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domingo, 29 de abril de 2012

A TEORIA E A PRÁTICA NO MINISTÉRIO PASTORAL


Introdução
  A prática é tudo aquilo que se faz com o conhecimento teórico, ou melhor, a teoria é excelente, mas não dispensa a prática porque ambos devem convergir resultados esperados.
   No ministério pastoral as coisas devem andar para tal convergência, ou seja, não adiante se ter a prática se desconhecemos a teoria. Ora, uma não pode viver sem a outra, mas na lógica a teoria é a primeira que deve vir. Então daí, vamos tentar expor algumas verdades para o bom desenvolvimento do ministério pastoral, pois há muitos obreiros e pastores que ganharam o “Titulo de Obreiros”, mas estão equivocados quanto ao desenvolvimento ministerial.

I-A Teoria não dispensa a Prática
  Diante de tudo o que expomos há inverdades no contexto eclesiásticos, ou melhor, quando o ministério visando seus interesses coloca pessoas “Neofitas” – Inexperientes para exercerem funções de auta-responsabilidade, ou seja, sem olhar as consequências. Destarte, não se mede a capacidade de uma pessoa pela sua fisionomia, ou que ela seja velha ou nova. Embora que, a inexperiência visa coadunar com a juventude, ou melhor, quem é experiente hoje não o era ontem. Portanto, se devem analisar os fatos de acordo com a ocasião.

 Tenho observado que há Igrejas e ministérios que deixam de investir num obreiro potencial para investir em outros que nem sequer sabem o que estão fazendo. Ou melhor, é o obreiro inexperiente, novato e inseguro daquilo que está fazendo. Ou melhor, quando isto ocorre quem sofre é a Igreja, os membros porque se transmite insegurança perante a comunidade cristã. Essa questão é tão séria do ponto de vista eclesiástica olhando num prisma mais aprofundado à questão, é inadmissível que isto ocorra nas Igrejas mais tradicionais são elas: (Batistas, Presbiterianas etc).

 Em suas visões eclesiásticas elas olham menos para a visão mística, ou melhor, deixam de espiritualizar tudo, mas conseguem entender o espiritual com material. Ou melhor, não misturam as coisas, é o contrário do que fazem algumas denominações que não se preocupam com o espiritual e nem com o material, ou seja, espiritualizam tudo.

 E quando isto acontece, é onde erram, porque deixam de dá o devido valor a causa justa para somente olhar seus interesses. E tudo aquilo que é feito sem objetivo ou consciência a comunidade não é bom, porque não se interessam com o bem-estar da Igreja, ou seja, se coloca qualquer obreiro leigo e tá tudo bem. Não importa o que ele vai fazer e como fazer, o que importa é no final do mês o relatório financeiro. Destarte, se troca uma dúzia por meia, e a Igreja vai perdendo seu referencial eclesiástico porque não existe o consenso por parte de quem deveria tê-lo. Portanto, a prática sem a teoria não funciona e nunca funcionará, pois ambas precisam está inseridas no contexto eclesiástico.

II-O que fazer para que a visão retrógada mude?

   Alguém bem disse: “A ignorância é falta do bom senso por parte de quem não quer o conhecimento”.
    É triste e lamentável quando no pleno século XXI, haja pessoas no trampolim da ignorância. Ressaltamos que a expressão “Ignorância” aqui não é no sentido pejorativo, e sim, no sentido de que quem não sabe e nem conhece vive no marasmo da ignorância. Destarte, Jesus Cristo nos trouxe toda forma de conhecimento, depois dele vieram os apóstolos e em consequências outros deram prosseguimento a sua Obra. Mas, não deixamos de obtermos o conhecimento, e com ele a prática que são indispensáveis para quem quer crescer e produzir para o reino de Deus.
   Ora, pastores e obreiros que se apegam ao título eclesiástico e pensam que estão por cima e querem passar a impressão que são donos da verdade, são no mínimo desrespeitosos. Porque não conseguem ser verdadeiros, e isto se configura falta de “Teoria” (Conhecimento). E isto não se adquire de uma noite pra o dia, mas com dedicação e esforços. Ou seja, lembrando que a prática sem a teoria é algo sem sustentação, e há um desequilíbrio para o bom senso do ministerial eclesiástico. 

III-Um ministério sustentável visa a teoria e a prática

  Paulo disse a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como Obreiro que não tem de que se envergonhar, mas que maneja bem a Palavra da Verdade” – II Tim 2.15.
 Às vezes fico pensando por que há tantos Obreiros, mas são devidamente despreparados do ponto de vista teórico e prático. Não estou com isto sendo injustos, pois há muitos que são preparados, dedicados, e possuem conhecimentos teóricos e práticos.  Talvez você esteja questionando e até mesmo não concordando comigo, o que se configura um direito de cada um. Mas, se admitir certos tipos de obreiros no rol do ministério sem nenhuma preparação por mais simples que seja, é lamentável. 

  Obreiros que são leigos de tudo, ou melhor, não possuem nem destrezas para conduzir um culto no templo. Não sabem apresentar um visitante, fazer um casamento, dá um conselho a um determinado casal, e nem conduzir bem a Igreja. Em parte não os culpo, e sim, seus responsáveis, pois há pastores e obreiros que estão dentro de seus gabinetes só contando dinheiro e querendo saber o saldo de suas contas e nada mais. Pois não há nenhuma preocupação sobre o obreiro que está lhes representando, ou invés de investir nesses companheiros para melhor servirem a Deus e a Igreja.

  Destarte, para que se aprove um obreiro leigo, antes de tudo é preciso que se invista no mesmo. Ou melhor, dessa forma adquirirá “Teorias versos Conhecimentos”, então daí será um obreiro devidamente aprovado para toda obra designado pelo ministério. Diante do exposto, vejo que há uma exigência por parte de Igrejas e ministérios que seus obreiros estudem. Não resta dúvida quanto a boa intenção, mas cabe a Igreja dá condições para de quem é exigido tais prerrogativas. Pois as vezes o obreiro não possui grau de escolaridade, ou melhor, não possui a capacidade ler e escrever, terá dificuldade em qualquer sala de aula. Digo assim, porque me deparo na sala de aula com alguns alunos que têm certas dificuldades de ler e entender determinados textos. Mas, ao contrário disso, erramos quando colocamos tais pessoas a frente de determinados trabalhos, ou melhor, são limitados em tudo, e principalmente no que concerne a Bíblia. Ou seja, como as tais irão ler e expor um texto Bíblico se não conhece e nem sabem interpretar passagens de difíceis interpretações, ou entendimento. Digo que, o pastor como um líder orientador, acima de tudo deve ter visão eclesiástica, ou seja, nunca expor as pessoas ao ridículo, pois vejo dessa forma tais comportamentos no contexto da Igreja.

  As pessoas são Dignas de respeito, portanto devem ser conduzidas de acordo com suas capacidades. Ora, se há intenção de se investir nelas, que primeiro se dê condições necessárias, e depois as coloquem para exercerem suas funções para o bem estar da Obra de Deus. Um obreiro aprovado é aquele que tem como princípio a Bíblia, e que dela e por ela busque aquilo que Cristo quer nos revelar. Sendo que, também se esforce para adquirir outros conhecimentos, e com a prática expor as verdades de Cristo Jesus.

