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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A IGREJA COMO A REPRESENTANTE DE CRISTO


                            “A Coluna e Firmeza da Verdade”
     Numa visão futurística podemos deduzir o que até aqui fizemos em prol do Reino de Deus, mas ainda há muito que fazer. Pois, as verdades de Cristo só serão transmitidas e de forma contundente se valorizarmos o que por Cristo nos fora outorgado. Todavia, queremos inserir neste contexto que há uma enganação por parte de muitos, e até mesmo daqueles que são os responsáveis pela obra de Deus.

      Pois, alguns pensam que a Obra de Cristo se contextualiza em volta deles e por eles, por esta razão não vemos um desenvolver do Reino de Deus como assim Ele espera de sua Igreja. Mas, o que fazermos para que atinjamos o ápice num contexto cristão e obedecendo “O Ide Imperativo de Cristo” – Mc 16.15-17.

      Primeiro esse que vos escreve estas linhas, pela grande misericórdia de Deus já tem alguns anos na labuta Cristã, por esta razão posse inseri-los neste aspecto, e que você comece a fazer uma retrospectiva. Ou seja, reflitamos de como estamos fazendo a Obra de Deus, pois em consonância com o contexto atual, não há como divergirmos de alguns, pois se assim for logo tacharão de rebeldes. Infelizmente, tal ponto de vista é crítico, pois é inadmissível que ainda existam pastores se achando delegados de campos e setores, ou melhor, eles administram a Igreja como se fossem megas empresas ou se o reino de Deus fosse deles. E com isto, aqueles que tem visão de Deus para expandir o Reino de Deus não tem espaço para fazer a Obra de Cristo. Mas, do ponto de vista Bíblico, é impossível se contextualizar tal comportamento, ou melhor, Deus tem pressa de que a sua Igreja faça a sua Obra o mais rápido possível.

      E você já se colocou na brecha? Ou ainda está esperando que o pastor seja iluminado, ou melhor, tenha a visão que ele suponha ter, para então, ordenar a aquém ele ache que pode fazer a obra de Deus. Ora, pensar assim é ir contra as ordenanças de Cristo, neste sentido há na Bíblia aqueles exemplos crassos em atos dos apostos (At. 1-16; 2.1-20; 3.1.12 etc.) de como a Igreja se mobilizou para que o reino de Deus saísse do marasmo espiritual.
   Ora, enquanto vejo numa reunião mais avisos de interesses pessoais ao invés de ser para o desenvolvimento da Obra e do Reino de Deus, ou melhor, com visão e estratégicas e evangelísticas. Não existe nada que faça com que a obra de Deus cresça, e quando falo em crescimento, estou me referindo sobre o “Reino de Deus”, ou melhor, não são crescimentos de construções de templos, que mais se tornam túmulos para ajuntamento de crentes vaidosos e nada mais. E sim, crescimento em almas, transformações de vidas na presença de Cristo, ou melhor, o importante é termos quantidade, mas nunca sem qualidade. Hoje alguns estão mais preocupados em números, porque representam saldos maiores, ao invés de pedir a Deus quantidade com qualidade, e assim completa – se o reino de Deus.

      Mas, ainda assim, há algumas atenuantes, ou melhor, alguns anos atrás se fazia a Obra de Cristo sem os interesses escusos, ou melhor, se colocava o coração na presença de Deus. Ou seja, ninguém ia ao campo missionário porque queria se destacar entre a Igreja como escolhido ou privilegiado ministerialmente. E sim, porque possuía uma chamada incondicional por Deus à sua Obra, enquanto hoje é muito diferente, pois alguns vão ao campo de missão com o intuito de ganhar dinheiro e serem vistos como missionários. Ora, não vejo isto com bons olhos, pois a Igreja não cumpre o seu papel como mandante no Reino de Deus quando se age dessa forma. E outro ponto negativo é o espírito vaidoso que há dentro das Igrejas e Ministérios, ou melhor, pessoas sem nenhuma experiência de vida com Deus andam como se a Igreja e o ministério fosse algo para que ele se mantenha protegido.

      A Igreja de Cristo cumprirá a sua Obrigação a partir do momento em que ela tenha consciência do que pode fazer para o reino de Deus. O Reino de Deus não cresce quando aqueles que se acha que são seus donos ou proprietários, com isto, calam as bocas daqueles que querem semear a semente do Evangelho de Cristo e com isto a obra fica estagnada. Mas, permita-nos Deus que haja homens com a visão cristocentrica e que tão somente cumpram de forma cabal a santa e inegável vontade de Deus.

     O Sábio Salomão, o Filho de Davi que lhe sucedera no Trono, teve uma visão daquela que faria a diferença no mundo, o qual disse: “Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, formidável como um exercito com Bandeiras?” – Ct 6.10. Todavia, de forma alegórica há uma figura da Igreja, e não de um sistema humano, pois a Igreja está fundamentada nos princípios de Cristo, e todos aqueles que se acham donos dela perdem a visão espiritual. Pois não obstante, ela ser ou fazer parte humana, mas a nossa visão dela é mística, ou melhor, é ontológica do ponto de vista espiritual porque o seu fundamento e fundador é Cristo – (Mt 16.18-19). Termino aqui estas linhas, talvez seja da permissão de Deus me inspirar a escrever tais linhas, e quem sabe você se despertar para o reino do Pai, e não sejamos omissos quanto aos valores de Cristo. E que se cumpram em nós a vontade de Deus, quando nos disse: “E tudo o que vier as tuas mãos para fazer, faz conforme as tuas forças”.
 
