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sábado, 25 de agosto de 2012

O HADES – LUGAR DOS MORTOS – O CRISTÃO DESCE OU SOBE?


INTRODUÇÃO
   Há assuntos na Bíblia que às vezes nos deixam confusos, ou melhor, queremos saber além daquilo que nossas faculdades exigem, ou vão além do que possamos imaginar. É o caso do tratado na Bíblia a Doutrina do “Hades”, ou melhor, o lugar dos mortos. Pois ainda assim, há pessoas confusas no tocante a doutrina Bíblica quando se preocupam e gostariam de saber realmente para onde vão as almas e espíritos dos mortos.

I-O HADES – O MUNDO INFERIOR, OU MELHOR, O LUGAR DOS FALECIDOS:
   O Pastor Laurence Olson, nos deixou bem claro sobre a doutrina do Hades, ou seja, nos apresentando de forma Bíblica e teológica o (Hades no grego), que também significa na concepção do termo Inferno (Mt 16.18). “Ambas as palavras significam o mundo invisível, o lugar para onde vão os espíritos dos falecidos. Nunca são usadas estas apalavras em referências ao lugar final de detenção desses espíritos, e nem para significar a sepultura do corpo, cujo termo hebraico é “Queber”.
     O Testemunho total das escrituras, dos livros apócrifos, dos escritos patrisicos e mesmo livros de autores pagãos, é que o Hades (ou Seol) é o lugar onde, à morte, são recolhidos os espíritos dos falecidos, quer dos justos, quer dos injustos. Todavia, há uma confusão, e até mesmo tem surgidos heresias devidos os significados das duas palavras, Hades e Quebar.

II-ONDE ESTÁ O HADES? QUEM O HABITA?

1- Os mortos, é evidente 
Dividem-se em duas classes: Os justos e os Injustos. Dn 12.2; Jo 5.28-29. Em estudo anterior consideramos a ressurreição dos corpos, mas agora pesquisaremos acerca da habitação de seus espíritos enquanto aguardam o juízo final. A Bíblia ensina que, a morte, a alma e o espírito do homem, no caso do injusto, não seguirão imediatamente para o lugar final de castigo, mas sim que irão a um lugar temporário, à espera do juízo do Grande Trono Branco, depois do qual irão para o lugar de suplício eterno, ou seja, o lago de fogo. 
2- Os mortos – Justos  
Todos os justos, de Adão até a resurreição de Cristo ao morrerem, suas almas (com a possível exceção de Enoque e Elias) desciam ao “Paraiso”, que naquele tempo constituía um compatimento do “Seol” (Hades) no grego. Entre esse lugar e o lugar dos injustos, no mesmo “Seol”, havia uma sepração. Luc 16.26. “O Seol” ou Hades, como descrito nas escrituras, é um mundo sombrio, um lugar de detenção e espera, até para os mais santos – Dr. Seiss. No velho Testamento a morte dum patriarca é descrita como sendo “Reunido” ao seu povo – Gn 25.8; 35.29; Num 27.13. É o que significa a expressão em Lc 16.22, quando os anjos conduzem Lázaro para o seio de Abraão. A morte dum santo era uma descida da alma a certo lugar para baixo – Is 5.14; Gn 37.35; 42.38; Num 16.23. Em Is 5.14 os ímpios desciam a boca aberta do Seol (não cova ou sepultura, como traduzida em Almeida). Nas passgens de Genesis temos Jacó pensando em sua morte, dizendo .... descerei a meu filho a sepultura.

           3-Os mortos justos pós Calvário – Ef 4.8-10
         Não são poucos os cristãos que ainda vivem em dúvida com relação a vida pós morte, ou seja, não foram ensinados quanto a questão da morte. E com relação a isso, há posições de teólogos que afirmam que até o calvário todos os que morriam desciam, ou melhor, iam para o “Hades ou Sheol”. E após o Calvário, Jesus transportou esse lugar para outro, o que denominamos de “Paraiso”, ou melhor, o seio de Abraão fora transportado para um lugar melhor. E no texto acima há uma posição escrita por Paulo, que sem sombra de dúvida os cristãos da nova aliança ao morrerem não descem, e sim sobem para um lugar melhor, o que podemos entender que seja um lugar de grande alegria e gozo, é um prelúdio do céu onde habita Deus e os santos anjos. 