  Portanto, a teoria é importante porque faz com que enxerguemos a prática, ou melhor, sem as duas não há como chegarmos num consenso. Que ao ler esta tese você possa extrair o que concorde, mas não esqueça se esforçar para por em prática tudo aquilo que adquirires segundo as verdades de Cristo Jesus – O Verbo de Deus (Lógos) – Jo 1.1-3.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).
           

sábado, 28 de abril de 2012

O DIREITO DE EXPRESSÃO AMEAÇADO POR GRUPOS SIMPATIZANTES


         Temos observado que há muito tempo grupos estão se reunindo para nos calar, ou melhor, com ideias preconceituosas. Mas, diante de tudo o que ocorre ainda assim, há alguns que estão na omissão, ou melhor, não estão dando nenhuma importância a essa contextualização no meio evangélico. Principalmente quando se trata de grupos exclusivistas, ou seja, com ideias que ferem os princípios éticos e cristãos. Não podemos diante de tudo nos acovardarmos, pois temos a Bandeira ensanqgeuntado do Calvário a qual nos é a maior referência de quem prima pela Justiça de Cristo.

         Ora, diante de tudo o que existe é preciso que os líderes evangélicos se conscientizem de que a nossa luta não se combate apenas pela vias místicas, ou melhor, quando alguns diante dos fatos que se configuram perseguições religiosas não fazem nada. Ou melhor, tudo espiritualizam, ou seja, levando o povo a acreditar de que só podemos orar e nada mais. O que ao meu ponto de vista vejo como um ato de covardia religiosa, ou seja, penso que ao invés de ficarmos atrelados em quatro paredes falando de doutrinas extrabíblicas, precisavamos rever tais conceitos desses grupos enfiltrados na política para criarem leis que venham contra os princípios da família e dos bons costumes. 

       É a questão de que todos já conhecem, ou melhor, da PL 122, onde um grupo de deputados em Brasilília DF querem criar a "Lei" que pune qualquer pessoa que discrimine os homossexuais, ou melhor, alguns querem dizer que a Bíblia é um livro homofóbico. Ou melhor, acreditar nisto é usurpar a Palavra de Deus, dizemos que tais grupos a cada ano e movimentos criam forças para coagir o "Congresso Nacional" a aprovar a citada Lei (PL 122). E com isto, senhores que estão lendo este texto que lhes escrevi, eles querem rasgar a Constituição Federal e como também os Direitos Humanos, onde há explicitos textos que outorgam a cada cidadão o direito de expressar o que pensam.

       Diante de uma lamentável notícia dessa magnitudade como heveremos de agirmos, ou vamos ficar cantando e olhando a banda passar? Destarte, ao invés de ficarmos pensando e discutindo posições Eclesiáticas em Convenções e Congressos é hora de agirmos, ou melhor, com a força que Deus nos deu, mas também agirmos pelas vias legais e exigirmos os nossos direitos como cidadãos dessa amada Pátria chamada Brasil. É dever de qualquer cidadão ser e ter seus direitos respeitados, mas não significa que todos nós devemos aceitar suas preferências sexuais. Ou seja, se querem viver do modo como escolheram que vivam, mas respeitem a posição da Igreja e fazendo assim estarão respeitando os demais direitos de todos os povos. Dizemos que todo homem é digno, desde que, sua dignidade seja respeitada sem que haja lesão moral a de outrem. Nós os cristãos, somos por Deus ordenados a amarmos se possível até os nossos inimigos, e por que não haveriamos de amarmos quaisquer que sejam humanos? Penso que este mundo precisa refletir seus valores éticos e morais, ou melhor, que cada um saiba viver e assim cumpriremos os mandamentos de Deus. Ou melhor, não posso destratar qualquer pessoa se sou igual humanamente falando a ela, embora não aceitando o que elas fazem se não for ético e moral do ponto de vista social e cristão. 

         Não é razoável que as Convenções de Igrejas e Ministérios se reunam para discutir o que já sabemos e vivemos no dia a dia. Ou melhor, enquanto os mandantes de Igrejas e ministérios com posturas vaidosas se reunem para discutir políticas religiosas, lá no Congresso Nacional há uma tremenda correria para que se criem leis para impedir o crescimento das Igrejas. Ou não é verdade o que escrevo aqui? Ora, se houver leis coercitivas para impedir que preguemos o evangelho de Cristo como há na Bíblia, o que iremos esperar? Ou vamos à Igreja e fazer de contas de que tudo está bem? Não, não podemos nos omitirmos diantes dos fatos que são realidades incontestáveis a marcha da Igreja de Cristo na terra. Ora, saindo um pouco da visão mística, vamos para a prática, ou melhor, de forma que todos entendam bem o que queremos dizer. Se há pessoas mal intencionadas na questão de perseguir a Igreja de Cristo, Brasileira, que tão somente usemos os meios favoráveis a nós como direitos sacramentados pela Constituição, ou seja, que é o "Direito da Liberdade Religiosa". Ou melhor, se há o Direito de "Culto" que sejam respeitados, todavia, a liberdade "Religiosa já nos outorga" ou direito de expressarmos o culto a qualquer divindade sem sermos incomodados. Ou seja, não é um grupo ou minoria que vão nos calar diante de tais comportamentos, e se isto vier acontecer é preciso que haja uma posição séria por parte do poder Constituinte, talvez eles querem rasgar a Constituição Federal imponde suas posições. Creio que isto não ocorrerá, pois lá no Congresso Nacional existem homens de Deus que jamais irão admitir tais coisas, ou seja, que ferem os princípios da éticos da Igreja e da família.
É proibido a reprodução desses escristos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte - Direito autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).



terça-feira, 24 de abril de 2012

CÓDIGO PENAL E MUDANÇA DA LEI QUE INCRIMINA O ENRIQUECIMENTO ILÍCITO - PASTORES, APÓSTOLOS E BISPOS SE CUIDEM!!


   Tramita no Congresso Nacional um projeto de Lei para alterar o Código Penal que Incrima todos aqueles que sem causa justa se enriquecem. Ou melhor, dentre as demais reformas que ocorrerão, a incriminação por tais práticas de enriquecimento é uma das que está no projeto de lei. 

    Ora, segundo o que a imprensa já noticiou a coisa e séria do ponto de vista da transparência. Ou melhor, hoje não se configura como crime alguém adquiri bens materiais e não dá nenhuma explicação mesmo caindo na malha fina. É tanto que, com isto alguns fazem a farra do boi gordo, ou seja, não dão explicações daquilo que adquirem ilicitamente. Mas, o projeto de lei vem para mudar essa realidade que se alastrou no Brasil e com isto se alguém for pego e não comprovar a origem de seu enriquecimento irá para cadeia com cinco anos de detenção caso o projeto de lei passe pelo Congresso Nacional.

    E diante disso, logo pensei naqueles pastores, bispos, e apóstolos de Igrejas etc. Ou melhor, quando existem vários por todo esse Brasil se aproveitando da ingenuidade de seus membros adquirem fortunas sem que haja nenhuma explicação. Creio que se esse projeto de lei vem para aferir funcionários Públicos que não comprovarem enriquecimento, com certeza isto também afetará Igrejas e Ministérios, e principalmente pastores que se enriquecem sem dá explicações a sociedade. Destarte, não se configura como perseguições, mas se a lei é pra todos que cada um se adéquem a mesma. 