É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).



sábado, 3 de dezembro de 2011

A TRANSFIGURAÇÃO DE CRISTO


Mateus 17.1-8
     “Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
  Então disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me compra-zo; a ele ouvi. Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. Aproximando-se deles, tocou- lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus”.
  Em primeiro lugar queremos dissolver algumas dúvidas por parte de alguns cristãos praticantes quanto a Transfiguração de Cristo. Ou melhor, parece que não, mas há alguns que por falta de um aprofundamento teológico  da Bíblia andam com dúvidas quanto aqueles textos “Obscuros” ou não claros do ponto de vista humano.
  Em segundo lugar, analisaremos a etimologia da palavra “Transfiguração” no seu sentido original. “Que vem do Gr. Metamorfosis; do Latim transfigurationem”. Então, assim diz o Pr. Claudionor C. de Andrade que significa o Estado Glorioso em que Cristo transmudou-se diante de Pedro, João e Tiago, objetivando fortalecer-lhes a fé em sua messianidade e antecipar-lhes a glória que, apesar da expectativa da paixão e morte do Senhor, todos os santos desfrutarão nos céus” – Dic.Teológico –Edição CPAD 16ª edição 2007.
 O grande problema é que alguns grupos religiosos pegam este texto e outros para fundamentarem suas doutrinas descabidas de uma realidade Bíblica e Teológica para criar doutrinas que não existem. É caso dos espíritas, grupo esse que não merece nenhuma credibilidade, pois eles pegam textos assim para incutir na mente das pessoas desavisadas que a Bíblia apoio o espiritismo.
  Refutando tais pensamentos, dizemos que a passagem de Mateus, Marcos e Lucas que coadunam entre si, nada tem haver com a “Doutrina espírita da encarnação”. 

I- A Glória de Cristo sendo revelada
  “A Bíblia revela um Deus um único, composto de três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. João 1:1-2 diz: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus". Jesus estava com o Pai desde o princípio, compartilhando de sua natureza divina. Então, Jesus deixou o céu e veio à terra. "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" (João 1:14). Fisicamente, Jesus tinha todas as características de um homem; espiritualmente, ele compartilhava da natureza de Deus. Na transfiguração, sua glória interna tornou-se visível externamente.
  Temos que chegar a ver em Jesus a glória de Deus. Uma razão por que Jesus se tornou um homem foi para manifestar a natureza de Deus. Jesus é "o resplendor da glória" de Deus e "a expressão exata do seu Ser" (Hebreus 1:3). Ele reflete perfeitamente a natureza e o caráter de Deus. Quando olhamos para Jesus, podemos ver "a glória do Senhor" (2 Coríntios 3:18 - 4:6). A conversa de Jesus com Filipe ilustra estes pontos: "Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo por mim mesmo; mas o Pai, que permanece em mim, faz as suas obras" (João 14:7-10). Jesus é a revelação, a manifestação do Pai (João 1:18). Você já pensou no que Deus faria, diria ou pensaria se fosse um homem? Olhe para Jesus. Tudo o que Jesus disse e fez foi exatamente o que o Pai diria e faria se viesse à terra como um homem. Que pensamento espantoso: Deus se revelou a nós em forma humana. O reconhecimento da glória do Pai, em Jesus, torna o estudo da vida de Cristo uma experiência profundamente comovente”. Gary Fisher.