     Certa feita em sala de aula, alguns alunos nos questionaram sobre a questão, o que afirmei foi justamente o que está escrito na Bíblia, ou seja, o que prevalece não são nossas posições, e sim, ao que está escrito na Palavra de Deus. E para a nossa surpresa, ouvir de um jovem pastor a afirmação de que todos vão para o mesmo lugar, ou melhor, que não há separação.  
    É importante que saibamos analisar o que está escrito, ou melhor, recorrermos à ciência da interpretação Bíblica Teológica – Exegese. Para não incorrermos em erros dessa natureza. Ou melhor, o que foi já passou, e o que prevalece é justamente o que a Bíblia nos afirma hoje. É tanto verdade isso que, o próprio Paulo nos deu uma posição explicita desse privilégio espiritual afirmando assim: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais” – Ef 1.3.

   Podemos pensar o seguinte, será que Cristo após a sua obra no Calvário, iria deixar tudo conforme encontrou? Ou melhor, se Ele constituiu-nos dos mais importantes privilégios, porque haveria de nos deixar em um lugar onde se expressa as mais angustiantes tristezas e sofrimentos? Então, dessa forma fico com o que me diz a Palavra de Deus, ou melhor, onde “Tirou do Cativeiro os cativos”, e nos projetou para um lugar melhor, o que podemos concordar que seja um lugar lindo e maravilhoso, ou seja, é tão real a sua existência que não há como ser descrito, e quem nos afirmou isso foi o próprio Paulo -  II Co 12.1-4.

José Roberto de Melo É Bacharel em Teologia, Professor de Teologia Sistemática, é Escritor e estar se Graduando em Direito pela Unip Universidade Paulista  – 2012.

domingo, 12 de agosto de 2012

POR QUE NÃO PODEMOS ACEITAR “HERESIAS” NA IGREJA


Introdução. Há uma discrepância muito grande com relação aos conceitos doutrinários dentro de Igrejas que são tidas como as mais conservadoras da ortodoxia. Ou melhor, não importa apenas se dizer que segue a Cristo em tal Igreja ou denominação, e não existe a princípio o que é correto do ponto de vista doutrinário. 

     Digo que para algumas pessoas  a “Bíblia” foi escrita para grupos seletos, o que não é verdade tal posição. Ou melhor, quando começamos a analisar esses grupos vemos que eles fazem de tudo para se isolar de qualquer Igreja porque se julgam detentores desses conceitos equivocados. Destarte, Deus não nos permite que nos comportemos dessa forma, e nem que somos donos das verdades de sua Palavra, mas que ao examinarmos as sagradas escrituras, tenhamos uma visão central, e que na sua posição seja em relação a todos aqueles que queiram absolver a sua mensagem. 

I-O QUE TEM LEVADO IGREJAS A SE POSICIONAR CONTRA ELAS MESMAS?
     É justamente pelo espírito “egoísta” ou pelos chamados grupos heréticos, ou melhor, quando se isolam ou conceituam a Palavra de Deus como se fossem detentores de suas verdades. Ora, dizemos que precisamos manter a “Koinonia” (comunhão) entre os irmãos, mas se fazemos parte da Igreja de Cristo, porque haverá de ficarmos pensando que a “Denominação Tal é a correta ou a que irá entrar no céu” e as demais não? 

      Pois é, isso acontece em todas as Igrejas, ou melhor, não vamos citá-las aqui por questão de “Decoro” (ética). Ou seja, falamos  coisas e não conseguimos vivê-las, ou melhor, o que se configura um disparate religioso. Voltando ao primeiro parágrafo, logo podemos extrair alguns pontos relevantes quanto a tudo o que temos presenciado, e vejamos do por que disso. Ou melhor, tudo por puro egoísmo que há dentro de grupos religiosos, ou seja, se temos a mesma Bíblia, ou seguimos a  Cristo, porque não conseguimos sermos irmãos em Cristo Jesus, é um pouco desconforme.  

     As coisas estão inversas do ponto de vista da Bíblia, repito que, nunca a Bíblia foi escrita a grupos seletos. Ou melhor, se alguém diz que professa a sua fé em Jesus, mas pertence à determinada Igreja, e para outro grupo está fora de sua denominação, portanto, não serve para ter comunhão – é isso que se configura “Heresias”. Ou melhor, se achar que podemos fazer isso ou praticamos, estamos fora daquilo que Deus determina em sua Palavra (“Se andarmos na Luz, como na Luz Ele (Cristo está) temos comunhão (Koinonia) uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo seu Filho, nos purificará – I Jo 1.7). Então, surgem as heresias e contravenções Bíblicas porque se pegam textos fora de seu contexto formando com isso uma doutrina fora da ortodoxia, o que se configura as chamadas “Desculpas teológicas”. 