    Destarte, não entram nesta questão aqueles servos de Deus que tem uma vida ilibada, mas a lei é justamente para aqueles que usam e abusam de suas prerrogativas e fazem da “Religião” uma forma de se enriquecerem. Ora, todos nós fomos sabedores de escândalos de pastores, bispos e apóstolos envolvidos com o dinheiro de suas respectivas Igrejas e ministérios. É tanto que, a imprensa e mídia noticiam com a intenção de denegrir a Imagem de todas as Igreja e ministérios por causa das condutas desses líderes que mais são mercenários que fazem de tudo para arrancar o dinheiro do povo.  
       É tanto que, sabemos de histórias de pastores e bispos que são milionários, possuem fazenda de gados, chácaras, apartamentos de coberturas que valem aproximadamente 2 a 5 milhões de reais. Ou melhor, se isto é adquirido de forma ilícita se configura enriquecimento ilícito e será punido como crime. Ora, não venha me dizer que pastores ou bispos e apóstolos que vivam da Obra, ou caridade da Igreja conseguem fortunas nessa magnitude. Então daí, com a reforma do Código Penal tudo isto irá mudar, ou melhor, ninguém está privado de não ficar rico ou milionário, mas desde que comprovem a origem de seu enriquecimento. E no meu ponto de vista, isto jamais acontece na Igreja e pode ser provado, ou melhor, não tem como o pastor, o bispo, e o apóstolo provarem que ficaram ricos ou que possuem fazendas de gado, apartamento de coberturas, etc, com salários doados pela Igreja e ministério. 

            Sejamos coerentes à questão em pauta. Onde já se viu que alguém não tinha nada, e em pouco tempo aparecem donos de sei quantos apartamentos, fazendas, carros importados, e o mais incrível é que eles para esnobar compram carros importados que custam fortunas para a realidade Eclesiástica. É as coisas estão mudando de figura, e quero ver o que esses pastores irão fazer para comprovar tudo o que possuem sem nunca trabalharem, a mudança do Código Penal irá mexer com muita gente no Brasil. 

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

           
           


quinta-feira, 12 de abril de 2012

ERROS QUE SE COMETEM NOS PÚLPITOS DAS IGREJAS


Introdução 
           Parece que não, mas no dia a dia nos deparamos com fatos que nos deixam estarrecidos, ou melhor, quando há alguns pregadores cometendo as mais absurdas gafes em cima de nossos púlpitos sem que vejam as consequências.
           Em primeiro lugar é a falta de preparo, ou do domínio de saber expor um sermão. Algo que não é fácil, mas isto se adquire com a prática, ou melhor, um sermão não se prega sem antes tomar o conhecimento do mesmo. Onde ministro aulas de Teologia, e em especial a matéria de “Homílética” procuramos passar aos alunos aquilo que realmente é prático.
         Mas, talvez paire a dúvida em muitos pregadores, ou seja, quando perguntam a si, como e quando estou indo bem num sermão? É claro que, há muitos tipos de pregadores e ensinadores, porém, cada um tem o seu estilo de pregar. Outros não atentam para tais conceitos, ou melhor, de averiguarem se realmente estão sendo ouvidos no momento da preleção. Teço aqui um comentário que talvez não vá agradar a alguns, ou melhor, é a forma de como eles se portam em cima dos púlpitos de suas Igrejas. Ou seja, cada pregador deve saber que a pregação começa no momento em que estamos na Igreja, (Templo) adorando a Deus no culto. Partindo desse pressuposto, vamos analisar alguns pontos que vejo que sejam razoáveis no que tange a questão: 

1-SE ERRA, quando improvisamos o improvisável, ou melhor, pregar ou ensinar é algo de grande excelência, portanto, não devemos improvisar o que jamais Deus irá aprovar. Ou seja, a Palavra de Deus é Infalível, e Espiritual, portanto, improvisá-la é deixá-la para o segundo plano. Infelizmente, existem alguns pregadores que não leem a Bíblia, nem oram quando vão usá-la, então, o resultado se ver nos púlpitos, mensagens sem vida, graça e esperança para aqueles que vão ao templo para ouvir a voz de Deus e serem edificados. A ideia de que Deus recebe tudo ainda existe na mente de muitos cristãos desprovidos de conhecimentos Bíblicos.

      2-SE ERRA, quando citamos muitos versículos, ou seja, até podemos citá-los, mas citar versículos sem a contextualização da mensagem é como tapar o sol com a peneira. Conheço alguns pregadores que citam muitos versículos, é bom e mostra certo domínio de memória, mas não é o suficiente numa pregação. Pois, numa pregação devemos saber que não podemos expor uma verdade Bíblica Teológica se não houver o aparato de sua fundamentação. Ou seja, a “Exegese” é a fundamentação para que se chegue num senso de compatibilidade daquilo que expressamos, ou melhor, tudo deve caminhar para uma coesão.
          Devemos saber que a preleção Bíblica é como fazer uma redação, ou melhor, você tem o texto (a Bíblia) e o tema. Destarte, tudo deve girar num mesmo sentido, ou seja, não podemos misturar as coisas e os fatos, sendo que a mensagem deve ter um único sentido, trazer a edificação daqueles que nos ouvem.

          3-SE ERRA, quando somos tentados a dizer o que Deus nunca nos autorizou que disséssemos. Tem muitos pregadores dizendo o que Deus nunca lhes permitiu, ou melhor, alguns se acham os profetas da vez e começam a fazer algo que só trará prejuízo a Igreja e ao seu pastor. O bom é ficarmos na direção de Deus, e tão somente deixar que Ele nos use, mas fazer o que não existe na Bíblia é no mínimo suspeito tais comportamentos. Não seremos mais ouvidos se usarmos dessas formas, mas quando as pessoas percebem que Deus está nos usando para sua Glória.

           4-SE ERRA, quando substituímos a Bíblia. Ou melhor, parece que não, mas a Bíblia já deixou de fazer parte da vida da Igreja. Pois com esses movimentos religiosos e cheios de heresias, a Bíblia deixou de ter seu lugar, e se não tem lugar é claro que quem vai falar é o homem, e não Deus. O caso é extremamente grave, pois nas Igrejas mais tradicionais que deveriam dá o exemplo já entraram por tais caminhos. Portanto as provas são incontestáveis, ou seja, crentes que só gostam de movimentos religiosos, pois são aqueles que querem ouvir o homem e não a Deus. E na verdade o que se ver são cristãos neófitos, e totalmente desprovidos das verdades absolutas do evangelho de Cristo.

           5-SE ERRA, quando se omite a mensagem Bíblica, parece que não, mas tudo o que contrario a Deus é pecado, inclusive o da omissão. Ou seja, deixar de fazer o que deveria e não o faz também se comete a omissão. O que queremos dizer com isso, é a negligência de muitos pregadores que deixam de pregar a mensagem de Cristo, e com tal postura omitem aquilo que Deus determinou em sua Palavra (Jr 23.23-24). Não pregamos e nem ensinamos porque ou pensamos que somos meros profissionais de púlpitos, embora que, alguns pensam assim. Mas, sejamos conscientes de que Deus nos chamou para que as suas verdades alcancem os corações aflitos e sedentes de Paz e segurança.

