uma maneira que contradiga outras passagens que incentivam o casamento (1 Timóteo 5:14) e que especificamente exigem que presbíteros sejam casados (1 Timóteo 3:2; Tito 1:6).
Pastores solteiros? Não na igreja do Senhor! 

   Destarte, existem muitos pastores que são homens de Deus com visão ministerial, e que tratam seus obreiros com amor e respeito. Ou melhor, não são politiqueiros e tudo o que fazem é aprovado por Deus e o ministério. Não tratam seus obreiros com indiferentismo, pelo contrário, Deus em tudo o faz prosperar porque Ele honra o trabalho daquele que procurar ser fiel e justo naquilo que executa. Não podemos jamais concordar com quem torce a Bíblia a seu bel prazer para satisfizer seus interesses, ou seja, porventura Deus é injusto para coadunar com práticas de injustiças? E quaisquer que agem assim, hão de prestar contas de seus atos diante Daquele que É O Justo Juiz de toda a terra.  Reitero o que já escrevemos antes que, não somos contra a consagração de filhos de pastores ao ministério, e sim, que sejam casados como há exigências por parte de outros obreiros, que sejam casados. Destarte, se todos somos salvos por Jesus, e possuímos a chamada que tão somente sejamos tratados por “Igualdade”, e, não de forma diferente. Quem age diferente pratica o pecado e o crime por discriminação o que é uma ilegalidade perante a Justiça de Deus e dos homens.
  Ora, ir contra a Bíblia é uma tremenda heresia, mas alguns por interesses pessoais estão fazendo. Então, prefiro ficar com a Bíblia, ou melhor, obedecer ao que ela me diz, e, não coadunar com posições egoísticas de quem quer que for. Destarte, seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso!!

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domingo, 25 de setembro de 2011

ESCOLAS DE TEOLOGIA E A PRÁTICA DE ESTELIONATO

Art. 171 do CP
Preceitua o Código Penal:
Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena reclusão, de 1 (um) a 5 anos (cinco) anos, e multa.

Não são poucas as Escolas de Teologia que expressam em seus sites informações que fogem da realidade. Ou melhor, com induzimento ao erro por propaganda inapropriada, ou melhor, afirmando que seus cursos têm validade pelo MEC, o que não é verdade.

Ressaltamos que, alguns para dá credibilidade ao suposto “Curso Livre de Teologia”, usam em dizer que é reconhecido pelo MEC. E na verdade isto não passa de um “Estelionato”. Outros que nem por suas convenções de Igrejas têm registros, a origem e credibilidade, o que aparentemente levam os alunos ao engano escolar.

Há fraudes comerciais porque ferem o Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, não se pode configurar um curso “Médio em Teologia” como sendo o Bacharel, pois quem faz o médio é porque cursou até o ensino fundamental. E quem não possui o Ensino médio não pode cursar o Bacharel com exceção se tiver cursando o ensino médio e daí pode dá prosseguimento ao Bacharel (Superior).

Todavia, uma extensão escolar para dizer que tem a aprovação pelo MEC, teria que provar de forma documental. Ou seja, não é do interesse do Governo reconhecer cursos livres de teologia, ou seja, com algumas exceções. A Instituição deve preencher todos os requisitos exigidos pelo MEC como; Biblioteca, salas bem estruturadas, um corpo docente bem preparado, ou melhor, com formação acadêmica. Se caso não houver tais fatos jamais poderá dizer que é aprovado pelo MEC, e se não é, se configura numa ilegalidade dizer que tem a aprovação pela (União – MEC) o que é crime de estelionato.