     Então, queira ou não, todas as Igrejas e denominações, praticam suas “heresias caseiras”. Porque digo assim, porque a Igreja de Cristo não é formada de uma “Denominação” religiosa, ou um grupo religioso, mas de todos aqueles que foram e são comprados e lavados no sangue de Jesus Cristo. Ou melhor, o conceito de Igreja é muito diferente do que pensam muitos, ora, quando falamos em Igreja de Cristo, externamos o conceito religioso. Porém, rotulamos a “Denominação”, separamos o místico pelo conceito denominacional formando com isto o grupo religioso – e se criam suas “Heresias” sem olhar as consequências propostas pelos tais. Destarte, vejamos realmente o conceito de “Heresia” - Heresia (do latim haerĕsis, por sua vez do grego αρεσις, "escolha" ou "opção") é a doutrina ou linha de pensamento contrária ou diferente de um credo ou sistema de um ou mais credos religiosos que pressuponha(m) um sistema doutrinal organizado ou ortodoxo. Fonte (Wikipédia).

     De acordo o conceito de “Heresia”, se configura a sua posição quando “Determinados Grupos” de forma isolada “Criam conceitos Doutrinários” fora de uma contextualização Teológica Ortodoxa Cristã. E quais são as consequências desses grupos? É Justamente perder seus objetivos propostos por Cristo Jesus que veio trazer a paz e a comunhão (Koinonia) entre os irmãos. Ora, afirmo que o maior problema no mundo dos homens são justamente as “Religiões”, porque elas perderam a “Essência do que é o Cristianismo”. Ou melhor, não iremos para um céu onde haverá separação, porque não existe o tal. Porém, um céu onde habita a paz e a comunhão plena entre Deus, Jesus Cristo, e O Espírito Santo, quem pensa o contrário disso me prove na Bíblia se estamos equivocados. 

     Mas, vou mais longe, pois estamos vivendo dias onde há uma separação entre os cristãos, ou melhor, quando alguns empolam o peito e o nariz se achando melhor do que os demais. Tudo isso porque dentro de seus grupos há conceitos maus interpretados com relação ao que Cristo Jesus nos ensinou. E vai indo, e não conseguem interagir com as demais Igrejas ou irmãos porque pensam que são superiores aos demais. Porém, há ressalvas nestes aspectos, ou melhor, não estamos discutindo “Costumes ou conceitos doutrinários de Igrejas”, pois sabemos que cada denominação têm seus “usos e costumes”, mas não são consistentes a ponto de sobrepor-se aos conceitos de Cristo em sua Palavra. 

    Diante desses escritos, talvez você nunca pensasse nisto, porém, como podemos identificar “Grupos Religiosos” que não praticam a “Koinonia” simplesmente porque são heréticos.
      1-Primeiro, todo grupo que se “Isola” são tidos como heréticos, e com isso praticam as mais absurdas aberrações quanto ao que Cristo nos ordenou.
    2-Segundo todo grupo isolado, não tem seu credo religioso definido, ou melhor, o que prevalece é justamente suas posições fora da contextualização Bíblica.
    3-Terceiro atacam as demais Igrejas e denominações, ou melhor, disseminam a contenda teológica no seu contexto para simplesmente manter o grupo isolado.

José Roberto de Melo – É Bacharel em Teologia, Professor de Teologia Sistemática, é Escritor e estar se Graduando em Direito pela Unip Universidade Paulista  – 2012.                          

domingo, 5 de agosto de 2012

AVISO AOS LEITORES DESTE BLOG – LIDERANÇA CRISTÃ


 Todas as propagandas ou anúncios veiculados neste blog é de domínio do “Google”. Portanto, o blog é mantido pelo Google, sendo que o mesmo pode dispor de qualquer propaganda.

 Às vezes os leitores ao clicar no blog aparecem determinados tipos de propagandas ou anúncios, o que não se configura do nosso domínio. Destarte, o que é de nossa responsabilidade são justamente os temas escritos e postados aqui no Blog – Liderança Cristã.

Por José Roberto de Melo

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PASTORES E A PRÁTICA DO ESTELIONATO – FALSIDADE DE DIPLOMAS


Art. 171 do CP - Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento: Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.
  Não são poucas as informações que há na Internet de pessoas que são tidas, ou tendo uma reputação ilibada na sociedade cristã. Mas, até onde irá as tais reputações dessas pessoas que aparentemente são sérias no que fazem? 
  Pois é, há na internet de pastores que são até o momento para os seus membros e sociedade sujeitos de reputações ilibadas. Ou melhor, algo que todo mundo deve saber e exigir até que se provem o contrário. Todavia, há uma premissa no Direito que “Todo cidadão é inocente” até que se prove o contrário, ou seja, qualquer um pode acusar ou imputar algo a alguém. Porém, pelos conceitos jurídicos deve-se primar pela conduta e respeito humano porque se configura um direito elencado na Constituição Federal a ampla defesa e o contraditório. 