          6-SE ERRA, quando numa pregação pensamos que aquilo que falamos é propriedade nossa, mas não é assim, tudo o que fazemos e somos pertence somente a Deus, é tanto que, o Salmista disse no (Salmo 103.1-3) “Tudo o que há em mim bendizem ao seu santo Nome”... Há um estrelismo muito grande por parte de alguns pregadores, pois os tais se acham importantes, ou melhor, pensam que eles são os melhores ou que Deus só usa-os. Não, jamais isto deve perdurar na vida de um homem chamado pelo Senhor, ou melhor, devemos reconhecer e saber que tudo o que somos pertence a Deus, e que simplesmente somos vasos de barro nas “Mãos do Oleiro – Deus é Esse Oleiro”.

         7-SE ERRA, quando nos portamos de forma deselegante, todavia, há faltas de posturas por parte de alguns pregadores. Pois os tais não sabem nada de ética, ou de etiqueta, todavia, aquilo que a princípio deve ser transparente se torna uma coisa sem lógica. Ou seja, a postura do pregador num púlpito é de grande importância para o contexto social da Igreja, ou melhor, a postura é como um cartão de visita. Todavia, as vezes observamos alguns se portarem de forma totalmente fora daquilo que deve ser, ou que seja de forma que o nome de Cristo venha ser glorificado. Você não deve pensar que as pessoas não veem tais comportamentos, porém, há sim, olhos atentos a tudo o que fazemos ou nos apresentamos dentro do templo.

        8-SE ERRA, quando há aquele ar de grandeza por parte de alguns, ou melhor, existem pregadores e líderes que eles se embriagam com o poder. Ou melhor, quando estão nos bastidores da vida tudo é normal, ou seja, considera todo mundo, tudo é natural do ponto de vista social. Mas, quando assumem o púlpito de suas Igrejas se muda de figura, ou melhor, a ponto de os membros ficarem até mesmo estarrecidos com a compostura de seus líderes e pregadores. Todavia, os tais esquecem que O Grande, O Perfeito, O Maior é Somente Deus, e que nós os humanos não passamos de servos. Mas, infelizmente esse é o estigma que se encontra na vida de muitos pregadores da atualidade. Se orgulham porque são pastores, evangelistas, ensinadores, etc. Ou melhor, se apegam mais a suas posições do que em servi a Igreja de Deus com simplicidade que há em Cristo e com isto acham os tais que estão agradando ao Senhor.

           9-SE ACERTA, quando reconhecemos que diante de Deus somos apenas pó e cinza, e que nossa vida depende somente da Grandiosa Graça de Cristo. E que todos nós que somos vasos de “Barro” devemos cair nas mãos do Oleiro (Deus) para que Ele pegue-nos e refaça-nos de novo um vaso para a sua Glória. Ora, por mais que saibamos ou dominamos fatos na vida, mesmo assim, a Grandeza e a Glória pertencem somente a Cristo, ou será que não somos inteligentes para sabermos discernir isto? Ou melhor, todo “aquele que pensa ser alguma coisa e não sendo nada, engana-se a si mesmo”, disse o mestre Paulo. Uma coisa aprendi na vida é que, não somos nada, quando achamos ou pensamos que somos, mas somos tudo quando não achamos e nem pensamos que somos, então diante disso é Cristo quem aparece na nossa vida e assim O Glorificaremos... Pregadores e pastores, nunca pensem que suas pregações ou ensinos são os únicos, pois se pensas tais coisas é porque há orgulhos e soberbas de forma intrínseca nos vossos corações. Tão somente glorifiquemos a Cristo pela Grandeza de sua Palavra, e que por meio dela sejamos íntegros no ministério que recebemos de sua parte – II Tim 2.15. Jr 23.23-24; Jos 1.8-9.

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terça-feira, 20 de março de 2012

A OMISSÃO TEM LEVADO A IGREJA AOS ESCANDALOS


   Não resta dúvida, se Cristo vivesse pessoalmente entre os homens, com certeza Ele reprovaria a conduta de supostos líderes religiosos. Ou seja, é lamentável que esses tais se intitulam de líderes, acham que podem fazer o que as pessoas veem e não dão satisfação de nada a Igreja, ou seja, a falta de respeito àqueles que vão à suas Igrejas em busca de uma palavra de consolo, esperança e paz.
  Ora, quem já se viu que para você alcançar uma benção da parte de Deus você tem que se submeter às práticas de liturgias que parecem mais um ritual de cunho inapropriado do que um encontro espiritual com Deus. Destarte, é o que se ver na mídia, ou melhor, expressam tudo, menos os conceitos de Cristo e do evangelho.

  Já falei e escrevi que os tais líderes não conhecem a Bíblia, ou melhor, nem conhecem a base teológica que é o mínimo que deveriam. Pois a situação é tão esdrúxula que eles conseguem usurpar os textos Bíblicos, ou melhor, com tendências maléficas para ludibriar aqueles que não sabem de nada sobre a Bíblia. Dessa forma, penso que, a “Liberdade Religiosa” preceituada pela Constituição Brasileira em parte desmoralizou a Essência da Religião, ou melhor, se perdeu o verdadeiro sentido daquilo que é expresso pelo Evangelho pregado por Cristo e os apóstolos.

  Digo que, não podemos confundir “Liberdade Religiosa” com o desmando que há nos dias hodiernos, ou melhor, vivemos num Estado laico, ou seja, onde o estado não pode interferir na Igreja. Ou seja, alguém ou alguns se achando resguardados por tais princípios se acham no direito de fazer o que estamos presenciando no Brasil. Ou melhor, se abusa em nome da religião, e se praticam atos que até ferem os princípios da dignidade da pessoa humana. Igrejas que andam assaltando as pessoas, isso mesmo que você está lendo, líderes que já estão milionários com a prática de extorquir aqueles que nem tem dinheiro para o seu sustento e de sua família. Mas, em parte a culpa são daqueles que se finge que não querem admitir que estão errados, ou melhor, é aquela velha estória, “sei que finjo que não sei de nada”, então, admite toda sorte de aberrações que estamos presenciando na “Televisão”.

  Na verdade, a culpa é nossa, pois quando se omite a Palavra de Deus tudo acontece no contexto da Igreja. E o pior disso é assistirmos de camarote as práticas de aberrações, ou melhor, podemos dizer da menor a pior posição contraditória. Ora, eles usurpam a Bíblia a seus moldes, ou tudo o que não existe na Bíblia eles inventam e pregam menos o que realmente existe e que deve ser pregado.
 No entanto, às vezes criticamos tudo e todos, mas as práticas de abusos de supostos líderes só não acontecem nessas Igrejas, por que não admitimos que debaixo do nosso nariz ocorre o mesmo. Ou seja, não existe assim, ou melhor, quando eles admitem na mídia e imprensa suas práticas abusivas. Ou, quando há supostos líderes que fazem de tudo para se manter no comando da Igreja só porque não querem admitir ou passar o poder de comando para outras pessoas. E não venham me dizer que não existe isto, pois essa prática vem há anos ocorrendo. Certa feita me confidenciou um pastor que conhece um cidadão que mandou matar o outro pastor que era seu desafeto só para tomar o comando da Igreja e ministério.

