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segunda-feira, 18 de junho de 2012

PASTORES E A SINDROME DO GALO


INTRODUÇÃO. Certa feita estava fazendo uma pesquisa e para minha surpresa me deparei com um artigo que mim chamou a atenção. E comecei a analisar o ponto de vista de seu autor, ou melhor, daquela mensagem escrita, e, cheguei a conclusão de que realmente são verdades incontestáveis. No que tange a questão, “Pastores e a síndrome do Galo”, são posições que infelizmente alguns têm se colocado acima de tudo e todos. E com isso, demonstram uma arrogância sem precedente porque possuem o cargo de líderes, e por consequências de suas atitudes terminam afastando os melhores amigos e obreiros de seus convívios sociais e irmãos em Cristo Jesus.

I-O QUE SIGNIFICA A SÍNDROME DO GALO?
   A grande verdade nesta resposta é que o “Galo Pensa que o Sol só nasce porque ele canta”.
  Não são poucos pastores que infelizmente vivem a síndrome do Galo. Julgam-se autossuficientes perante a Igreja, pois acham os tais que a Igreja só é abençoada se eles estiverem na frente, seja pregando ou ensinando. Conhecemos alguns que até cancelam trabalhos na Igreja e criam outros tipos de reuniões só para pregar e ensinar.  

   Embora defendemos que pelo fato de o pastor ser o “Guia” espiritual do povo de Deus, em parte se entende que o povo precisa ouvi-lo. Desde que o mesmo tenha as prerrogativas de um mestre, ou melhor, não podemos admitir que um cidadão que se diz pastor não preencha tais prerrogativas. Ou melhor, pastor que nem sequer conhece a Bíblia é lamentável, ou seja, como terá de alimentar a Igreja.

   Precisamos de homens envolvidos com a Palavra e na Palavra de Deus e cheios do Espírito Santo, pois só dessa forma teremos como “Edificar Cristãos” para terem uma vida de vitória diante de Deus. Destarte, fomos chamados por Cristo para isso, ou seja, a Igreja não precisa de pastores que se acham autossuficientes, e sim, devidamente comprometidos com a causa do Grande Mestre, Jesus Cristo, o Filho de Deus por Excelência – Ef 4.11-13.

  Todavia, imaginemos se o “Sol” se curvasse diante do “Galo”, ou melhor, talvez nunca tivéssemos “Dia”, pois é mesmo assim que alguns vivem. Eles esquecem de que na sua frente Existe UM DEUS, que Sabe Tudo, e Pode TUDO. E que simplesmente dependemos única e exclusivamente Dele (Cristo) – Jo 15.5;  Jô 42.2. Ah! Por que ainda existem pessoas ou obreiros com tais mentalidades, pensam que são autossuficientes e que terminam externando de forma geral que não dependem de seus cooperadores e obreiros auxiliares.

   Mas, para que fiquemos conscientes dessas verdades, a Bíblia não nos deixa calados diante disso. Ora, no segundo livro da Bíblia (Torá) Êxodo, há um fato que ocorreu com Moisés, ou melhor, o Legislador do povo de Deus. Sábio, forte em Palavras, acreditado diante de Deus e de seu povo, manso, mas homem falho como os demais. A Bíblia nos afirma que certo dia Moíses reuniu a “Congregação de Israel”, e desde amanhã até a tarde falava ao povo. Ora, diante disso havia outros que pudessem auxilia-lo no que tange a administração do povo. Então, de onde ninguém esperava, Moisés fora orientado por seu “Sogro” (Jetro) o qual lhe repreendeu aconselhando-o para que constituíssem homens capazes para estarem diante do povo, ou melhor, repartindo em todas as tarefas. Se caso houvesse problemas mais difíceis, trariam as suas mãos. 

   Então, diante disso temos analisado que há uma crise de inter-relacionamento porque alguns pastores não aprenderam que eles são limitados, e que, dependem também da cooperação e ajuda dos demais. Destarte, um pastor que não para a ouvir um obreiro, como descobrirá ou conhecerá os obreiros que trabalham consigo? Certa feita estava visitando o nordeste, e fui à Igreja sede em Maceió – AL, onde tive o prazer de ministrar uma Palavra de Deus com a anuência do “Nosso Nobre Pastor José dos Santos – Presidente da Convenção Alagoana”. E naquele momento pude ouvir o pastor falar para a Igreja que “O Grande Problema de muitos Pregadoes (Pastores)” é não pararem para ouvir outros. E quando isto ocorre logo há a síndrome do “Galo” que pensa que o Sol só nasce porque ele canta. Ou melhor, existem pastores que pensam que a Igreja só anda se eles tiverem na frente, ou seja, há alguns que só falta morrer de cansados porque nunca tiram férias com a família para descansarem. Tudo porque não confiam em seus obreiros e estão convencidos que são insubstituíveis, ou melhor, estão embriagados pela “Síndrome do Galo”. 

   Destarte, existem muitos pastores com visão totalmente diferente, pelo contrário, têm visão de “Águia ou enxergam longe” e são bem sucedidos em seus ministérios porque aprenderam a depender de Deus e reconhecem os seus obreiros aptos para lhes substituírem como assim achar por bem.