 Destarte, ultimamente estamos presenciando noticiários de pessoas que pelos conceitos da Palavra de Deus, não deveriam ter seus nomes estampados nas páginas da rede mundial. Porque isso tem contribuído para os escândalos e aos olhos do mundo é algo indecoroso para homens que se dizem pastores, ou seja, não é razoável tal comportamento. É óbvio que quando o assunto é referente a líderes espirituais, quase não se dá para acreditar, mas não é isso o que se ver nos dias hodiernos. 

I-A PRÁTICA DE ESTELIONATO

  Se configura crime é algo repugnante perante a sociedade, ou seja, “Induzir alguém” ao erro é no dizer jurídico fato que deve ser repugnado por quem prima por uma conduta ilibada. Ora, se a lei reprime qualquer ato de “Estelionato”, como crime com sanção penal, agora é inadmissível que fiquemos sabendo de pastores que praticaram-no com a maior cara de pau. Pois, é isso mesmo que você estar lendo, ou melhor, de pessoas que perante a Igreja e o ministério são tidos como quase uns “Semideuses”. E são envolvidos com práticas que mancham a “Dignidade Humana”. Ou melhor, um homem digno é um homem que se deve respeito pelos valores elencados segundo os direitos humanos. 

   Não podemos ser conivente com erros crassos, ou seja, se aceitarmos sem que questionarmos, somos coniventes com as tais práticas, algo que vejo como inaceitável no contexto da Igreja de Cristo Jesus. Pois, Cristianismo sem as marcas da sinceridade, é tudo, menos o que Cristo nos ensinou, fazer o certo, é ético pela moral. E não se comportar como se Deus não visse tais comportamento, e é justamente o que ocorre na seara dos cristãos. Ou melhor, de líderes que aparentemente são uma coisa, mas suas condutas não dizem o que são realmente. No conceito humano ser verdadeiro é o que é certo, ou seja, não precisamos ser ou fazer algo contrário ao que é licito, pois do contrário disso é repugnante à sociedade que exige o que é correto.  

II-PASTORES E SUAS PRÁTICAS DE FALSIDADES

 Ora, quem já se viu que um homem como representante de Cristo ande praticando a mentira. Ou melhor, há pastores se dizendo que são formados em Administração de Empresas, Direito, Teologia, etc, sem nunca ter entrados numa Universidade. E conseguindo perante a sociedade Cristã uma reputação que não é justa perante os cristãos, ou seja, se configurando um engano com a cara de pau, é no mínimo imoral tal comportamento desses pastores mentirosos. 

  Há na Internet de pastores que “Falsificaram certificados de ensino fundamental e médio, e que, entraram em supostas faculdades de Direito e Administração e adquiridos diplomas falsos e que depois supostamente foram cassados pelo poder Público. Data vênia, se isso é verdadeiro, é lastimável tais condutas desses que usando suas influências praticam algo que até mesmo o Diabo duvida.

  Ora, tudo isso é prática de “Estelionato”, ou melhor, “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento” – Art. 171, do CP. Destarte, há na Bíblia uma incisiva sentença do Justo Juiz, que um dia dará a todos os mentirosos, assim diz a Bíblia: “E ficarão de fora, os cães, os feiticeiros, os roubadores, os mentirosos...”. Fiquemos atentos, porém, conscientes de que na vinda de Cristo muitos pastores ficarão e irão pro inferno porque não se dão em conta que estão praticando a “Iniquidade”.

   Pelos conceitos de Cristo os tais estão reprovados, mas estão na iminência do ministério como se fossem reputados como pessoas idôneas é um disparate a posição desses pastores desonestos. Mas, o que adiante tal comportamento, pois por um período podem até mesmo enganar os desenformados, porém, suas mascaras cairão por terra como uma vergonha. Ora, diante desses casos o que se acreditar de homens que compram diplomas, falsificam histórico escolar de ensino fundamental e médio, e depois fingem que entraram numa “Universidade” e depois se descobrem que tudo não passou de “Estelionato”. 

  Destarte, de pessoas que não temem a Deus e nem conhecem seus mandamentos até é admitido, não concordando com o comportamento. Mas, de pastores, ou melhor, pessoas que são separados para o serviço cristão tais comportamentos, digo que, a Igreja brasileira está em crise, ou melhor, se espera tudo de um mundo relativista, mas no contexto cristão pessoas tendo tal postura é o fim.