  Precisamos rever os conceitos de Cristo, pois como servos de Deus não podemos pensar que estamos isentos de responsabilidades, portanto, precisamos combater pela palavra de Deus tais comportamentos desses que estão vestidos de ovelhas, mas são lobos devoradores. Ora, o conceito do porque o cidadão está na mídia é de confiança, ou que expresse tal posição é de quem não tem senso crítico se pensar tal fato. O Apóstolo Paulo nos ensinou que “Todas as coisas lhe eram lícitas, mas nem todas eram apropriadas a sua conduta de servo de Deus” (Grifo nosso). O que estamos dizendo é que tudo o que aparece na Televisão, o povo ignorante logo absolve e acha que é correto, ou seja, pelo fato de não ter conhecimento da Palavra de Deus, são pervertidos pelas práticas desses supostos líderes religiosos que não estão nem pregam e nem ensinam o evangelho de Cristo. Que tanto pregou e ensinou-nos o caminho da justiça de Deus.
  É lamentável, mas é o que disse certo cético, ou seja, que a “Religião é o ópio do povo”- [Karl Marx]. É verdade que Karl Marx tinha suas razões do porque dessa expressão, pois sabendo ele que é na religião que o povo busca a satisfação mútua para suas indagações acerca da vida e morte. E que diante disse, os mais espertos tendem em fazer disso o que já fazem há muitos anos, enganam de forma descarada e sem respeito manipulando os mais fracos e ingênuos. 

   Mas, diante de todo o tipo de escândalos que estamos presenciando, um dia Deus julgará esses supostos líderes religiosos, ou melhor, que pensam que são donos e proprietária de uma Igreja que nuca lhes pertenceu. O que alguns estão fazendo e se aproveitando há anos é a omissão de muitos, e a falta de administração no que tange a transparência que deve no mínimo ser justa diante daqueles que dão seus dízimos e ofertas a Obra de Deus. É incrível como esses líderes religiosos desviam dinheiro para seus bolsos, e de forma ilícita se configura enriquecimento. Ora, pastores, apóstolos, Bispos etc. Esse grupo não tem pra ninguém, são ricos e usam e abusam da ingenuidade daqueles que vão à suas Igrejas e contribuem ofertas altas para a prática ilícita desses bandidos. Ressaltamos que há pastores e apóstolos que são homens de Deus, ou seja, não tem tais comportamentos que os comprometa diante da sociedade. Ou melhor, são responsáveis pela Igreja e administram bem tudo e de forma correta, pois esses jamais devem ser colocados no meio daqueles que são bandidos vestidos de ovelha, mas são lobos devoradores. 

  No entanto, se houvesse uma transparência exigida pelo poder público, ou que o Estado fizesse presente no contexto eclesiástico, creio que as coisas seriam diferentes. Ou melhor, porque cada cidadão responde civilmente perante o Estado e a Igreja que se configura pessoa Jurídica não? Ou melhor, pela Constituição ela é isenta de impostos, ou qualquer valor Tributário, mas a mesma se configura perante o Estado com CNPJ, no entanto, no meu ponto de vista deveria ser mais responsável e exigido por parte do poder público prestação de conta. Então, creio que acabaria com essa farra como alguns líderes fazem, ou melhor, desviando o dinheiro dos fiéis para uso próprio e sem qualquer explicação. Destarte, do ponto de vista jurídico é ilegal tais práticas, ou melhor, qualquer enriquecimento ilícito se configura crime contra a receita federal. Ou seja, onde se viu que um líder religioso que viva do “Altar” tenha fazendas de gados, avião que custa até R$ 30.000,000,00 (Trinta milhões de reais). E outros que possuem imóveis que custam alguns milhares de reais, ganhando supostos salários da Igreja e o poder público não procuram saber ou se sabe faz que não vê. No mínimo os tais sonegam todo tipo de informação à receita federal, o que se configura uma prática ilegal e digna de que seus responsáveis respondam criminalmente por sonegar impostos. Destarte, para quem tem consciência do que significa a Igreja, a sua finalidade é segundo os preceitos Bíblicos levar os fiéis a uma vida de comunhão com Deus, e dá uma assistência social e religiosa. E nunca fora dessa finalidade, ao contrario disso, algumas Igrejas estão andando na contramão, ou seja, desviando os recursos doados pelos fiéis para a manutenção de riquezas desses pseudos pastores e líderes que cometem ilicitudes com o ganho de dinheiro fácil dos fiéis. Com isto, não estamos fazendo apologia da varredura na seara dos evangélicos, não, mas que alguns estão precisando de que a polícia entre nesta questão sim, pois é inadmissível que se pratique a extorsão e o estelionato da forma como se ver na televisão, e na imprensa escrita. Deixo aqui o meu protesto, como cidadão e servo de Deus fico indignado com o desmando que ora, existem no contexto cristão. Pastores se aproveitando do dinheiro fácil da Igreja se enriquecendo, ou melhor, comprando bens materiais, como imóveis, carros de ultimas gerações, e ainda são arrogantes com aqueles que nada possuem e contribuem com a sinceridade de seus corações.  
 
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sexta-feira, 9 de março de 2012

A VIDA OU A MORTE – QUAL A ESCOLHA?


   Entre os homens sempre há alguns que se acham, e outros os fazem de importantes. Mas, simplesmente são seres mortais que um dia nasceu e que também morrerão. Certa ocasião me veio uma curiosidade para pesquisar algo semelhante, ou melhor, de pessoas que eram famosas, mas a morte os sucumbiu.
   Talvez você esteja querendo compreender o cerne desse ponto de vista que ora, lhe escrevo. E na verdade quero expressar uma verdade que muitos ainda não sabem, ou talvez estejam esquecidos. Sim, esquecidos que todos somos seres humanos e que um dia também deixaremos este mundo.

   Mas, para muitos como eles deixarão, ou melhor, como muitos já se foram, e alguns sem esperança. Ora, diante do exposto aqui, não quero que você fique decepcionado com a vida, pois talvez essa seja uma decepção para muitos. Ou seja, não importa apenas possuirmos fama, dinheiro, sermos vistos pelos holofotes, mídia, sairmos nas melhores e primeiras capas dos jornais e revistas. E termos tudo o que o dinheiro pode comprar, sejam bens materiais como casas de campo, praia, etc.
  Mas, será que podemos parar e refletirmos o que a vida nos reserva? Ou pensa o homem que ele é simplesmente o semi-deuse ou que não morrerá? Sim, alguns vivem nesta situação, pois possuem tudo e algo a mais que o dinheiro pode comprar. Outros são tão arrogantes que pensam que nada disso passa, mas estão redondamente enganados com a situação que a vida nos reserva. É bem verdade que tudo o que o mundo nos oferece são preciosos aos olhos de qualquer mortal, mas seria conveniente que cada um reflita o que será depois que partirmos desse mundo para o além-túmulo. 