De vez enquanto nos encontramos com alguns alunos que dizem que estão fazendo teologia reconhecida pelo MEC, e quando perguntamos o curso e grau, logo ficamos sabendo que os tais estão sendo enganados.
Portanto, dizer que o ensino médio de “Teologia” é “Faculdade” é uma mentira e se pratica um estelionato porque induz o aluno ou convence-o de que seu curso é superior.
Quero deixar a nossa colaboração com tais esclarecimentos a você que talvez esteja fazendo ou irá escolher um curso de Teologia. Ou seja, muito cuidado neste aspecto, pois você pode escolher bons cursos de teologia, mas antes de tudo procure a sua origem e se tem a aprovação de sua Convenção ou ministério. E não caia nas mãos daqueles que querem tomar o seu dinheiro e o seu tempo que é tão precioso.

Pois agindo assim não serás enganado e nem perderá o seu dinheiro. Somos sabedores de alunos que, investiram nesses supostos cursos de Teologia, e, no final a escola nem existe, e se não existe logo não pode expedir o certificado ou diploma ao “aluno”.

Se caso você tiver dúvidas, é bom procurar toda informação precisa, pois se você estudar Teologia numa escola ou seminário que tenha seus registros em sua convenção ou ministério, ao terminar o seu curso de “Bacharel” se houver. Então, se configurará um curso superior, desde que o mesmo seja convalidado por uma Faculdade de Ensino Superior. Ou melhor, hoje em dia não é difícil, já existem diversas faculdades dando convalidação de Diploma em Teologia aprovado pelo MEC, destarte é preciso que o aluno estude mais ou menos dois anos consecutivo para adquirir a tal convalidação.

Espero que tenha contribuído para o seu esclarecimento, todavia, não desista de seus sonhos, e estudo Teologia a fim de adquirir conhecimento de forma fundamentada pelos conceitos da Palavra de Deus – II Tim 2.15; Heb 4.12.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

sábado, 24 de setembro de 2011

O CETISCISMO DENTRO DA IGREJA

Certa feita conversava com um determinado obreiro é ele nos confidenciou algo que me chamou a atenção, ou melhor, não esperava de sua parte ouvir tal afirmação. E não se trata de pessoas novas na fé, e sim, de pessoa que já faz anos que professa a sua fé em Deus.

Ora, diante de tais fatos me vieram alguns pensamentos que gostaria de tratar aqui neste espaço que temos. Sendo que, é preciso que haja uma consciência fundamentada na Bíblia para requerermos respostas contundentes quanto a questão.

Então, há alguns anos olhávamos para as outras pessoas e pensávamos que somente elas faziam com que não nos convencêssemos de que precisavam de Deus. Enquanto que, hoje em dia são alguns cristãos que antes eram feverosos e expressavam aquilo que faziam na Obra de Deus. Ou seja, se tornaram céticos em seus argumentos e posição de fé, pois já estão fartos de ouvir as mesmas coisas e não saem do lugar. Digo que, tais fatos são lamentáveis do ponto de vista cristão.

Pois fomos, ou recebemos os fundamentos da fé não por um período de tempo, mas para durará a vida inteira, e não é o que ocorre no contexto atual. Pessoas a cada dia se afastando de seus deveres diante de Cristo e a Igreja, e não há como explicar tal fenônimo por parte dos mais esclarecidos. Ou melhor, parece que na óptica de alguns eles criaram um Deus diferente do qual professávamos e acreditamos em sua Palavra, mas são ávidos por conceitos humanísticos que imperializam dentro das Igrejas.
Pensemos o seguinte, o que será daqui a cinqüenta anos, ou melhor, será que haverá uma Igreja mais organizada, mas arrojada para poder acomodar a tais pessoas? Ou apenas mais uma Igreja que apresente um evangelho humanístico, com suas posições “Egocentrificas”, que o Senhorio de Deus não seja absoluto, e, sim que primeiro seja o homem. Talvez se olhássemos mais a Bíblia, com certeza enxergaríamos isto de forma diferente, pois Paulo disse sobre isto com muita propriedade – “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos dias apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam a mentira, tendo cauterizada a sua própria consciência; proibindo o casamento e ordenando a abstinência dos manjares que Deus criou para os fieis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças” – I Tim 4.1-3.
Não são poucos os cristãos que vivem num misticismo religioso, ou seja, eles acreditam em Deus, mas são capazes de mudar de posição como se fossem camaleões. Ou seja, acreditam em tudo, e até mesmo ao profano e não sabem diferenciar porque são aptos para tal. E por que isto ocorre? Será que não estamos preparando uma Igreja para ir morá com Cristo e adentrar os portais da eternidade com Deus? Ou vamos acreditar que Jesus não voltará tão cedo? Pois tudo isto já estamos presenciando dentro das Igrejas, ou melhor, onde pastores e obreiros tocados por um espírito mesquinho e “Egocêntrico” estão preparando o povo para permanecer aqui. Digo assim, porque é o que estamos presenciando dentro das Igrejas, não medindo as conseqüências os tais já não falam mais do Evangelho como antes, pecado é coisa do passado, ensinar as verdades das escrituras se tornou algo enfadonho para muitos.
Outros querem que as Igrejas se adéqüem a eles, ou melhor, a seus modos de vida e caprichos. Impõem regras a Igreja, e o pastor para não perder a suposta ovelha fica refém desse humanismo sarcástico dentro do ministério.