  Neste ano de 2012 estive pregando no Mato Grosso do Sul, e ao chegar naquela cidade o pastor buscou - me e nos tratou de forma brilhante. Ou melhor, vi naquele homem de Deus muitas qualidades maravilhosas, ou seja, humilde, comunicativo, solidário, sua família como a esposa e filhos excelentes pessoas. Mas, o que me chamou a atenção foi a forma de como o pastor trata seus obreiros e companheiros. É tanto que, fiquei surpreso como a Rainha de Sabá quando chegou ao reinado de Salomão, quando disse ela que viu muito mais do ouviu alguém contar. O que quero dizer com isto é que, todos líderes que sabem e tratam bem o povo adquirem para si o respeito, porque o povo não o ver com a “Síndrome do Galo”. É tanto que, pregamos no domingo num culto maravilhoso, onde Deus manifestou a sua presença. E por fim, o mesmo convocou a Igreja para estar na terça-feira, pois me escalou para ministrarmos um estudo para o povo do Senhor. 

  O Mestre Paulo disse: “Quem pensa ser alguma coisa, e não sendo nada, engana-se a si mesmo”. Meu caro leitor, por mais capacidade que temos, nunca devemos nos julgar superiores aos demais, pois desta forma é preciso que saibamos que existem pessoas que conhecem mais do que nós... e Deus usa a todos, e principalmente aqueles que aprenderam a depender DELE (CRISTO). Deus nos guarde da “Síndrome do Galo”. Cristo é o que tem que aparecer, destarte é o SOL DIVINO DA JUSTIÇA!! Aleluia.

José Roberto de Melo

É Escritor, Bacharel em Teologia, Professor e estar se Graduando em Direito pela UNIP – Universidade Paulista.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).


sábado, 16 de junho de 2012

PREGAÇÃO OU MARKETING EVANGÉLICO


    Ao ligarmos a TV somos bombeados com programas que se rotulam de “Evangélicos”, e sem contar com a manipulação daqueles que se dizem líderes. Embora que, devemos ser justos no que somos obrigados, ou melhor, há sim alguns com verdades e estão realmente difundindo a pregação do Evangelho.

    Mas, a maior parte desses programas não estão comprometidos com as verdades de Cristo. Ou melhor, não estão difundindo o sentido real desses programas, e sim, se falam de tudo, ou seja, de marketing de vendas de Livros, CDs, roupas, Bíblias para qualquer tipo de gosto, etc.

    Ora, já fizeram do Evangelho de Cristo um mercantilismo do mais baixo possível, porque se deixa de falar e ensinar as verdades da Bíblia para simplesmente massagear o ego de cristãos que nunca sequer foram a Igreja. Digo que, isto não é evangelho, e sim, inverdades mascaradas com aquilo que parece ser e não é.

    Destarte, há por trás disso muitos interesses, pois ninguém se sujeito a “Pagar horas a fios de programas” – ou gastar milhões de reais se não tivesse a certeza de lucros financeiros. Por isto digo que, não existe nenhum benefício quando se foge da lógica do evangelho, ou melhor, é claro que para se ter um programa ou espaço na mídia tem que haver investimentos. Mas, investir tirando do povo ou obrigando-o a dá é no mínimo irresponsável tal postura. Data vênia é preciso que saibamos diferenciar os tipos de programas, ou se são responsáveis em prestar contar a Igreja. O que a nosso ver seria mais preciso, ou melhor, a Igreja de forma administrativa coordenar e administrar tais feitos. Mas, como ser ver, onde ninguém presta contas do que arrecadam é no mínimo desonesta a tal atitude que alguns líderes e apresentadores desses programas fazem.

     E por fim, praticam o crime de “Estelionato” (Art. 171, Caput. Do CP). Ou melhor, pedem ou obrigam o povo a doar para tal finalidade, e é o que eles acreditam. Mas, sabemos que são desviados para proveito próprio milhares e milhões de reais, ou que se configura como crime de estelionato (engano).
   Art. 171 - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena - reclusão, de um a cinco anos, e multa.

   Ressaltamos aqui que existem muitos programas sérios, com a visão do reino de Deus, e que estão devidamente comprometidos com a Igreja. E seria uma injustiça se não excluíssemos os tais desses outros que mais estão praticando crime de estelionato prejudicando os neófitos na fé. Não podemos como servos de Cristo aceitar de forma passiva tal postura daqueles que estão ou acharam uma forma fácil de ganhar dinheiro de forma desonesta.

   Penso que, se servimos a Deus e temos a certeza de que a obra de Cristo precisa de recursos, é justo e Bíblico que contribuamos. Pois a “A Bíblia diz “quem dá com alegria” do Senhor tem o seu agrado. E não usar a ingenuidade do povo para ficarem ricos ou milionários. Não podemos citar nome de programas, mas existem alguns que não têm conteúdo nenhum, e não trazem benefício a comunidade cristão. E por que as pessoas são incitadas a contribuir, ou melhor, “Ninguém é obrigado dá o que não tem”, ou para manter supostos programas televisivos que nada trazem de benefícios a Igreja de Cristo.   