   Não estamos julgando A e nem B, mas apenas trazendo aqui aos caros leitores informações precisas daquilo que a Igreja não sabe. Como citei acima, a sociedade pode até aceitar algo que fira a dignidade e ética, mas vermos tudo isso debaixo de nossos olhos é inadmissível. E quando dizemos que a Igreja estar em crise, não estamos nos isentando de nossas responsabilidades, pelo contrário, sejamos sábios para admitirmos que não podemos apenas olharmos o místico e sem analisarmos os fatos em evidências. Sejamos íntegros em tudo, pois é neste aspecto que Cristo exige de quem profere o seu nome. E não sejamos hipócritas ou coniventes com as práticas pecaminosas de alguns que sob o manto da infidelidade se escondem como se ninguém não visse as tais práticas. 

    Fomos chamados por Deus para sermos diferentes daqueles que não sabem nada a respeito do Senhor. Ou melhor, temos que ter a sensibilidade de que as coisas de Deus devem ser tratadas com responsabilidade e comprometimento, sem as tais não existe seriedade para uma vida santa diante de Cristo Jesus. Pastor ou qualquer representante deve primar pelos valores éticos, do contrário disso, deixem suas posições e vá fazer outra coisa, mas não causem escândalos porque isso se configura como práticas de ímpios – Mal 3.18.

José Roberto de Melo – É Bacharel em Teologia, Professor de Teologia Sistemática, é Escritor e estar se Graduando em Direito pela Unip Universidade Paulista  – 2012.          

segunda-feira, 23 de julho de 2012

MISSÃO SE FAZ:


Orando >
                    Fazendo >
                                         E Contribuindo.

  A cada cristão Deus incumbiu uma missão, ou melhor, responsabilidade. Você já pensou por que Jesus Cristo lhe alcançou? É justamente porque Ele mesmo usou Daniel Berg e Gunnar Vingren e outros. Mas, às vezes esquecemos aqueles que estão nos lugares longínquos e que nem sequer ouviram falar de Jesus Cristo. 

   Portanto, aqui não estamos divulgando Igrejas e nem ministério, e sim, apenas usando a Internet por meio de suas ferramentas para pedir a você que ama a Obra de Deus uma contribuição “missionária” para uma família que está fazendo o que todos nós deveríamos fazer, isto é, Missão. Ressaltamos que a Igreja faz missão, mas não consegue alcançar seus objetivos que deveria porque a “Burocracia é muito grande”. Destarte, vamos contribuir para que essa família possa ter com que se sustentar e ganhar aquelas almas (pessoas) que foram compradas com o sangue de Jesus Cristo – Jo 3.16; Ap 5.8-9. 

    Não estupulamos valores, pois entendemos que quem pode contribuir pode fazer sem que haja constrangimento, então, dê como diz a Bíblia (II Co 9.7). E Deus o fará próspero em tudo.

-PARA CONTRIBUIR PARA ESSA MISSÃO:

               CAIXA ECONOMICA FEDERAL – AG. 0249 OP. 013 CONTA 0000 9824-4

-SE QUISER SE IDENTIFICAR:

E-MAIL: jrobertomelo2012@bol.com.br – jroberto3912@itelefonica.com.br 

Obs: Para que não haja qualquer desconfiança quanto a esse trabalho que resolvemos fazer, a confirmação da contribuição é justamente para confirmar a sua seriedade, ou melhor, com prestação de relatórios. 

                               Um forte abraço, e que Deus lhe abençoe em tudo.
                       

sexta-feira, 13 de julho de 2012

ESTUDE TEOLOGIA SEM ALTAS MENSALIDADES A DISTÂNCIA


    Estudar Teologia é um privilégio de cada cristão, ou melhor, já se foi o tempo que se alguém dissesse que queria estudar teologia logo era repreendido por alguns líderes. Destarte, é um direito de qualquer cristão que queira adquirir conhecimento, e tal fato só mediante uma mente ávida para conhecer os preâmbulos da Palavra de Deus. 

     Há razões por que você deve Estudar Teologia, ou seja, mesmo diante de um mundo cheio de coisas que fogem dos conceitos cristãos, mesmo assim, você deve se adequar ao que Deus tem preparado para o seu povo. Não existe uma Igreja firmada se não nos conceitos de Cristo, desde que haja pessoas preparadas e cheias do Espírito Santo para fazer a diferença. Portanto, neste aspecto universal, Deus está a procura de você, ou melhor, é claro que a nossa capacidade vem de Deus, mas capacitemo-nos e deixemos que “O Tudo mais” Ele (DEUS) fará. E por que você deve Estudar Teologia?

I-Porque precisa conhecer mais a Deus; Os 6.3. É bem verdade que ninguém aqui conhece a Deus de forma plena, senão pelos expedientes da fé e por meio de sua Palavra. 