Igualmente, vejamos o que escreveu Paulo aos cristãos de Roma, pois tais fatos já tinham suas origens no cristianismo da época, ou melhor, a Igreja em Roma vivia isto quando ele escreveu: “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifícios vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, e agradável e perfeita vontade de Deus” – Rom 12.1-2.

Destarte, se dizer que é cristão e não demonstrar isto na prática e simplesmente na aparência é algo sumamente inapropriado pela Palavra de Deus. Ou seja, não podemos misturar o santo com o profano, ou sejamos críveis naquele que acreditamos ou é melhor vivermos calados e ou como alguns no anonimato. Todavia, é preciso que haja em nós a sinceridade com que houve em Cristo Jesus – Disse Paulo “Haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus (Fip 2.5). Não existe lugar para aqueles que não querem ter uma vida de compromisso com Cristo, e nem com a Igreja, se quisermos viver como o mundo que então renunciemos a Cristo, pois pra isto é que fomos chamados a vivermos em santificação e comunhão com Deus.
Não podemos viver como se o Evangelho não tivesse a sua relevância a nossa vida, pois Cristo morreu e ressuscitou para que assim vivamos uma vida plena diante Dele – II Co 5.17; Rom 8.1-2. É como disse Deus por meio do Profeta: “Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não serve”- Mal 3.18. Então, servimos a Deus? Que tão somente sejamos sinceros naquilo que fazemos na Igreja e diante do mundo, pois do contrário disso não passamos de meros hipócritas – Mt 5.13-16.

Portanto, a incredulidade não pode perdurar num coração transformado pelo sangue de Cristo que foi derramado no Calvário, que então sejamos crentes de verdades e glorifiquemos a Deus pela atitude de fé e vida santa diante desse mundo que precisa ser transformado pelo poder da Palavra de Deus – Heb 4.12; 11.1-6.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SEJA UM ADORADOR INCONDICIONAL

“Deus É Espírito, e Importa os que o adore o adorem em espírito e em Verdade”
Jo 4.24
Num mundo tão relativista, ainda assim, encontramos pessoas ávidas por coisas efêmeras, ou melhor, totalmente voltadas para os prazeres do mundo. Ou que sejam capazes de substituir o sagrado pelo profano, e ainda assim não se prostam diante de seu Deus para adorá-LO.

Entretanto, quando o pregador diz: “Lembra-te do teu Criador nos dias de tua mocidade (juventude) antes que venham os maus dias e venham os anos dos quais não podeis dizer não tenho neles contentamentos” – Ec. 3.1-3. É verdade o que disse o Sábio Salomão, pois são muitos os que desprezam a Deus, e sua Palavra e ainda encontramos alguns que se declaram ateus. Ou seja, daqueles que carregam consigo o estigma da inércia espiritual e não sabem nada do que afirmam. Já escrevi temas que tratam da estupidez espiritual dos seres humanos, ou melhor, será que eles estão certos quando por suas ignorâncias negam a Deus de forma repugnante?