II- A Transfiguração nos ensina algumas verdades
   (A grande pergunta é, Moisés morreu (e foi sepultado por Deus), e Elias foi arrebatado para o céu), e como haveriam de aparecer naquela hora da transfiguração? Todavia, como professor, sempre digo para alguns que existem coisas na Bíblia que é um mistério, ou melhor, onde não encontramos fatos claros é melhor deixarmos para o dia em que Deus nos revelará até mesmo o que está em oculto.
   Mas, vejamos o que diz Dr. Scofield: “De fato Elias virá e restaurará todas as cousas”. Aqui, como em Malaquias, a profecia cumprida em João Batista, e aquela ainda a ser cumprida em Elias, devem ser mantidas distintas. Mas, João Batista já tinha vindo, e num ministério tão completamente no espírito e no poder do futuro ministério de Elias (Lc 1.17) que num sentido típico, podia dizer: “Elias já veio”. Compare com Mt. 10.40 e Fm 12.17, onde a mesma ideia de identificação ocorre, embora ainda preservando a distinção pessoal”.
   Então, quanto aos fatos propostos aqui, ainda assim, queremos citar em fonte fidedigna com relação a transfiguração: “A transfiguração ofereceu aos discípulos uma antevisão da exaltação futura de Jesus e da vinda do reino. O Senhor foi visto em Sua forma glorificada; Moisés e Elias ilustravam aqueles que Cristo trará consigo, (quer por morte ou traslado, I Tess. 4.13-18). Os discípulos representavam aqueles que contemplarão a segunda vinda de Cristo em Glória – Ap 1.7; ou melhor, Moisés representava a “Lei e os mandamentos de Deus, e Elias representava a Graça de Deus revelado em Cristo – Tit 2.11”.
  E naquela ocasião os discípulos ficaram tão maravilhados com a manifestação da “Gloria da Transfiguração” – que pediram para Jesus fazer tendas, ou melhor, pensando que aquele episódio ocorreria outras vezes. Mas, aquele fato foi esporádico, e Deus tem a sua forma de revelar aquilo que aos olhos humanos é impossível se ver ou mensurar. Portanto, antes da morte e paixão de Cristo, Ele demonstrou o quanto é importante possuir a sua companhia, amizade, cuidado.
  Destarte, é maravilhoso sermos agraciados pela “Glória da Presença de Deus”, é tanto que o Senhor disse a Moisés: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar. O que lhe respondeu Moisés: Se a tua presença não for conosco, não nos faças subir daqui” – Portanto, eis a razão porque Pedro se expressou de forma alegre para que fosse feitas tendas, ou melhor, hoje não temos tendas, mas somos o “Templo do Espírito Santo” onde habita em nós a Presença Gloriosa Daquele que vive e reina para todo o sempre – Amém! E por esta razão, disse Paulo: “Mas todos nós refletimos como espelho a Glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem como pelo Espírito do Senhor – II Cor. 3.18; Êx. 33.14-15.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O ORGULHO AFASTA O HOMEM DE DEUS


Introdução. Não existe algo tão sinistro do que o “Orgulho ou a Soberba” entre os homens. Ora, a situação é tão grave que no decurso da história encontramos registros de coisas absurdas. Um caso tão emblemático é o do Imperador “Nero” que, por causa do “Trono” foi capaz de matar a sua mulher, e a sua mãe. Pensando Nero que as duas seriam uma ameaça para o seu reinado. E quando voltamos a Bíblia, é claro que logo encontramos fatos semelhantes, ou seja, como no caso de “Faraó” que se achava o deus do Egito, ou melhor, para os seus súditos sim, menos para os judeus. Mas, o que contribui para que os seres humanos sejam tão orgulhosos, ou melhor, será que podemos encontrar respostas para tais fatos?

I- O Diabo quis ser... Is 14.7 a 15
            Disse que faria...
            Disse que exaltaria o seu trono acima do de Deus.
  Será que podemos saber diferenciar os fatos explícitos pela Palavra de Deus, ou não somos capazes de discernir o quanto foi ruim para o Anjo que era uma das maravilhas que Deus criou?
  Não são poucos que aderindo o orgulho do Diabo tem se afastado de Deus, pois ninguém pode conviver com o Senhor tendo um coração cheio de orgulho. É inaceitável que permitamos o estigma do orgulho e soberba em nosso coração, todavia, essa foi a destruição de satanás.

II-De que nos orgulhamos?
  Parece que não, mas o pecado sempre está a nossa porta, e muitas vezes não enxergamos. Pois com mínimas atitudes nos afastamos de Deus e de sua santidade, é tanto que disse o Senhor por meio de Isaias: “Porque as vossas Iniqüidades fazem divisão entre vós e o Vosso Deus...” Existem pessoas que se orgulham de tudo, ou melhor, não respeitam o seu próximo como a si mesmo, e, nem considera quem é humilde. Portanto, vejamos alguns fatores preponderantes em nossa vida que nos afastam de Deus pelas nossas atitudes:
a-Nos orgulhamos de sermos cristãos,
b-Nos orgulhamos de sermos de tal Igreja ou ministério;
c-Nos orgulhamos de portarmos uma credencial de pastor no bolso;
d-Nos orgulhamos de possuirmos carros, casas, empregos, etc.
c-Nos orgulhamos de possuirmos alguns amigos da elite, ricos etc.
e-Nos orgulhamos de tudo o que julgamos que sejam superiores aos demais, ou melhor, só olhamos para o nosso umbigo e não nos importamos com o nosso próximo. Ou seja, dizemos que devemos amar o próximo como a nós mesmos, mas somos capazes de agirmos iguais ao sacerdote e Levita, que não tiveram o amor e consideração pelo homem caído no chão.

III-O Orgulho é a ruína do homem – Gn 2.7
    Do ponto de vista à Deus, é claro que somos feituras das mãos do Criador, mas do ponto de vista humano, o homem não é nada – Gal 6.3. Ora, disse Paulo: “Quem pensa ser alguma coisa não sendo nada se engana a si mesmo”.
    Ora, temos visto pessoas se lamentar de certas situações, ou melhor, de queixas das mais absurdas. Pois de tanto conviver com algumas mulheres de pastores de campos e setores, de seus filhos, e presenciados cenas lamentáveis não querem nada com Cristo. Ou melhor, dizem que pra ser crente e agir assim, é melhor morrer católicas. Ou seja, são os testemunhos que alguns crentes dão para o mundo, mas diante de Deus nada disse é justificável, pois cada um dará conta de si mesmo no dia do juízo. Portanto, para que caia por terra a soberba e orgulho humano veja o que diz a Bíblia sobre o homem, abaixo:

            a-Foi criador por Deus, da terra, e pra terra irá, Gen 2.7;
            b-Para viver depende de Deus para respirar, Gen 2.7;
            c-Seus instintos e sentimentos são obras de Deus, Gen 2.7.