  Não estamos aqui fazendo apologia a morte, mas a mesma é uma realidade na vida de qualquer ser humano. É tão grave a situação do homem que se ele pudesse afastaria a realidade da morte de sua consciência. Destarte, bom seria que pudéssemos ajudar neste negócio, ou melhor, algo ontologicamente impossível a qualquer mortal. E por incrível que pareça, a morte é a única que não decepciona ninguém, ou melhor, ela não comete injustiça, pois como trata o pobre, o miserável,  o mendigo, também trata os poderosos, ou seja, os ricos, e milionários. Os famosos, aqueles que se julgam melhores que os outros porque possuem riquezas e fama.

    Ah! Que triste situação dos mortais, ou seja, desde o inicio de tudo que muitos e milhares e milhões já se foram, e não voltarão mais. E por que alguns se julgam dessa situação se achando que nunca encararão a realidade da morte, hein? Ora, ela um dia chegará a nossa porta, de dia ou noite, chovendo ou fazendo sol, na cama ou trabalhando, ou viajando, gozando do bom ou do melhor, rindo ou chorando, comprando ou vendendo, dirigindo ou não, a morte é uma realidade impossível de se afastar de nossa vida. Mas talvez você queira compreender melhor este texto que ora, escreve lhe. Pois é, a situação é extremamente difícil aos olhos e consciência humana, pois a vida é maravilhosa e ninguém quer deixá-la por nada. É tão real isto que se luta pela sobrevivência, ou melhor, até os animais por mais simples e humildes que sejam, querem viver. Assim também acontece com o homem, ou melhor, lutamos para sobrevivermos neste mundo aponto de pensarmos que somos imortais.
  Mas, diante de tudo isto, não precisa ficar estarrecido, e achando que escrevi lhe cena de terror. Não, simplesmente queremos dizer que aonde o Pecado abundou, a morte surgiu como sentença de condenação. Ou seja, “Paulo disse: Por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, por isto que todos pecaram e estão destituídos da Glória de Deus”- Rom 3.23.
   E a sua pergunta é: Ainda há esperança para mim, ou seja, em tal situação? É verdade, parece que não, mas a Bíblia nos apresenta a melhor e mais contundente esperança para todo aquele que crer na obra da salvação que há em Cristo Jesus – Jo 3.16. Certa feita o apóstolo Paulo disse: “Se esperarmos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis”. Então, diante disso podemos ter fé e esperança que há uma saída no final do túnel, ou melhor, que iremos deixar este tabernáculo (Corpo motal) sim, mas o mais importante termos a esperança que partiremos com Cristo e com Ele reinaremos. Essa promessa é tão importante para cada cristão que a Bíblia nos afirma que é “Bem-aventurados aqueles que desde agora dormem no Senhor”, ou melhor, morreram em Cristo Jesus. 

  Ora, mesmo sendo a morte uma realidade inegável a todos os seres humanos, ou melhor, sem qualquer acepção, mesmo assim, o verdadeiro filho de Deus tem a sua esperança fundamentada nos conceitos de Cristo. Todavia, há uma incisiva luz no fundo do túnel, ou melhor, Ele mesmo disse: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crer em mim, ainda que esteja morto viverá”. Ou melhor, para aqueles que guardam por esperança bendita a “Ressurreição de Cristo”, terá como sustentáculo da fé a primeira ressurreição no dia em que Deus os chamar (I Tess. 4.1-15). O problema neste mundo é que, as pessoas acreditam em tudo, e principalmente em conceitos religiosos, menos nas verdades de Cristo, porém, ficam confusas em certos assuntos e principalmente no que diz respeito ao misticismo.

  Destarte, é preciso que saibamos diferenciar a verdade da mentira, ou melhor, é da santa vontade de Deus que o homem viva, ou seja, nesta vida sim, pois para isto é que estamos aqui. Mas, devemos ter a consciência de que desta vida partiremos para uma melhor com Deus, ou sem Deus (Jo 14.6). Ou melhor, não é do interesse de Deus que o homem se perca, ou que morra em sua ignorância, e sim, que tão somente viva uma vida excelente aqui e depois a vida na eternidade com Deus. Todavia, é tanto isto que, Jesus veio a este mundo para concretizar o plano salvívico, ou melhor, o plano da salvação (Gal 4.4-5; Jo 3.16; Rom 5.1-2).

  Nesta vida temos a consciência de que a morte é uma realidade a qualquer ser humano, mas ela não é o fim. Portanto, ainda há esperança para você e todos aqueles que acreditam na obra da salvação de Deus, ou melhor, nada estar perdido, pois Jesus disse com muita propriedade, “Que ele veio buscar e salvar os que se haviam perdidos” – Lc 19.9-10.

  Concluindo tais pensamentos, dizemos que é próprio do homem ficar com medo da morte, mas isto não o fim de tudo, pois para aqueles que confiam nas promessas de Cristo jamais se curvará diante da morte. Ou seja, Cristo é a Verdadeira Esperança e a Vida, seja aqui ou além daqui. O Importante é o homem tão somente confiar nas eternas promessas que não podem murchar – I Pe 1.4.
 
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A HERMENÊUTICA CIÊNCIA DA INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

        
INTRODUÇÃO
   Toda ciência tem a sua definição etimológica, ou melhor, qualquer conceito de uma palavra na sua essência é de se averiguar a sua definição por um todo. Neste aspecto de definição podemos trazer seu significado no âmbito cristão, ou melhor, sendo a “Hermenêutica” uma ciência que prima pelo sentido correto de interpretar “textos”, não podemos nos esquivar quanto a sua importância no contexto evangélico. Então, neste sentido queremos nos deter trazendo a você algo não por completo, mas que venha complementar o seu conhecimento sobre essa ciência tão importante no nosso dia a dia.

I- HERMENÊUTICA E A ETIMOLOGIA

   Do Gr. Hermeneutikós – que significa interprete, ou interpretar (Ciência que tem por objetivo descobrir o sentido verdadeiro de um determinado texto, ou melhor, é a ciência de interpretar textos sagrados, e qualquer tipo de escritos, sejam jurídicos ou profanos).