   Destarte, a nossa crítica aqui não é geral, e sim, uma exceção, porém, com agravo de que é inadmissível o povo de Deus assistir tudo sem se manifestar. Vamos contribuir com programas sérios e honestos, e que, se tenha a coragem de prestar contas perante a Igreja de tudo o que se arrecada. Com certeza o povo do Senhor no Brasil e no mundo será beneficiado com tal feito, seja Cristo Glorificado em tudo – Evangelho mercantilista não.

É Escritor, Bacharel em Teologia, Professor e estar se Graduando em Direito pela UNIP – Universidade Paulista.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

sexta-feira, 15 de junho de 2012

LUTERO E AS 95 TESES - A REFORMA PROTESTANTE

  No limiar dos anos de 1517 houve no mundo um dos fatos mais contundentes na história da humanidade. Ou melhor, história essa que trouxe uma visão maior do significa do “Reino de Deus” entre os homens.
   Destarte, a Igreja (Kata = Juntos + Hollos = Todos) “Católica”, ou melhor, termos do latim (que significa Universal). Que tanto dominava a instituição Universal Criado por Cristo, agora vivia uma condição lamentável diante de seus fiéis. Porém, com a pré-reforma tudo começou a andar para uma grande reforma que trouxe a realidade do Cristianismo e quebrasse os paradigmas controversos de uma instituição fadada ao fracasso e marasmo espiritual.
  Não obstante os problemas e lutas que Lutero enfrentou, mas não foi covarde a uma Instituição que se dizia representante de Deus na terra. Porém, com formulas humanas impostas aos neófitos e leigos cristãos que viviam sob o manto de doutrinas anti-teológicas e cheias de regras e dogmas humanos. Que serviam mais para infligir às pessoas do que conduzi-las a Deus.
  Ora, quando lemos a Biografia desse Ilustre homem de Deus, vemos que realmente Cristo tem compromisso com quem é verdadeiro. E foi dessa forma que o Dr. Martinho Lutero impôs seus pontos de vistas numa visão espiritual do que era o Reino dos céus. E a inda assim, enfrentou o poder e os demônios da terra para provar seus argumentos e convicções de fé. Denunciando o sistema nefasto e negro de uma Instituição que se dizia representante do reino de Deus na terra, todavia, envolvida nos escândalos sem precedentes. Mas, mesmo assim, não hesitou, foi fiel a Deus e ao seu chamado, e fundamentou as 95 teses que foram afixadas na porta da Catedral em 31 de outubro de 1517 (Wittemberg – Alemanha).
  Na minha visão e naquilo que acredito na Bíblia, ou melhor, no que posso me inteirar, é preciso rever novos conceitos. Ou melhor, pois como vemos, estamos indo de mal a pior com esse novo sistema de Igreja e ministério. Parece que não, mas já estão dizendo ao mal (bom) e ao bem (ruim), ou seja, se aceitando tudo o que o mundo queira nos impor como regras e condutas. É claro que não existem em parte homens como Martinho Lutero, que renunciou tudo, e inclusive o poder da Igreja para desmascará um sistema corrupto na sociedade cristã da época.
   Mas, mostrou a sua audácia diante de Deus, e não se comprou por aqueles que queriam manter o sistema sem que fossem questionados filosoficamente e teologicamente. Às vezes fico pensando que, ainda assim, nos dias de hoje o sistema mudou em parte, mas a sua aplicabilidade mudou como muda o cameleão. Todavia, hoje não há compra de indulgência, e nem que seja preciso alguém jogar no fundo do pote uma moeda, para que a “alma” seja conduzida a Deus. Infelizmente só mudou a formula, mas a conduta é a mesma, ou melhor, as coisas são tão tremendas que sabemos de fatos onde alguém tem que dá o que não tem para receber uma “bênção de Cristo”. Como disse, precisamos rever nossos conceitos diante de Deus e de sua Palavra para não sermos enganados por esses pseudos-líderes religiosos que não têm nada para nos dá, se não Deus por meio de Cristo Jesus.
   Talvez devêssemos entender que, ainda existem homens como Dr. Martinho Lutero, ou melhor, que têm coragem de enfrentar o sistema e desmascará todos aqueles que usurpam o poder da Igreja. E com isto se mantém no sistema para agariar fortunas e Status na sociedade, porém, com o espírito da corrupção. Destarte, ser cristão de verdade é ser como Cristo, é andar como Ele andou, e praticar o que Ele praticou, o contrário disso é irrelevante para quem quer entrar nos céus de Glória – Heb 12. 14.
  Não acreditamos que Deus estar abençoando uma pessoa ou sistema humano se não existe verdade. Pois, se assim fosse, seria um disparate o que nos afirma a Bíblia, pois como Ele (Cristo) andou assim devemos andar. Ou melhor, sem mentira, enganação, arrogância, soberba, e toda a sorte de corrupção que existem entre as religiões, Igrejas e ministérios. Portanto, vejamos das 95 teses apenas 24 que marcaram a história da Igreja:
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1ª Tese
Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos...., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.
2ª Tese
E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como se referindo ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.
3ª Tese
Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne.
4ª Tese
Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.
5ª Tese
O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.
6ª Tese
O papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.
7ª Tese
Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.
8ª Tese
Canones poenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas aio Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.
9ª Tese
Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema.
10ª Tese
Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.
11ª Tese
Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.
12ª Tese
Outrora canonicae poenae, ou seja, penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.
13ª Tese
Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.
14ª Tese
Piedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.
15ª Tese
Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.
16ª Tese
Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.
17ª Tese
Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.
18ª Tese
Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.
19ª Tese
Ainda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto.
20ª Tese
Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas.
21ª Tese
Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.
22ª Tese
Pensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.
23ª Tese
Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.
24ª Tese
Assim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas". 