    Ora, do ponto de vista humano, o homem é uma obra prima das mãos do Criador, mas o que destrói o próprio homem é a sua fragilidade, ou seu orgulho e soberba. Ou seja, é ele pensar que é quando não é nada, ou melhor, quem disse que somos alguma coisa, ou pensamos que somos melhores. Se Deus não estiver em nossa vida não somos e nem podemos fazer nada – Jo 15.5.

IV-O homem orgulhoso e a situação diante de Deus
    Há na Bíblia muitos exemplos sobre o orgulho, e de homens que deixaram que em seus corações entrasse o pecado do Orgulho, ou melhor, se fazendo iguais a Satanás, vejamos abaixo:
            a-O grande Faraó do Egito, Êx. 5.2; disse: “Quem é o Senhor...”.
            b-O grande General Naamã, II Rs 5.11;
            c-O Rei Uzias, II Cr 26.16;
            d-Ezequias, II Cr 32.25;
            e-Hamã, Et0, 3.5;
            f-Nabucodonozor, Dan 5.23;
   O pecado do orgulho da auto-suficiência é o que mais tem acontecido dentro das Igrejas e ministérios. Pois há Pastores, e Evangelistas que se acham autos-suficientes, não consideram os demais companheiros, aonde chegam criam uma espécie de complô entre si e os demais não são considerados à luz da Bíblia. A situação é tão grave que sei da história de alguns que, onde eles pastoreiam o povo só falta cantar “Aquele hino da harpa Cristã” – Já se foi, já se foi, o peso da minha alma. Pois o cidadão prega em todos os cultos, ou melhor, achando os tais que só eles têm mensagens para a Igreja e não mais ninguém. Ora, existe pior orgulho do que este, quando o ser humano se acha auto-suficiente naquilo que faz?

IV-Há promessas de Deus aos humildes
    A Bíblia diz que o Soberbo Deus enxerga-o de Longe... Deus abate o soberbo e exalta o humilde...
    Portanto, aqueles que se humilham podem fazer parte da família de Cristo Jesus, pois Ele disse com muita propriedade; “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração". Todavia, vejamos as referências consoantes às promessas de Deus aos humildes:
            1-Pv 16.19;22.4;29.23; Is 57.15; Mt. 18.4.
            2-Ordenada por Deus, Mt 6.8; Lc 14.10; 22.26; Rm 12.3; Tg 4.10.
            3-Pessoas que foram humildes e venceram:
                        a-Jacó. Gn 32.10;
                        b-Saul, I Sm 9.21;
                        c-Davi, II Sm 7.18; Salomão, I Rs 3.7.
                        d-João Batista, Mt 3.14;
                     e-O Centurião de Cafarnaum, Mt. 8.8;
                        f-A mulher Cananéia, Mt 15.27;
                        g-Paulo, o apostolo dos gentios, I Tim 1.15;

  Ora, Deus alerta-nos para o perigo que corremos, pois estamos enganados quando pensamos que somos alguma coisa, ou achamos que somos superiores aos demais porque possuímos posições ou status na sociedade. Certo amigo me falou uma coisa, e logo aprendi com aquela frase de sua parte, o qual disse: “Sabe onde se acaba o orgulho do ser humano, é no cemitério” – pois é de lá que até do seu orgulho as pessoas se esquecem. Destarte, Deus nos guarde de tudo o que nos afaste dele, pois respeitemo-nos a nós mesmos e tão somente Glorifiquemos a Cristo por tudo o que Ele tem feito e sido por nossa vida. E jamais permitamos que o pecado e a soberba tomem conta do nosso coração, pois desse mal alguns estão afastados, e outros morreram sem esperança de ver a Deus.

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sábado, 5 de novembro de 2011

O ENSINO TEOLÓGICO INTERDENOMINACIONAL

  Visando uma melhora no contexto cristão, é importante que saibamos diferenciar na contextualização o crescimento de Deus na vida de sua Igreja. E, querendo conscientizar os obreiros e cristãos de que algumas “Faculdades e Seminários de Teologia”, ou melhor, têm se mobilizado no que tange esta premissa. Ou melhor, oferecendo a cada cristão e de diversas denominações uma visão cristocentrica.
   Não se pode aferir uma Faculdade ou Seminário como de boa qualidade, se não há uma conscientização universica no contexto da pedagogia cristã. Ou melhor, uma Igreja ou comunidade que se insere no contexto do ensino, mas tem uma visão “Denominacional” ou preconceituosa as demais Igrejas e denominações não perdura no que tange a contextualização do ensino cristão.
   E visando neste aspecto afirmamos que o ensino cristão e teológico devem ser inseridos de forma interdeminacional, ou melhor, nunca voltado a um sistema religioso, ou a tal denominação. Como Educador Cristão, tenho visto que há uma deficiência muito grande nas Igrejas e denominações quando se deixa de dá o devido valor ao esse mister. Ora, aqueles que usam de tais atributos para inserir no contexto do ensino da Palavra de Deus a sua denominação ao invés de universalizar o ensino, com certeza precisam aprender muito. Até porque, não encontramos na Bíblia nenhum nome de tal denominação, ou comunidade, ou seja, parece que agindo assim, as pessoas têm uma ideia preconceituosa de que há para cada Igreja um tipo de “Teologia”.