a-A Estória da origem da hermenêutica
  Há àqueles que dizem que a palavra “hermenêutica” deve a sua origem ao nome de Hermes, o deuse grego que servia de mensageiro dos deuses, transmitindo e interpretando suas comunicações aos seus afortunados, ou com freqüência, desafortunados destinatários.
  Quando falamos de hermenêutica no sentido Bíblico, logo há o conceito de que se trata de uma boa forma de interpretação de alguns textos Sagradas. Sendo a hermenêutica uma ciência de interpretar textos, podemos entender que nos meios de comunicação que há, ela tem uma aceitação muito importante, pois, todos os jornalistas usam-na. Embora que, no conceito da Palavra de Deus há outra forma, que é terminantemente diferente dos meios jornalísticos.
 O bom hermeneuta deve a cada dia se aprimorar de toda forma nos assuntos que estão ao seu alcance, sendo assim, logo saberá interpretar de maneira correta o texto ora examinado.
 Assim sendo, a “hermenêutica é a ciência e arte da interpretação Bíblica”. Hermenêutica geral é o estudo das regras que regem a interpretação do texto Bíblico inteiro. Hermenêutica especial é o estudo das normas que regulam a interpretação de formas literárias específicas, como parábolas, tipos e profecias.
  Quando vemos algumas pessoas dizendo que não entendeu o que o pregador falou, é porque talvez ele não soubesse expor os pontos necessários de maneira que fique claro o que há no texto sagrado. A função da hermenêutica sagrada é expor aquilo que não está claro, e mediante uma análise correta chegaremos ao ponto necessário da interpretação.
  O interprete do texto sagrado não deve forçar e fazer a Bíblia dizer o que Deus não falou, porque assim, seremos tentados aceitar de maneira egoísta que ela diga algo só para satisfazer nossos intentos. Já diziam os grandes teólogos que quem dita às regras é a Bíblia, ou seja, é ela quem diz como a Igreja deve se portar, e não a Igreja a ela.  Certa feita estive participando dum culto, e foi outorgada a oportunidade ao pregador, e para minha surpresa aquele obreiro não tinha uma bagagem cultural, não quem não tem não possa ser pregador.  E ele começou a pregar, e daí fez diversos comentários que não tinham nexo com o texto que acabara de ler. E, com isso o povo ficou confuso sem saber o que ele quis dizer, e terminou não dizendo nada.  O objetivo da hermenêutica é levar o povo a entender o que estar sendo exposto no momento da preleção, se o pregador não conhece essa técnica, com certeza ficará perdido em sua pregação, e é motivo para eventuais criticas.
  A hermenêutica tanto é importante para o pregador, como é também para o professor, o estudante, o pastor, e para todos que usam de certa forma a ciência humana para entenderem os fatos lógicos.
  Ninguém estar apto a ser ou exercer uma função de mestre, se primeiro não compreender isto, pois é inadmissível que o professor ou qualquer que esteja na frente de um grupo não saiba usar bem a Palavra de Deus.

II- O PERIGO DA FALSA SENSAÇÃO DO SABER
   Por diversas vezes vi e ouvir alguém dizer que não tinha lido determinado texto, ou seja, que não se inteirou do mesmo para pregar ou ensinar. E segundo ele, mesmo assim, ia “falar”, e quando começou não disse nada, com isto cometeu graves erros teológicos porque não sabia do que se tratava o texto ora lido naquela ocasião.
  “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” – II Pe. 1.20-21.

    Neste texto podemos afirmar com muita precisão que jamais qualquer pessoa pode se achar no direito de afirmar ou aplicar qualquer “Texto” a seu modo de pensar. Ou seja, pensando que pode manipular as escrituras a seu bel prazer. Se fosse dessa forma, não teria sentido a Palavra de Deus, e nem seria verdadeiramente a profecia divina. Portanto, são muitos que desprovidos de qualquer conhecimento da “hermenêutica” saem pregando e ensinando o que não conhecem. Ressaltamos que, a Bíblia estar pra todos aqueles que queiram conhecer os escritos divinos, mas desde que saibamos aplicá-los de acordo com sua forma precisa e teológica.
  Podemos afirmar com todas as letras que as escrituras são revelações de Deus ao homem, ou melhor, que essas revelações sejam de forma compreensíveis ao entendimento humano. Pois Deus não teve a intenção de escrever seus pensamentos para que não pudéssemos entender o que Ele (Deus) quis nos falar. Imagine alguém pegando um jornal ou qualquer obra de literatura e ler e não sabe discernir o que estar escrito, então, dessa forma fica incompreensível o seu sentido entre os leitores.

   Ressaltamos que a Bíblia, ou melhor, o texto sagrado deve ser lido, e analisado sem pressa pelo pregador, pois dessa forma ele terá capacidade de absolver ao seu coração os pensamentos de Deus. Todavia, aplicá-lo-á de forma precisa aos ouvidos daqueles que ouvirão os conselhos divinos e serão edificados pela aplicação eficaz da Palavra – Heb. 4.12-13. Desculpas como: não tive tempo de ler, orar, ou não gosto de ler, são coisas de obreiros que não tem compromissos com as verdades de Deus. E são muitos que dessa forma têm maior apoio para serem ministrantes em nossos púlpitos, e dizem o que Deus nunca lhes autorizou que falassem. Um verdadeiro pregador da Palavra de Cristo, se inteira das verdades dos céus, ou seja, se enche, se alimenta daquilo que Deus dá aquém o busca de todo o coração assim disse o mestre Paulo ao Jovem Obreiro Timóteo:
   “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro (ministro) que não tem de que se envergonhar, que maneje bem a Palavra da verdade” – II Tim. 2.15.

  Manejar bem é usar a Palavra de Deus de forma correta, ou seja, usando a Hermenêutica e aplicando-a de forma que o texto ganhe o sentido correto de sua interpretação. Nunca se deve pegar um texto isolado sem antes se fazer uma análise, ou melhor, para se ter uma visão ampla do que estar dizendo o autor, e aquém é direcionado. Ora, o grande problema das seitas e heresias é que, pegam um “Texto Isolado”, ou melhor, aplicam-no como sendo correto, então, daí vira um “Pretexto” (desculpa). Neste caso, podemos pegar aquela passagam quando Judas Iscariotes estava para trair o Mestre. Jesus disse a ele: “o que tem para fazer, faze-o agora”, então, Judas foi e se precipitou num árvore (morrendo enforcado). Então, imagine alguém pegando este texto isolado, ou melhor, sem olhar o seu contexto?

III-QUANDO É QUE O TEXTO ESTÁ SENDO APLICADO CORRETAMENTE
  Dentro as técnicas que podemos aplicar para entendermos os textos sagrados, é preciso conhecer o seu conteúdo num todo. Ou melhor, como  é  importante se entender que há regras.
  Todavia, na gramática da Língua Portuguesa aqueles regras que não podem ser eximidas desse contexto, ou melhor, que cada estudante e profissionais saibam dessas regras. No Entanto, procurar aplicá-las de forma que haja uma consonância para o entendimento do texto ora, interpretado. Não podemos jamais pensar que um pouco de leitura vai nos proporcionar uma compreensão aprofundada da Bíblia, ou melhor, quem pensa assim, pensa pouco. Pois, não estamos lidando com palavras humanas, e sim, a Infalível Palavra de Deus. Destarte, deve ser lida, e examinada de acordo com a Teologia Ortodoxa, ou melhor, tais argumentos humanos preconceituosos da Bíblia é meramente especulação da mente humana. Pois, a Bíblia não é palavra do homem, e sim a de Deus, portanto, deve ser lida e meditada por uma mente espiritual – Sal 1.1-2.

  Entretanto, há regras simples, porém objetivas que vão à altura de nossa compreensão de um texto sagrado, ou melhor, são por eles que podemos compreender determinados fatos que tenham cunho histórico, ou de caráter doutrinário. Ou melhor, não podemos entender que a Bíblia num todo é história, ou que só tenha caráter doutrinário, ou seja, isto não é de procedência teológica. Doravante, aplicam-se como regra aqueles princípios que são importantes para o Estudando de Teologia e Obreiros no geral, vejamos abaixo:
a)-Onde; b)quando; c)-A quem; d)-Por que; e) para quem. Usando-se tais regras com certeza podemos descobrir cada coisa e para cada lugar. Ora, embora que temos como princípio de interpretação aqueles argumentos que vejo que são de suma importância, como “Tudo quanto foi escrito, foi-o para  nosso ensino e para que tenhamos esperança”. – Paulo. Ou seja, o que Paulo quis dizer com tais palavras, ou melhor, ele estava dizendo que “Tudo” o que Deus deixou escrito, são fundamentos de como podemos tirar lições à nossa edificação. Ou melhor, não podemos confundir com “Fatos históricos” que estão registrados como sendo primáveis a nossa vida, ou seja, há coisas que foram e são para Israel. E daí, o que podemos entender de quando Deus está falando para um “Individuo” e não para uma coletividade, pois diante do exposto podemos encontrar diversos exemplos quanto a tudo isto, desde que não façamos confusão. Todavia, há fatos que são escatológicos, tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento, ora diante disso podemos aplicar em parte à Igreja, mas nunca fazendo distinção específica a uma determinada coletividade. Destarte, no contexto cristão geral, ou melhor, no novo testamento, ou a chamada “Nova Aliança”, podemos afirmar com segurança que são importantes a contextualização da Igreja.