José Roberto de Melo é Bacharel em Teologia, Escritor, Professor de Teologia Sistemática, e Graduando em Direito pela UNIP – Universidade Paulista.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

DIA DO PASTOR


  Ao dá uma analisada no facebook, vi algumas dedicatórias ao dia do “Pastor”. Boa iniciativa por parte daqueles que reconhecem a figura do pastor como algo de grande relevância à sua vida. 

 Mas, no tocante as comemorações por esse dia que ocorreu em 10/06/2012, mesmo assim, podemos louvar a Deus porque foi o Senhor que “Deu Uns à Igreja” para serem pastores – Ef 4.11-13. Todavia, chamo a atenção daqueles que acompanham o nosso blog para uma coisa que é fato comprovado no contexto da Igreja. Ou seja, é justamente o modismo que acontece, quando muitos se fizeram de pastores quando na verdade nem sequer sabem o que significa tal função. 

 Pastor não é fabricado num seminário de Teologia, ou melhor, embora que devêssemos entender que o pastor deve sim se preparar para exercer com desenvoltura o ministério que recebeu de Deus. Todavia, hoje em dia há muitos se dizendo que são pastores, ou melhor, pessoas com vida que é um péssimo exemplo para a Igreja e a sociedade. Outros são trapaceiros no que falam e fazem, sabemos de caso de alguns que vão pregar nos grandes congressos pelo Brasil. E logo sabemos as notícias de que se comportaram de forma inadequada. A esses que têm o “Titulo” e não “A Função”, não posso lhes dá os parabéns. 

  Porém, a Bíblia nos diz tudo sobre a posição ministerial de um pastor, ou melhor, casado, marido de uma só mulher, e que seja o exemplo dos fieís – I Tim 3.1-2. Ou melhor, ser pastor não é o mesmo que “Ter” o Título e não ser – Heb 5.4. Ser pastor é receber de Deus e por Deus uma chamada especial que saiba compreender o cerne do ministério a ele confiado pelo Senhor. Pastor, não é por partidarismo, ou amizade, não, e sim por vocação e chamada de Deus – Jr 3.15.

 E o verdadeiro homem de Deus chamado e vocacionado ele tem e põe o coração na Obra da qual foi designado pelo Senhor. Infelizmente, hoje se consagram pastores por causas políticas, e não por vocação ministerial. Destarte, meus parabéns para aqueles pastores que receberam de Cristo a divina chamada, e que, carregam consigo o estigma da vocação. 

 Aos nobres pastores homens de Deus, meus parabéns porque dentre os milhares que existem, “Deus aprouve” escolhê-los para exercer uma das maiores funções ou ofícios das mãos do Senhor. Seja sempre aquilo que Deus exige aos chamados, tratem o povo como nunca sendo a vossa propriedade, nunca se embriaguem com o poder eclesiástico, sejam mestres, sabendo que por causa das ovelhas (almas) darão ou prestarão contas a Deus por todas – Heb 13.17.

José Roberto de Melo é Bacharel em Teologia, Escritor, Professor de Teologia Sistemática, e Graduando em Direito pela UNIP – Universidade Paulista.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Ser sábio é ser culto


                                Ensina ao Sábio e se fará mais sábio ainda

  Alguém perguntou certa feita o que é uma pessoa culta? Alguns disseram que era alguém que possuía todo tipo de conhecimento. Porém, a sua definição vai além da posição definida.

  Dependendo o tipo de conhecimento que a pessoa possua, ela pode ser especialista, mas tudo vai além daquilo que é preciso para que alguém seja uma pessoa culta. Destarte, os grandes entendidos no assunto dizem que culta é uma forma de se adequar alguém a fatos de seu conhecimento. Todavia, saber ou estar informado de tudo é o que torna uma pessoa culta, ou melhor, ela precisa ser inteirada de tudo e possuir conhecimento na área humano.

 Mas, dentro desta linha lógica podemos definir que ser “Sábio” é ser culto... Se alguém sabe e conhece área humana e sabe discernir os fatos em pauta, ou dá destreza daquilo que conhece pode ser considerada culta.