  Pensando nisto, comecei a analisar alguns fatores preponderantes no que tange ao ensino “Teológico nas Igrejas e denominações”. Ou melhor, o que tem causado tais comportamentos, destarte, é a forma de como as pessoas aprenderam de seus líderes do passado. Ou seja, os cidadãos se converteram e logo foram instruídos em parte de forma preconceituosa, o que podemos dizer arreda, e com isto trazem até hoje um ranço preconceituoso e cheio de vaidade teológica de suas Igrejas e denominações. Tanto isto é verdade que, há uma “Vaidade” e preconceitos entre alguns pastores e obreiros em suas denominações, ou melhor, quando eles pensam que só há salvação em suas Igrejas.

  Ora, Jesus enfrentou coisa semelhante, ou melhor, quando diante da Mulher samaritana, ela começou a se explicar com relação a sua conduta preconceituosa aos judeus e os judeus a eles também – Jo 4.1-24. Digo que jamais podemos agir dessa forma, pois Deus não faz acepção de pessoas, e isto numa visão universal. Mas, será que podemos nos adequar a Palavra de Deus? Ou é a Palavra de Deus que deve se adequar ao que pensamos?
  Pelo Contrário, somos nós educadores, líderes, e pastores que devemos nos adequar à Infalível Palavra de Deus. Um professor, um pastor, ou líder que procuram ensinar somente os atributos de suas Igrejas e sistemas religiosos nada sabem a respeito do sentido da educação cristã. E é neste aspecto que gostaríamos de lhe conscientizar para que você tenha uma visão melhor da importância da “Teologia no contexto da Igreja cristã”.
   É bem verdade que na qualidade de educadores temos a Bíblia como a base fundamental para uma “Teologia Ortodoxa”. Ou seja, nela e por ela o professor poderá tirar e nunca se eximir de suas responsabilidades diante de Deus. Destarte, não podemos pensar que numa sala de aula o professor é uma figura diferente do que na Igreja onde congrega, não, isto jamais deve passar pela nossa mente. E que, tenhamos sempre a consciência de que aquilo que ensinamos ou pregamos nas Igrejas e denominações, devem sempre ser pautados de acordo com os fundamentos de uma “Teologia Ortodoxa”.

   Dentro deste contexto, pode haver alguns questionamentos “Denominacionais”, ou melhor, quando alguns apresentam os “Dogmas e Costumes de suas denominações”. Ou que não nos exime de que respondamos a altura de tais questionamentos. Desde que os conscientizemos de que a importância do “Ensino na vida do cristão” está acima de qualquer tipo de discriminação religiosa ou denominacional.

  Há alguns anos quando iniciamos o nosso ministério que Deus nos outorgou por Cristo, e não sabendo de tais fatos, logo fui me aprimorando e buscando aquilo que mais precisava no meu ministério. Ou seja, procurei a me aproximar daqueles pastores que nos ensinavam bem e com fundamentos a Palavra de Deus, e é um privilégio para um aluno se prostrar diante de quem pode ensinar o que sabe. Ora, disse o sábio Salomão: “Ensina ao Sábio, e ele se fará mais Sábio ainda”. E em convergência com aquilo que Deus falou um sábio filósofo por nome Sócrates disse: “Uma coisa sei que nada sei”...
   Há àqueles que exercem a “Pedagogia Cristã”, o meu conselho é, sejamos sensíveis a necessidade do povo. Ou melhor, nunca desprezemos aqueles que estão sob a nossa responsabilidade como “Educadores” – não sejamos egoístas porque pertencemos a tal Igreja ou denominação, mas cumpramos de forma cabal e sem preconceito a Palavra de Deus, pois os homens não mudam porque somos os melhores, e sim, porque é através da Palavra de Cristo que eles serão libertos – Jo 8.30-32. “O saber trás o conhecimento, e o conhecimento a liberdade”.

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domingo, 16 de outubro de 2011

A GRAÇA OU O ODRE VELHO?