II-Porque tornar-se - a um cristão firmado nas promessas de Deus; II Pe 1.4. Ora, uma coisa é alguém dizer que conhece, mas outra coisa é você ter experiência própria. 

III-Porque a fé tornar-se-á culta nos mistérios das sagradas escrituras; ou melhor, os fatos da Bíblia estão implícitos para os que não buscam conhecê – los, mas explícitos para aqueles que são ávidos em buscá-los.
IV-Porque estarás preparado para exercer o seu ministério pelo qual Deus te fez ministro – II Tim 2.15.

V-E por fim, conhecer a Deus é está envolvido com aquilo que é místico, e para entender o que é espiritual ou saber discernir, tem que conhecer e não se conhece se não estiver envolto pelo manto sagrado do conhecimento de Cristo Jesus. A Teologia tem este poder, ou melhor, Deus tem o poder de fazer-te sábio, porém, não existe sabedoria sem a sua busca – Há uma expressão Bíblica que deve fazer parte de quem serve a Deus, que em parte, não pode deixar de fazer parte na nossa vida. “Ensina o sábio, e ele se fará mais sábio ainda”. Sócrates disse: “Uma coisa sei, que nada sei...”.

SETAD – Seminário de Educação Teológica das Assembleias de Deus – Reconhecido Pela CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus).

a-Curso Básico (12 módulos) em 1 ano R$ 55.00 por cada um. (não presencial).
b-Curso Médio (24 módulos) em 2 anos R$ 80.00 por cada um (não presencial).
c-Curso Bacharel (35 a 40 módulos) em 3 anos R$ 120,00 por cada um (não presencial).
Ao concluir o seu curso em qualquer modalidade, você receberá seu "CERTIFICADO" de conclusão reconhecido pela CGADB.

Portanto, se você quer estudar e não tem como, entre em contato conosco pelo endereço abaixo:
Rua: Paulo Limoeiro, 90 – Vila Terezinha – São Paulo Capital. CEP 02854-030
 
Depósito em conta poupança – Caixa Econômica Federal
 Ag.0249 op. 013 Conta 0000 9824-4
Em nome de José Roberto de Melo

Obs: Havendo o pagamento a confirmação do mesmo, estaremos lhe enviando o seu material para o estudo de imediato.

A QUEIMA DE ETAPAS NO MINISTÉRIO

   Quando nos referimos a temas polêmicos como este, haverá alguns que não irão concordar o que não me importa, porém, estou apenas expressando o que penso.

    Por ventura você já conheceu alguns obreiros que nunca passaram pelas etapas como os outros e já estão no topo do ministério? Se caso você não conhece, com certeza observe em sua volta que eles estão bem perto de você. Ou seja, são aqueles que na cartilha do apóstolo Paulo não teria oportunidade se não no tempo determinado. Pois bem, infelizmente a nossa crítica é verdadeira, pois nunca se fabricou tantos obreiros como nos dias de hoje.

   Destarte, obreiros maus preparados, “Neófitos” na fé e na experiência do ministério. A situação é tão ruim que conhecemos alguns que nunca dirigiram sequer um ponto de pregação, nem dirigiram uma classe de Escola Dominical, ou melhor, algo que é importante como requisito básico. E os tais se acham os bons, os melhores, não têm educação do ponto de vista escolar e do ponto de vista ético e moral.
   Um obreiro que queima etapa além de ser um obreiro inexperiente tende a ser o que Paulo disse: “Não Neófito” para que não caia na soberba e tentação do Diabo. Ou melhor, se achando que é o melhor, por isso já chegou ao ministério. Ressaltamos que alguns chegam ou queima etapas não porque expressam chamadas, e sim, porque são apadrinhados ou são filhos ou netos de pastores. Outros porque possuem algumas coisas, ou bens materiais, são logos promovidos como se fossem melhores do que os demais. 

    Diante disso, vejo pontos negativos na vida desses obreiros pré-fabricados no contexto ministerial.  Porque não sabem, e pensam que sabem, e quando na prática a Igreja observa que são obreiros neófitos e maus praparados. Disse o nobre pastor e mestre Geziel Gomes “que um pastor não se faz da noite para o dia, porém, o crédito na vida de um homem chamado para o santo ministério, Deus o prepara por longos anos”. Destarte, há homens de Deus que receberam o chamado de Cristo desde criança, mas foram criados na Igreja, preparados por Deus e no dia certo chegaram com louvor e exercem-no com dignidade o ministério que receberam da parte de Cristo (Jr 3.15 – Ef 4.11-13). E por que de tudo isto, é claro que, não se afere um obreiro só pelos dotes humanos, mas, além disso, é preciso que tenha credibilidade diante de Deus e dos homens. Uma vida ilibada é o que o obreiro chamado por Deus deve ter, e não como muitos que não têm conduta de homens de Cristo, pois suas vidas não condizem com aquilo que a Bíblia exige. 