  Quebrando certos preconceitos relativos de “Culto”, ou que não é a mesma coisa de cultura, ou melhor, não podemos confundir cultura com culto. Todavia, uma depende da outra dentro do contexto humano, mas são coisas diferentes. Ou melhor, a Etimologia de Cultura é:

 “(Do latim colere, que significa cultivar) é um conceito de várias acepções, sendo a mais corrente a definição genérica formulada por Edward B. Tylor, segundo a qual cultura é “aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade”. Wikipédia.

  Ora, toda forma de conhecimento é preciso na área humana, porém, é preciso que haja consistência quanto a tudo o que alguém possa adquirir para usufruir. Diante disso no mundo hodierno não se pode ignorar o conhecimento, portanto, uma pessoa que possua destreza tem como interagir para o crescimento em área humana. É tanto que, as grandes empresas e multinacionais estão a procura de pessoas mais preparadas, ou melhor, versadas em áreas especificas e diversas. É óbvio que alguém que tenha grau universitário poderá preencher essas prerrogativas, o que se configura exigência correta. É o que dizem alguns mestres na área que, não se pode colocar nas mãos de pessoas menos preparadas funções que exijam maior responsabilidade, e isto vem pela busca de uma pessoa apta, “Culta” naquilo que sabe e faz porque conhece.

   Ser culto é ser analista, hábil, está informado de tudo ou seja, ler jornais, revistas, livros de diversas áreas da vida, um perito, ou melhor, tem que conhecer.

   Ainda assim, não tem como não se exigir que uma pessoa culta possa externar o que conhece, e isso vem pela forma de como podemos ouvi-la. Escrevendo estas linhas, ainda assim vejo que há um preconceito relativista nas pessoas com relação ao conhecimento. Ou melhor, parece que ter ou possuir cultura no sentido intrínseco são fatos que não têm valor numa sociedade que deveria buscá-la sem que desmereça a sua impotência no contexto social.

 Dentro dessa visão, quem pode se tornar culto? Ou seja, para que saia da mesmice penso que todo aquele que queira mudar de vida. Ser culto não é privilégio dos ricos, ou de uma classe. Pois, o conhecimento está para todos aqueles que queiram adquiri-lo, e assim, tornar-nos-emos cultos. É verdade que não podemos pensar que porque alguém é culta ela está afastada do mundo e da sociedade, pelo contrário, é onde se pode coadunar os fatos da vida e extrairmos de forma que haja crescimento.

  Há uma diferença grande de quem tem cultura, seja secular ou não, ou melhor, se percebe pelo falar, e o ouvir. Não podemos ignorar os fatos, mas qualquer pessoa elevada no seu grau de conhecimento se destaca melhor, pois tudo o que faz há confiabilidade por parte de quem o admira. É tanto que, quem fala melhor, ou domina certa área da vida tem mais oportunidade. Ou seja, não estamos dizendo que só faz melhor pessoas versadas em certas áreas, mas que são diferentes naquilo que executam.
 A pessoa culta sabe discernir o que é e o que não é, ou melhor, tem consigo o poder de dominar quaisquer áreas da vida. Não obstante haver limitações, ou melhor, todos somos limitados, todavia, ninguém nunca saberá tudo. Portanto, neste aspecto é preciso que saibamos diferenciar as coisas, ou seja, fazendo com que haja uma compreensão num todo daqueles que estão em nossa volta.

  Portanto, não tenho como esgotar o tema, pois neste aspecto sou limitado, talvez os meus pensamentos também possam cooperar para a compreensão daqueles que buscam uma melhor convergência. Ou seja, há na vida coisas que aprendemos logo, porém, outras que não aprenderemos, destarte, enseja a oportunidade para que você compreenda melhor o assunto, ser culto é ser amante daquilo que aprendemos e estamos a aprender...

José Roberto de Melo

É Escritor, Bacharel em Teologia, Professor e estar se Graduando em Direito pela UNIP – Universidade Paulista.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).




terça-feira, 29 de maio de 2012

PRESBÍTERO E PASTOR SÃO OFÍCIOS IDENTICOS


I-INTRODUÇÃO. Há anos que servimos ao Senhor Deus, e pela pouca experiência e convivência no ministério constituído por Cristo, ainda assim, há fatos que nos deixam preocupado quando são tratadas “Doutrinas descabidas do ponto de vista da Bíblia”. Destarte, é a posição de alguns teólogos e pastores que são embriagados pelo poder e Status ministeriais.

  E a posição é tão ridícula que eles acham ou pensam que podem manipular o que está escrito na Bíblia, ou melhor, o que prevalece são suas posições. Pois bem, me confidenciou um determinado obreiro que, conhece alguns “Pastores amigos”. E que os mesmos são arrogantes e prepotentes com relação suas posições quanto a “Figura do Presbítero e a do Pastor”. Ora, posição esta que foge da lógica teológica, ou melhor, o erro não estar na Bíblia, e sim, nas denominações e principalmente “Assembleia de Deus”. Que por sua vez tem poucos pensadores e analistas para averiguar os conceitos preceituados pela Doutrina ortodoxa. 