Texto: Mt 9.14-16-17.          
  “Ninguém deita remendo de pano novo em vestido velho, porque semelhante remendo rompe o vestido, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em Odres velhos; aliás rompem-se os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam”.
  A Bíblia tem sido há muitos anos o manual de Deus para o conhecimento do cristão, mas, alguns por não terem como entendê-la desprezam alguns textos que aos seus olhos não estão explícitos. É o caso destes textos escritos por Mateus, onde Jesus faz uma comparação precisa de dois fatores importantes que serviram como base aos cristãos de sua época.
 Destarte, é preciso que ao ler tais textos, saibamos diferenciá-los, ou melhor, como neste aspecto um do outro, ou seja, “O Odre Velho e o Vinho Novo”.
  Portanto, analisaremos a luz da Teologia o que realmente ambos significam, ou seja, para que você entenda de forma clara e objetiva o que os textos supracitados dizem, vejamos abaixo:

1-O Odre Velho representa a Lei (ou seja, a lei mosaica) – Gal 1.1-23. Ou melhor, enquanto os judeus convertido a Cristo precisavam provar da “Graça Imerecida”, um grupo de prosélitos e legalistas, queriam impor os rudimentos da velha aliança. Destarte, o apóstolo São Paulo sabendo de tais comportamentos, fecha as portas do proselitismo judaico apresentando a razão pela qual eles não poderiam servir aos rudimentos velhos da lei mosaica.
  No entanto, ele mostra aos cristãos da Galácia o Fundamento da fé, ou seja, Cristo Jesus que mediante a Imensurável Graça de Deus se manifestou pondo o fim da lei mosaica – ou seja, Ele não a revogou e tão somente cumpriu-a. Ora, os judeus prosélitos diziam entre si que ainda precisavam da “Circuncisão”, ou seja, impondo novamente sobre a vida dos novos cristãos em Cristo o jugo da velha lei (Odre velho). Foi quando Paulo disse que, a nossa circuncisão era Cristo, ou seja, na sua morte Ele foi capaz de cumprir a circuncisão na sua carne que depois disso não tivéssemos mais o dever de cumprir um ritual que foi consumado na Cruz do Calvário. Portanto, com a sua morte Jesus Cristo conseguiu desfazer toda a maldição, ou melhor, o conhecimento do pecado que nos afastava de Deus – O autor aos hebreus disse: “Tendo, pois irmãos a ousadia de entrar no santo dos Santos pelo novo e vivo caminho que Ele (Cristo) consagrou...”.

2-O Vinho Novo – Representa a Graça (Tit 2.11).
   A palavra graça vai além da nossa compreensão, ou seja, não podemos simplesmente pensar num favor tão Imenso que os nossos conceitos possam mensurar. É caso daquilo que Deus fez por todos os homens, ou melhor, se somos salvos isso se deu ao “Amor e Misericórdia de Deus por meio de Cristo Jesus. Pois, a nossa situação era de “Pedidos, ou melhor, perdidos mesmos.
            a-Estavamos perdidos – Luc 19.10;
            b-Estavamos afastados da graça, II Co 5.11-20;
            c-Estavamos mortos em ofensas e pecados, Ef 2.1-6; Is 59.1-3.
  Então, como podemos pensar que somos ou merecíamos a salvação se a nossa situação diante de Deus era assim, ou seja, sem nenhuma atenuante ao nosso favor. Ou melhor, éramos réus a condenação, mas Deus resolveu a nossa situação, quando Ele quis, nos salvar por meio de sua Infinita “Graça Imensurável”. Ora, as vezes vemos pessoas que se orgulham de serem cristãs, e tal orgulho passa a impressão que as tais são ou mereciam tal coisa. E na verdade nada justifica tal posição por parte de qualquer cristão, destarte, se somos salvos é porque alcançamos por Deus através de seu Filho (Jesus) uma tão Grande Salvação – Is 45.22;59.1-3.
 Portanto, por meio da Graça, e na Graça, fomos agraciados por Deus, ou seja, vejamos os efeitos da Imensurável Graça de Deus:
            a-A Graça é Salvadora, Tit 2.11; Ef 2.8-9;
            b-A Graça é Soberana, Heb 4.16;
            c-A Graça é Sustentadora, II Tim 1.9;
            d-A Graça é Rica, Ef 1.7; 2.7;
            e-A Graça é Oferecida, Tit. 2.11;
            f-A Graça é Multiplicadora, Jo 1.17;
            g-A Graça é Provedora, II Co 9.8.
  Portanto, para que haja a salvação na vida do homem, é preciso que ele saiba que existe uma tricotomia, ou melhor, um angulo de três lados iguais, os quais são:
1-      Deus planejou a salvação, Jo 3.16;
2-      Deus Espírito convence-o, Jo 16.7-8-11; Ef 1.13;
3-      E Cristo o Filho, executa-a, Jo 14.6; 15.16-26.
Deus nos escolheu de forma incondicional, ou seja, mesmo assim, a sua soberania está acima de qualquer posição humana. Portanto, há uma condição imposta por Ele aos homens, ou melhor, para que a Graça se manifeste no homem, é preciso que este se deixe abraça pela mesma, e isto vem por meio:
            a-Da Fé, Rom 10.17;
            b-Do Arrependimento, At. 3.19; 17.30-31;
            c-Da Conversão a Cristo, Ef 1.13; At 3.19; Lm 3.21.
  Destarte, a Graça e a sua manifestação são a “Ancora” da esperança que irradia os nosso corações pelo poder da palavra que nos revelou – Cristo nosso Salvador, o Vinho Novo, é a Graça Imensurável de Deus a todos os homens – I Tim  3. 3-5.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).



terça-feira, 11 de outubro de 2011

O CELIBATO DENTRO DA IGREJA CRISTÃ?