  Então, diante disso caem por terra aqueles argumentos que são em parte falácias de quem não entende bem da regra de “Interpretação” Bíblica. Ou melhor, se ler um texto que não tem nada haver com a realidade, ou seja, algo que fala de ocasião passada e não à contextualização hodierna.  Como professor às vezes ficamos estarrecidos, e não podemos dá gloria a Deus, pois vemos que há incoerências por parte de quem pega um texto e aplica-o fora de sua realidade interpretativa. E ainda a maioria julga que Deus está falando, mas em parte entendemos que alguns não compreendem de forma fundamentada aquilo que é ortodoxo. 

  Portanto, como regra primária aplica-se o texto corretamente quando se sabe fazer uma interpretação correta e ortodoxa. Ou melhor, numa pregação (Gr. Kerigma), não podemos expressar o que pensamos do texto, ou melhor, dando-se a entender que vamos falar o que de antemão pensamos sobre o mesmo. E sim, devemos aplicar o texto usando o seu contexto de imediato, e por regra fazendo uma analogia lógica dos fatos, podem ser doutrinários ou históricos. Então daí, saberemos o que estamos pregando, ou ensinando, ou melhor, aplicando a Palavra de Deus de forma correta a mente daqueles que estão a nos ouvir. Destarte, é preciso saber que a pregação da Palavra de Deus não é falação, e sim, que cada cristão, servos de Cristo saibam que as verdades de Deus não e nem serão ditas de uma vez por todas, portanto, elas são Sagradas Escrituras. 

IV-A BÍBLIA E A HERMENÊUTICA
     Antes de tudo é preciso se ter uma visão do que significa a Bíblia para o Cristão, o Professor, o Pastor e Obreiros. Pois é através desse conceito que todos se sentirão do que realmente significa a Palavra de Deus à suas vidas. Ou melhor, tenho observado no decurso do tempo que as pessoas creem na Bíblia, mas não a conhecem profundamente. Ou melhor, são pessoas que pensam pouco sobre a Bíblia, e alguns não têm consciência de que a Bíblia não é um “Livro” como outro.
 Ora, diante disso há cristãos que nada sabem sobre Deus e Cristo, e nem tampouco conhecem os conceitos do Senhor à suas vidas. Mas, de acordo com tudo isto, o que tem contribuído para tais fatos propostos aqui? Na verdade, é porque as pessoas se conformam com tudo o que elas ouvem ou leem sem antes fazer uma análise lógica dos fatos estudados. É óbvio que não são todos que terão a oportunidade de ser um exímio estudioso dos fatos e histórias da Bíblia, mas aqueles que querem conhecer as verdades de Deus precisam conhecer mais a Infalível Palavra do Senhor.
   Portanto, ao olhar nesta visão contextualizada, é preciso que se pense bem sobre a “Hermenêutica Sagrada”. Ou melhor, uma leitura feita com base e conhecimento e entendimento são fatos incontestáveis nos estudos daqueles que querem se aprofundar nos conceitos divinos. Destarte, sempre, ou melhor, quando iniciei a vida de cristão, logo tive como prioridade a Bíblia. E de como fazer para entendê-la de forma que tivesse a consciência que aquelas palavras não seriam apenas palavras, mas a Infalível e Inerrante Palavra de Deus – Heb 4.12; Sal 119.19.
  E o cristão tendo certeza das verdades de Cristo em sua vida, e tendo a capacidade de compreendê-la, será sempre como aquele que Jesus Disse: “Quem ouve as minhas Palavras, e as praticam, será comparado ao homem que edificou a sua casa na “Rocha”. Ou melhor, o que podemos entender desse texto, é que, Jesus disse que não importa apenas crer e ouvir, mas obedecer e ser praticante. E ninguém consegue interagir de forma absoluta a Bíblia se não tem consciência daquilo que ler ou acredita, neste sentido é onde entra o conceito do conhecimento da “Hermenêutica Sagrada”. Ou melhor, a posição da Hermenêutica neste aspecto é importante porque ela consegue fazer com que o cristão se intere daquilo que Deus fala em seu coração.
   É pobre e inadmissível quando vemos alguns manipulando a Bíblia a seu bel prazer, ou melhor, dando a Bíblia algo que jamais tem a aprovação de Deus. Ou seja, a Bíblia não precisa de defensores, ou melhor, deixemos que a próprio Bíblia se defende pelos conceito divinos porque ela é a Palavra de Deus. Portanto, a aplicabilidade da “Hermenêutica”, é a base fundamental para que você compreenda qual é a vontade de Deus, ou melhor, do por que Deus agiu e ou age assim com determinadas pessoas ou situações no mundo.
  Destarte, o hermeneuta jamais deve olhar a Bíblia com expressão de preconceitos, se agir assim não saberá extrair as pepitas profundas que há por trás das sagradas letras. Ou melhor, foi da santa vontade de Deus em nos revelar a sua Palavra aos homens, mas para que ela seja ou chegue de forma compreensível ao nosso coração, devemos ter consciência as Palavras são de Deus e não humanas e que devem ser compreendidas pelo espírito manso e humilde.
      Portanto, não seriam tão importantes tais linhas se deixasse de mencionar aqui neste estudo a “Inegável História dos Cristãos Bereanos”. Porque foi da vontade de Deus que o Espírito Santo inspirasse Dr. Lucas a registrar no livro Histórico de Atos a atitude daqueles primitivos cristãos. Ou seja, algo que nas minhas preleções quando tenho a oportunidade de mencioná-los, pois vejo que não foi por acaso. Ou melhor, assim registrou Dr. Lucas por Ordem de Deus, “Os cristãos de Bereia eram tidos como os mais nobres”. Ou seja, eram cristãos fervorosos e aplicados a ouvir a “Palavra de Deus” – Dessa forma, analisavam pelos conceitos da hermenêutica se realmente era como os apóstolos pregavam ou ensinavam. E hoje, será que podemos fazer o mesmo, ou vamos ficar como se não tivéssemos a capacidade de discernirmos o que é e o que não é. Deus nos guarde da preguiça e presunção, e que sejamos consciente daquilo que o Senhor quer nos revelar, ou seja, a sua santa e Infalível Palavra.
  
José Roberto de Melo – É Bacharel em Teologia, Professor de Teologia Sistemática, é Escritor e estar se Graduando em Direito pela Unip Universidade Paulista.

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