 Não me venha dizer, ou afirmar, de posição denominacional, pois são fatos preponderantes nessa denominação. Lembrando que da qual faço parte, mas não sou obrigado a aceitar tais posições que na Bíblia não se confere. Ou melhor, respeitamos os denominados “Costumes denominacionais”, mas os tais não podem prevalecer acima do que a Bíblia diz. O erro se configurou desde o tempo passado quando não haviam “Teólogos Pensantes”, ou seja, era da forma de como se falavam e tudo estava bem. Então, se criou ou denegriu-se a “Figura Eclesiástica do Presbítero" de forma herética que por sua vez permanece até hoje.

  Escrevo tais pensamentos porque não posso aceitar aquilo que a Bíblia não diz... É inadmissível que uma denominação como é a Assembleia de Deus trate seus “Presbíteros” (homens de Deus) à margem da discriminação ministerial. Ressalto que, dizia o nosso Ilustre e saudoso Pastor Valdir Nunes Bícego: “Os Presbíteros de Atos dos Apóstolos eram pastores”. E o nosso nobre Pastor Dionísio Batista Dantas, também no seu Livro – O pastor e seu ministério (manual de Obreiro). “a-Se analisarmos bem os termos de Atos 20.28, vemos os “presbíteros” chamados por Paulo de Mileto e Êfeso (v.17), são chamados de “Bispos” constituídos com a finalidade de pastoreardes a Igreja de Deus, isto é, para serem “Pastores” da Igreja de Deus. E continua: “Há Igrejas na outra America onde presbítero é o pastor-presidente, o que condiz com o título de “superindententes”. A importância não está propriamente no título, mas na função. O termo pastor, na Igreja Metodista é inferior ao de bispo. Pág. 33 – O pastor e o seu ministério – Editora Geração Master – 2001.

I-A IMPORTÂNCIA DO CARGO DE PRESBÍTERO
  “É inegável que a função de presbítero é importante e sempre o foi, como podemos ver algumas passagens da palavra de Deus”.
            a-Trabalho de Paulo, e Barnabé (At 14.23).
            b-Conselho de Tiago, irmão do Senhor (Tg 5.14).
            c-Paulo faz a seguinte recomendação a Tito: (Tit 1.5 – v 7) (I Pd 5.1).
  Diante do exposto, o que leva pessoa a pensar e ter uma posição preconceituosa dentro do contexto ministerial. É um absurdo vermos tais coisas na casa de Deus, ou seja, onde algumas pessoas estão mais preocupadas nas posições eclesiásticas, ou na intenção de dizer quem é o maior, ou o melhor privilegiado. Mas, sabe por que isto ocorre, ou do porque disto? São pessoas que nunca se sentaram numa sala de aula, para aprenderem “BEM A PALAVRA DE DEUS”. E outras porque não estão “inseridas no contexto” de I Tim 3.1-6 “Neófito” que no original grego quer dizer “Inexperiente”, “não conhecedor”, “Novato”.
  Ora, o tal erro vem de longos anos, ou melhor, quando os pastores de saudosas memórias criaram essa posição que é um absurdo do ponto de vista Bíblico e Teológico. Certa feita me confidenciou um pastor que o saudoso pastor Alcebíades de Vasconcelos não consagrava “Presbítero”. Porque ele entendia que o “Presbítero” era Pastor na concepção do ofício ministerial. Destarte, o que é muito diferente dos dois ofícios ministerial, ou seja, a questão de se consagrar “Evangelistas e Pastores”. Ou melhor, são ministérios diferentes, o evangelista pela “Doutrina de Paulo” não é “pastor” – Ef 4.11-13. E de acordo a concepção do termo bucólico, (pastor, vem de pasto – que por sua vez tem a sua fundamentação na Antiga Aliança e depois na Nova Aliança). 