Ora, a tal pergunta nos deixa um pouco triste, ou melhor, não porque Deus deixará de existir só porque alguns pensam assim Dele, mas por causa do triste Juízo que esses tais irão enfrentar sem piedade – Disse o autor aos hebreus: “Horrenda coisa é cair na mão do Deus Vivo”.
E você pergunta, por que os homens se comportam dessa forma? E o que fazer para que eles se voltem enquanto há tempo. Em primeiro lugar, já que o homem carrega consigo a marca do pecado, Disse Paulo: “Por um homem entrou o pecado no mundo, e, pelo pecado a morte, por isto que todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus – e que o salário do pecado é a morte” – Rom 3.23.

Dentro dessa linha teológica, a mesma condição nos apresenta o profeta Isaias, quando diz que: “As nossas Iniqüidades fazem divisões entre o vós e o Vosso Deus” - Is 59.1-5. Ou melhor, são por causa do pecado que as pessoas têm se afastado de Deus sem limites, então, daí surgem às conseqüências desastrosas. Doravante, as pessoas vivem de acordo com aqueles dias de Noé, quando o próprio Cristo disse que, eles bebiam, casavam-se e davam se em casamento, mas quando não pararam para refletir o dia do Juízo chegou. Trazendo tudo isto para os nossos dias não é diferente, pois há uma corrida desenfreada pela busca do poder, do dinheiro, das orgias, do entretenimento e quase as pessoas não param para “Servirem e Adorar ao Senhor de suas vidas. É óbvio que, é justamente o que nos apresenta a Palavra de Cristo, que por “Se multiplicar a Iniqüidade o amor de muitos se esfriará” – embora que devêssemos entender que este ponto escatológico é justamente voltado para os cristãos hodiernos (dias de hoje). Mas, podemos fazer um contraponto no que diz respeito a situação do povo diante de Deus, ou melhor, a cada dia se afastam por completo de sua presença.

I-DEUS NÃO QUER QUE O HOMEM MORRA
Não é da vontade de Deus que o homem morra sem que tenha a mínima condição de conhecê-LO E ADORÁ-LO – Jo 4.24. Por mais ignorante que seja o homem diante de Deus, mesmo assim, o Senhor o Ama e quer o seu bem – Jo 3.16; Rom 5.8. Mas, para que isto aconteça como um escape é preciso que o homem se aproxime de Deus enquanto há tempo. Vejamos o que escreveu o doutor Lucas: “Mas, Deus não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia “Agora e em todo Lugar” que se Arrependam, porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo (homens) por meio do Varão (Cristo), e disso deu certeza a todos ressuscitando-O dos mortos – At 17.30-31.

Ressaltamos que, quando falamos que Deus não quer que o homem morra, é uma força de expressão no sentido de que, se o homem voltar-se para Deus enquanto há tempo, passará dessa vida para uma vida melhor com Cristo. E jamais entrará em condenação de morte, Vejamos João 5.24; pois todos os seres humanos morreram no primeiro “Adão”, mas todos aqueles que se voltam para Deus viverão e não haverá nenhuma condenação de morte eterna, ou melhor, porque no “Segundo Adão (Cristo) todos fomos justificados pela Fé (Rom 5.1-2: Rom 8.1-2; II Cor 5.17).

Portanto, há uma esperança que jamais deixará de existir para aqueles que confiam em Cristo, e por Cristo foram “Vivificados”, ou melhor, receberam uma nova vida diante de Deus O Pai (Aba-Pai ou paizinho) – Ef. 2.1-5.

Então, diante disso é preciso que o homem (sentido genérico) se volte para Deus, e tão somente o adore, Sirva-O de todo o coração, pois é o prazer de Cristo que todos se salvem por meio da revelação dada por Deus através de Seu Filho Jesus Cristo – Tit 2.11; Lc 19.9-10.

Por. J.Roberto
Professor e Escritor

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