I-A QUEIMA DE ETAPAS TRAZ PREJUIZO A OBRA DE DEUS
   Na prática a vida ministerial de um obreiro é como a vida profissional, ou melhor, se alguém quer ser um (advogado; Juiz, Professor; Engenheiro etc), terá que estudar no mínimo 05 (cinco) anos numa Universidade. E depois estagiar, então, estará apto a exercer a profissão da qual estudou por longos anos. Na área jurídica o cidadão só está apto a exercer a advocacia depois que prestar o exame da OAB (Ordem) conforme o Estatuto – Lei. E pra ser Magistrado ou promotor de Justiça terá que ter os três anos de carreira jurídica e se prepara para prestar o concurso de títulos e depois exercer a carreira jurídica. 

  E na Igreja ou ministério tudo é diferente, porém, com exceção, porque alguns para chegar se chegam têm que passar por todas as etapas do ministério, e outros não passam por nada disso. É só serem filhos, ou netos de pastores, ou melhor, certa feita a CPAD lançou uma revista que tinha como nome a CEARA, li um artigo que dizia o seguinte: “Filho de pastor não é pastorzinho”. E lá o autor discorreu o que ele pensou. Todavia, queremos dizer que não estamos dizendo aqui que somos contra os filhos de pastores ou netos serem consagrados ao ministério. Pelo contrário, se são chamados por Deus, e com vocação ministerial, não vejo nenhum problema, mas que sejam tratados como os demais obreiros, que passam pelas etapas como exigências do ministério, a isonomia é para todos (direito de igualdade). 

  Cheguei num Estado da Federação para pregar, e para nossa surpresa, o pastor presidente estava fazendo alguns trabalhos de ordens administrativas. E naquela ocasião ele consagrou alguns obreiros, ou seja, Diáconos, presbíteros, e entre eles estava o seu filho que fora consagrado para o diaconato. Então pensei, este pastor aprendeu de forma correta o que a Bíblia diz, se fosse outro tinha queimado a etapa do seu filho, ou melhor, ele não teria passado pelo Diaconato. 

   “O Pastor Felizardo um nobre escritor, pregador, e ensinador com larga experiência, disse que “Um obreiro que não passa pelas etapas do ministério”, não tem como exigir de alguns o que ele nunca viveu”. Ou melhor, só sabe o que um diácono, um Presbítero (Pastor) quem o foi, e viveu na sua vida tais experiências. Ou melhor, um pastor que não sabe preparar um esboço para pregar ou ensinar a Palavra de Deus é brincadeira. Embora que, sabemos que há pastores que não são formados em teologia, mas são autodidatas, ou melhor, procuram a aprender e são aptos naquilo que exercem na obra do Senhor. Não são negligentes, e conseguem interagir com o povo sem vaidade e arrogância, e onde põe a mão Deus o faz próspero em tudo.

II- OBREIROS QUE NÃO QUEIMARAM ETAPAS NO MINISTÉRIO
 Quero dizer lhes que o que pretendemos escrever aqui é justamente informar aos nobres obreiros e aos que estão na eminência do ministério o que há nos escritos sagrados. Ou seja, que não estamos escrevendo algo sem base Bíblica e teológica, pois penso que, se procurássemos fazer o que estar escrito erraríamos menos. 

  É tanto que há na Bíblia o exemplo do Legislador de Israel, Moisés no Egito, não obstante ser e conhecer todas as ciências do Egito mesmo assim não queimou as etapas do seu ministério. Embora que, quando ele pensava que poderia ser ou fazer algo antes do tempo de Deus, matou um Egípcio, ou melhor, teve que desertar para o deserto e lá aprendeu de como deveria se portar para então entrar no ministério que o Senhor havia preparado para sua vida, resgatar Israel das mãos de Faraó. 

   Destarte, como Moisés há muitos obreiros queimando etapas em suas vidas, ou melhor, não querem se sentar para aprender com os pastores que têm uma larga experiência na Obra de Cristo. Sendo orgulhosos e soberbos pensando os tais que estão por cima de tudo e todos. Todavia, diante de Deus os tais estão reprovados, ou melhor, Deus até mesmo permite que os tais pensem que são importantes, mas a queda é grande. 