III-A DIFERENÇA ENTRE PASTOR, BISPO E PRESBÍTERO
     Reescrevo aqui as palavras do Pastor Dennis Allan: “No Novo Testamento, as palavras pastor, bispo e presbítero descrevem os mesmos homens (Atos 20:17,28; 1 Pedro 5:1-3; Tito 1:5-7). Eles servem em congregações locais, cuidando do rebanho de Deus.
   As várias palavras identificam os mesmos servos, mas cada palavra tem seu próprio significado. Essas variações de sentido ajudam para mostrar aspectos diferentes do trabalho dos homens que cuidam de uma congregação.
Pastor é uma palavra comum na Bíblia. Freqüentemente se refere aos pastores de ovelhas, pessoas responsáveis pelos rebanhos. Tais homens protegiam, guiavam e alimentavam as ovelhas. O Espírito Santo usou esta palavra várias vezes no Antigo Testamento num sentido figurativo, descrevendo guias espirituais. Deus é chamado de Pastor desde a época dos patriarcas (veja Gênesis 49:24-25). Salmo 23 descreve o Senhor como pastor do seu servo fiel. O autor, um pastor de ovelhas na sua juventude, descreve o carinho e a proteção de Deus para com seus seguidores. Moisés descreveu o homem escolhido para guiar o povo como pastor (Números 27:17). Infelizmente, nem todos os pastores são bons. Deus condenou fortemente os pastores egoístas que devoravam o rebanho de Israel (Ezequiel 34:1-10). No Novo Testamento, homens qualificados devem pastorear o rebanho, a congregação do Senhor (1 Timóteo 3:1-7; Atos 20:28-35; 1 Pedro 5:1-3).
Bispo vem da palavra grega episkopos, que quer dizer supervisor ou superintendente. Em 1 Pedro 2:25, se refere ao Senhor. Várias outras passagens usam essa palavra para descrever a responsabilidade de homens escolhidos para guiar os discípulos de Cristo no seu trabalho na igreja (veja Atos 20:28; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 3:2; Tito 1:7).
Presbítero (ancião em algumas versões da Bíblia) descreve alguém de idade mais avançada. A palavra é usada na Bíblia para identificar alguns dos líderes entre os judeus. No livro de Atos e nas epístolas, os homens que pastoreavam e supervisionavam as igrejas locais foram freqüentemente chamados de presbíteros (veja Atos 11:30; 14:23; 15:2,4,6,22,23; 16:4; 20:17; 21:18; 1 Timóteo 5:17,19; Tito 1:5; Tiago 5:14; 1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1). São homens de idade suficiente que tenham filhos crentes. Necessariamente são alguns dos mais maduros dos cristãos na congregação. Usam seu conhecimento e experiência para servir como modelos e ensinar o povo de Deus. Pastores, bispos e presbíteros não são três ofícios diferentes, e sim três palavras que descrevem aspectos diferentes dos mesmos homens. Igrejas que procuram manter distinções entre pastores, bispos e presbíteros não somente fogem do padrão bíblico como também perdem a riqueza das palavras que o Espírito Santo usou para descrever os guias do povo de Deus”. Por Dennis Allan.
 
Destarte, vejamos o que nos afirma a “BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL” – Edição CPAD 1995  pág. 1814-1815 sobre O Dons Ministeriais para a Igreja:

   “E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores” – Ef 4.11.
   Não vou me ater em todos os pontos característicos do ministério, mas apenas dentro do que estamos tratando, ou melhor, a questão é, Pastores.
  “Pastores – Os pastores são aqueles que dirigem a congregação local e cuidam das suas necessidades espirituais. Também são chamados “Presbíteros” (At. 20.17; Tit 1.5) e “Bispos” ou supervisores (I Tim 3.1; Tit 1.7).
  A Tarefa do pastor é cuidar da sã doutrina, refutar a heresia (Tit 1.9-11), ensinar a Palavra de Deus e exercer a direção da Igreja local (I Ts 5.12; I Tim 3.1-5,), ser um exemplo da pureza e da sã doutrina (Tit 2.7-8), e esforçar-se no sentido de que todos os crentes permaneçam na graça divina (Heb 12.15;13.17; I Pe 5.2)”. Ora, diante dessa posição do comentarista da Bíblia de Estudo Pentecostal podemos afirma que há uma discrepância “Teológica” nas Assembleias de Deus. Ou melhor, alguns para diminuir a posição ministerial do presbitério dizem que o “cargo de Presbítero” é local, e o do “Pastor” na concepção da palavra não o é? Se a função ou “Ofício” é o mesmo, então, logo não tem de que se falar. Todavia, não podemos ir contra a posição Bíblica, ou melhor, o próprio comentarista da Bíblia de “Estudo Pentecostal – Edição CPAD” Dr. Donald C. Stamps afirma que o Presbítero é na concepção da palavra pastor. E com isto, refutando a “Heresia” criada pelos pastores arrogantes e prepotentes. Me desculpes os nobres “Evangelistas” os quais respeito suas posições ministerial que, na concepção da palavra, não são pastores. E analisando bem esse contexto é que, o próprio ministério quebra uma regra Bíblica, achando que está fazendo o certo, ou melhor, se não são pastores significa que hierarquicamente estão numa posição menor do que “O presbitério” pelo fato de que a expressão não coaduna do grego a mesma coisa, isto é, Pastor (Presbítero) são ofícios idênticos, e evangelista não. 
 
I Kefa (I Pedro 2.25) “Pastor” – no grego poimên. “Que cuida de vocês”. O Termo episkopos significa “aquele que supervisiona”, por isso, “supervisor, examinador”. O termo “Bispo” simplesmente translitera o grego. Nas denominações cristãs que os possuem, o trabalho dos bispos é supervisionar o trabalho dos pastores (presbíteros) das congregações locais. Mas no Novo Testamento, bispo, pastor e anciãos era usados mais ou menos intercambiavelmente; Veja I Tim 3.1. “Que cuida de vocês” é uma tradução literal, mas a forma hebraica de pensar, ou a forma de Kefa (Pedro) pensar, não separa as almas das pessoas; portanto, dizer que Yeshua (Jesus) vela por sua alma significa simplesmente dizer que ele vela por você”. – Ref. Comentário Judaico do Novo Testamento pág. 815 e 816 – Edição Templus (Editora Paulista Ltda. Editora Atos – 2008. Bibliografia: STERN, David H

  Portanto, mesmo que alguns procuram ou são arrogantes quanto ao que a Bíblia diz, precisavam fazer uma reciclagem ou ir aos bancos de uma Escola ou Faculdade de Teologia. Para não sair por ai falando o que não tem certeza, ou melhor, que queiram ou não, quem Dá “Pastores (Presbíteros) a Igreja é Deus. O homem chamado por Deus não se torna presbítero ou pastor no ato da consagração, e sim, porque já foi e é chamado e vocacionado por Cristo como dom à Igreja do Deus Vivo – Jr 3.15; Ef 4.11-13; I Pe 3.1-5).