É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher” (1 Timóteo 3:2).
  Expressamos aqui algo que tem nos causado uma preocupação, ou seja, de fatos que acontecem dentro de nossas Igrejas, que por via de regra sempre ensinou o que há explícito na Bíblia. Mas, hoje é muito diferente daquilo que aprendemos com os pastores mais experientes. E daí nos perguntamos, o que está acontecendo em nossas Igrejas e Ministérios, ou será que chegamos numa ditadura evangélica, que, pastores acham que podem fazer o que bem quiser e ninguém fala nada.
   Parece que os tais pastores se acham acima do bem e do mal, ou melhor, o que pensam em fazer o faz sem que ninguém diga que não pode. Ora, vejo isto como uma falta de respeito a própria instituição e ministério, e aos demais obreiros locais que há anos vêm fazendo a Obra de Cristo. E os tais não são reconhecidos pelos supostos pastores que se acham donos da Igreja e ministério. Ou seja, se praticam oO Celibato e o Nepotismo” com a maior aprovação de pessoas que são coniventes com suas práticas ilegais.
  O “Celibato”, é por via de regra reservado aos “Padres da Igreja Católica Apostólica Romana”, ou melhor, são coniventes de uma doutrina herética do ponto de vista da Teologia. Mas, se aceitar isto dentro de nossas Igrejas é uma aberração e afronta a Palavra de Deus. Algo que deve ser analisado a Luz da Teologia. Ou melhor, onde encontramos apoio Bíblico para se consagrar “Pastores Solteiros”? Ou seja, em nenhum lugar na Bíblia encontramos apoio para tais coisas, mas alguns estão fazendo disso uma moda, ou melhor, parece uma dinastia de reis, onde o trono é passado de pai pra filhos e gerações. 
   Ainda sou de uma época que alguns pastores ensinaram a Palavra de Deus, e os conselhos sobre o ministério sem nenhuma deturpação. Como o “Saudoso Pastor Valdir Nunes Bícego (In-memriam)”, foi um exemplo de aprendizagem ministerial. E hoje, estão fazendo o contrário do que diz a Bíblia como se Deus mudou,e a Bíblia também. Ressaltamos que, não somos contra filhos de pastores serem consagrados ao ministério, ou melhor, se tem chamada e vocação desde que sejam casados. Mas, se consagrar filhos solteiros ao ministério é uma heresia teológica, e concordar com a prática do celibato cristão. E não existe base para se consagrar solteiro e depois casar, pelo contrário, que primeiro seja exemplo para a Igreja e depois aprovado por Deus e o ministério e nunca antes.
  Outro ponto que é uma tremenda irresponsabilidade é o tratamento desigual que existe dentro da Igreja e ministério. Ou seja, a “Isonomia” não se respeita, ou seja, o direito de Igualdade de todos. Ou melhor, assim está elencado na Constituição Brasileira Art. 5º, In. IQue todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza...” E quando recorremos a Bíblia, assim preceitua a Infalível Palavra de Deus: “Reconheço por Verdade que Deus não faz acepção de pessoas”. Destarte, tanto pastores e filhos, são iguais aos demais membros, congregados e obreiros, ou melhor, precisamos respeitar os direitos de todos, e assim, cumpriremos a Bíblia. Do contrário disso, somos hipócritas e ridicularizados. Ora, não precisamos contrapor a Palavra de Deus, ou melhor, irmos contra ao que estar escrito, pois aceitar e concordar com tais práticas é sermos ignorantes à Palavra de Cristo. Ora, se alguém ou algum pastor apresentar um obreiro solteiro para o ministério não pode, mas filhos de pastores podem? Que tremenda hipocrisia!!

   O outro fator preponderante é a prática do “Nepotismo”, ou seja, onde alguns pastores consagram seus filhos ao ministério e passam o trono aos mesmos, e os tais são os donos de suas Igrejas. Muitos sem caráter e com vida comprometida diante da sociedade e Igreja, ou seja, o zelo e cuidado pela a Igreja já não se tem mais. Ressalto que, é admirável uma família de pastores existem alguns exemplos no Brasil, quando o pai é pastor e seus filhos também, com uma exceção, casados e exemplos aos fiéis. Deixo aqui bem claro que, nada é contra a verdade se não pela verdade da Palavra de Deus. Reescrevo aqui os pensamentos do Pastor Allan, vejamos abaixo:
                          