   Paulo bem disse que, “Quem pensa ser alguma coisa não sendo nada se engana a si mesmo”. Mas, a culpabilidade não é desses obreiros em parte, e sim, daqueles pastores arrogantes e vaidosos que sem a direção de Deus promovem os tais obreiros sem a aprovação do Senhor. Pois o que tem de Diáconos, Presbíteros, Evangelistas, Pastores desviados do Evangelho não se sabe. Tudo porque não perdura se não houver a devida à aprovação de Cristo, e é o que a Bíblia diz e acredito que quem dá obreiros pastores à Igreja é o Senhor Deus – Jr 3.15; Ef 4.11-13.
 
  E isto tem propósitos, e não há outro se não à dedicação do Corpo (A Igreja) de Cristo. Todavia, é preciso que o Obreiro seja preparado, idôneo, apto para exercer o ministério que recebeu de Deus. O que jamais podemos exigir de um Obreiro Imaturo, ou inexperiente na obra de Deus, pois tudo ocorre com a queima de etapas. Destarte, um obreiro que não conhece bem a Bíblia, ou não saiba manuseá-la, não há consistência ministerial com tal postura. 

 Pela queima de etapa há obreiros que aonde chegam criam problemas, e principalmente de relacionamento, ou seja, porque não sabem se relacionar com pessoas. Conheço alguns que aonde chegam pensam os tais que só existem eles, e não interagem com o povo, pregam de domingo a domingo, são soberbos e arrogantes. Ou melhor, demonstram suas fraquezas porque não são capazes de administrar o que Deus determina em sua Palavra – a humildade (Mt 11.28-29). 

  Paulo dispensa qualquer comentário, ou seja, sendo um fariseu nato, mesmo assim, conhecendo todas as formas das leis farisaicas. Não se eximiu de suas responsabilidades diante de Cristo, mas fora aos pés do mestre Gamaliel para aprender algo que não sabia a respeito da nova doutrina, ou melhor, do Cristo de Deus. Portanto, passou cerca de alguns anos para começar o seu ministério do qual todos sabemos, é tanto que, dos 27 livros do Novo Testamento mais da metade é de sua autoria. Destarte, não queimou etapas, ou melhor, pelo fato de conhecer bem as leis judaicas, ou o “Torá” (Pentateuco), mesmo assim, no tempo de Deus começou o seu ministério o que foi e é um exemplo para quem recebeu a chamada de Cristo.

   Ressaltamos que por possuir uma credibilidade no conceito judaico, Paulo, foi um dos apóstolos que recebeu de Cristo as credenciais e fez a diferença na história da Igreja. É tanto que, segundo a história, quando se achou diante de seus juízes fez a sua própria defesa, ou melhor, nos deixou um exemplo de conceitos jurídicos, e mesmo assim, não hesitou o seu comprometimento como servo de Cristo. Ora, pegando o exemplo de Paulo que serve-nos de exemplos, podemos sim aplicá-los no ministério que recebemos de Deus, desde que não queimemos etapas. Destarte, um obreiro que recebe de Deus a chamada para o ministério não precisa queimar as etapas, porém, mesmo que alguém queira o fazer, ele se exime disso porque sabe que no tempo certo Deus o colocará no lugar.

   Concluindo estes pensamentos, porque não falar do “Maior e mais Perfeito Obreiro, Cristo o Filho de Deus por Excelência”. Que sendo Deus, disse Paulo: “Sendo Deus não usou por usurpação ser igual a Deus...”. Ou melhor, possuindo todas as prerrogativas, mesmo assim, soube esperar pelo Pai (DEUS), nunca passou ou fez algo sem que tivesse a direção de Deus. É Nele que devemos nos espelhar, e nunca queimar as etapas do ministério, pois no decurso dos tempos você compreenderá de tudo o que aconteceu em sua vida, mas terás um ministério fundamentado nos conceitos de Cristo Jesus (Ef 4.11-12; Êx 3.1-22;  Fip 2.4-11; At 22.1-3). Na queima de etapas não há como adquirir a maturidade, pois essa só vem com o tempo, obreiros imaturos só criam problemas para a Igreja e o ministério, com um agrave de se queimar no próprio ministério. Com a exceção, pois há pastores compreensíveis neste aspecto, todavia, compreendem o obreiro e lhe proporcionam outras oportunidades, enquanto alguns logo desprezam e ainda saem dizendo que não tem chamada de Deus. Destarte, se você é obreiro e tem a chamada de Cristo em sua vida, não hesite a sua vocação, pois Deus lhe preparará e no tempo certo o colocará no lugar certo. E lembre-se a não queima de etapas faz obreiros sábios, aptos, e com largas experiências no ministério – II Tim 2.15.

José Roberto de Melo – É Bacharel em Teologia, Professor de Teologia Sistemática, é Escritor e estar se Graduando em Direito pela Unip Universidade Paulista  – 2012.