Mesmo sabendo de tudo o que há expresso na Bíblia, é preciso que saibamos que diante de Deus todos somos “Servos”. Ou melhor, quem pensa ser ou se julga o maior e melhor porque possui uma posição de pastor, evangelista ou presbítero deve saber que lá no céu não tem lugar. Porque lá no céu “O Sumo-Pastor” O Grande já está por lá só esperando os que estão debaixo do julgo suave de Cristo. Em suma, todos somos servos, e Ele é o Senhor.
 
José Roberto de Melo
É Escritor, Bacharel em Teologia, Professor e estar se Graduando em Direito pela UNIP – Universidade Paulista.

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sábado, 26 de maio de 2012

NOVAS MUDANÇAS NO ENEM


   Em 2012 haverá mudanças na forma da aplicação do exame do Enem, algo que fora criado para facilitar o acesso daqueles alunos que pretendem cursar uma Faculdade. Mas, nestes últimos anos têm havidos alguns impasses com relação ao exame (Enem), ou melhor, estamos como se fossemos amadoristas na Educação.
Penso que se é para o bom desempenho do exame e facilitar a vida daqueles que esperam entrar na faculdade, não vejo problema na mudança imposta pelo MEC (Governo Federal). Mas, o que não consigo entender é a forma de como eles impõem a aplicação do exame, ou melhor, parece que os culpados pelos problemas são dos milhares de Estudantes.

  Todavia, houve uma mudança na troca dos senhores (Ministros da Educação) que antes era o Sr. Haddad, que fez um bom trabalho, mas a população achou que faltou algo a mais. E para seu lugar entrou o Sr. Ministro Mercadante que por certo também é muito competente. E toda a sociedade espera que o novo ministro cumpra com suas devidas obrigações, ou melhor, trazendo com isso uma transparência no que concerne o Exame do Enem. É óbvio que, houve uma mudança e é o que se espera, e, principalmente a Excelentíssima senhora Presidenta da República Federativa do Brasil (Dilma). Ou melhor, se queremos que o nosso País seja realmente de primeiro mundo, que primeiro devemos dá prioridade à Educação.

  Com políticas justas à educação, ou seja, investindo muito nos professores, sejam eles da educação primária a de grau Superior. Penso que, se existe uma classe de profissionais que devem ganhar muito bem são os mestres (as). E sou obrigado escrever aqui o que penso, pois se paga mal aos professores que amam “Educar” as crianças, jovens, e adultos. Ora, se investem em obras faraônicas como agora que se fala na Copa do Mundo, ou melhor, parece que o mundo gira só em torno de Copa, Olimpíadas, etc. Não, é bom tudo, pois se geram investimentos para o crescimento econômico do Brasil, mas nada pode substituir o insubstituível, ou melhor, “Educação, Saúde e Segurança Publica” são prioridade num País que quer um lugar permanente no “Conselho da ONU”.

  Dentre as novas mudanças no exame do Enem, vi que exigi-se algo inadequado do ponto de vista estudantil. Ou melhor, qual o problema que existe quando se vai fazer uma prova em levar os utensílios que fazem parte corriqueira na vida do estudante, é o caso do “Lápis, borra, e canetas”. Será que isto são empecilhos para se fazer uma boa ou má prova? É claro que, no edital todos os alunos devem saber que não se pode responder a prova de lápis ou rasurá-la. Então, do ponto de vista educacional não vejo algo tão diferente. Porém, isto é um paliativo para mostrar a sociedade que tudo estava errado e que agora vai dá certo.

   Destarte, aos caros alunos que estão se preparando para enfrentar o Enem neste ano de 2012, procurem se atualizar em assuntos relacionados aos dias de hoje. Ou melhor, leiam assuntos dos mais diversos temas, pois vocês terão como redigir uma “Redação” bem estruturada dentro daquilo que se pede. Já que a maior forma de pontuação sempre foi no aspecto da “Redação”. Aprendi que, para se desenvolver uma redação, é preciso que você esteja bem informado, ou melhor, de diversos assuntos como: políticas, religiões, segurança pública, eleições, as mudanças no clima do planeta terra. Um pouco de filosofia é importante para o aluno, embora que alguns não gostem da matéria, mas é preciso. Não se consegue uma ótima ou excelente nota no exame do Enem ou qualquer vestibular senão pelos conceitos da informação, ou melhor, a comunicação é prioridade na vida de quem quer tirar uma nota dez.

Autor

José Roberto de Melo

Escritor, Professor de Teologia e Graduando-se em Direito Pela UNIP – Universidade Paulista – SP.