   “Para defender a prática comum de escolher pastores sem estas qualidades, os homens recorrem a vários argumentos. Vamos considerar algumas questões:
Paulo não foi casado. Paulo foi fiel no seu trabalho de apóstolo e ministro (servo) de Cristo (Atos 26:16; Colossenses 1:1,23), mas, nas Escrituras, ele nunca é chamado de bispo, presbítero ou pastor. Os outros apóstolos eram casados (1 Coríntios 9:5). Por isso, não nos surpreende descobrir que alguns deles serviam, também como presbíteros (1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1).
Timóteo e Tito não foram casados. Não há referência a estes evangelistas como casados, mas também não há nenhuma passagem que os chama de pastores! O costume de chamar as cartas a estes evangelistas de “epístolas pastorais” cria uma certa confusão, porque foge da linguagem bíblica. Na Bíblia, nem o autor nem os destinatários dessas cartas são chamados de pastores!
Paulo disse que solteiros podem servir melhor (1 Coríntios 7:1-7). O conselho de Paulo foi dado em relação a “todos os homens” (7:7) especifi-camente por causa de uma “angus-tiosa situação presente” (7:26). 
  Não deve ser interpretado de uma maneira que contradiga outras passagens que incentivam o casamento (1 Timóteo 5:14) e que especificamente exigem que presbíteros sejam casados (1 Timóteo 3:2; Tito 1:6).
Pastores solteiros? Não na igreja do Senhor! 

   Destarte, existem muitos pastores que são homens de Deus com visão ministerial, e que tratam seus obreiros com amor e respeito. Ou melhor, não são politiqueiros e tudo o que fazem é aprovado por Deus e o ministério. Não tratam seus obreiros com indiferentismo, pelo contrário, Deus em tudo o faz prosperar porque Ele honra o trabalho daquele que procurar ser fiel e justo naquilo que executa. Não podemos jamais concordar com quem torce a Bíblia a seu bel prazer para satisfizer seus interesses, ou seja, porventura Deus é injusto para coadunar com práticas de injustiças? E quaisquer que agem assim, hão de prestar contas de seus atos diante Daquele que É O Justo Juiz de toda a terra.  Reitero o que já escrevemos antes que, não somos contra a consagração de filhos de pastores ao ministério, e sim, que sejam casados como há exigências por parte de outros obreiros, que sejam casados. Destarte, se todos somos salvos por Jesus, e possuímos a chamada que tão somente sejamos tratados por “Igualdade”, e, não de forma diferente. Quem age diferente pratica o pecado e o crime por discriminação o que é uma ilegalidade perante a Justiça de Deus e dos homens.
  Ora, ir contra a Bíblia é uma tremenda heresia, mas alguns por interesses pessoais estão fazendo. Então, prefiro ficar com a Bíblia, ou melhor, obedecer ao que ela me diz, e, não coadunar com posições egoísticas de quem quer que for. Destarte, seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso!!

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domingo, 25 de setembro de 2011

ESCOLAS DE TEOLOGIA E A PRÁTICA DE ESTELIONATO

Art. 171 do CP
Preceitua o Código Penal:
Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:
Pena reclusão, de 1 (um) a 5 anos (cinco) anos, e multa.

Não são poucas as Escolas de Teologia que expressam em seus sites informações que fogem da realidade. Ou melhor, com induzimento ao erro por propaganda inapropriada, ou melhor, afirmando que seus cursos têm validade pelo MEC, o que não é verdade.

Ressaltamos que, alguns para dá credibilidade ao suposto “Curso Livre de Teologia”, usam em dizer que é reconhecido pelo MEC. E na verdade isto não passa de um “Estelionato”. Outros que nem por suas convenções de Igrejas têm registros, a origem e credibilidade, o que aparentemente levam os alunos ao engano escolar.

Há fraudes comerciais porque ferem o Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, não se pode configurar um curso “Médio em Teologia” como sendo o Bacharel, pois quem faz o médio é porque cursou até o ensino fundamental. E quem não possui o Ensino médio não pode cursar o Bacharel com exceção se tiver cursando o ensino médio e daí pode dá prosseguimento ao Bacharel (Superior).

Todavia, uma extensão escolar para dizer que tem a aprovação pelo MEC, teria que provar de forma documental. Ou seja, não é do interesse do Governo reconhecer cursos livres de teologia, ou seja, com algumas exceções. A Instituição deve preencher todos os requisitos exigidos pelo MEC como; Biblioteca, salas bem estruturadas, um corpo docente bem preparado, ou melhor, com formação acadêmica. Se caso não houver tais fatos jamais poderá dizer que é aprovado pelo MEC, e se não é, se configura numa ilegalidade dizer que tem a aprovação pela (União – MEC) o que é crime de estelionato.

De vez enquanto nos encontramos com alguns alunos que dizem que estão fazendo teologia reconhecida pelo MEC, e quando perguntamos o curso e grau, logo ficamos sabendo que os tais estão sendo enganados.
Portanto, dizer que o ensino médio de “Teologia” é “Faculdade” é uma mentira e se pratica um estelionato porque induz o aluno ou convence-o de que seu curso é superior.
Quero deixar a nossa colaboração com tais esclarecimentos a você que talvez esteja fazendo ou irá escolher um curso de Teologia. Ou seja, muito cuidado neste aspecto, pois você pode escolher bons cursos de teologia, mas antes de tudo procure a sua origem e se tem a aprovação de sua Convenção ou ministério. E não caia nas mãos daqueles que querem tomar o seu dinheiro e o seu tempo que é tão precioso.

Pois agindo assim não serás enganado e nem perderá o seu dinheiro. Somos sabedores de alunos que, investiram nesses supostos cursos de Teologia, e, no final a escola nem existe, e se não existe logo não pode expedir o certificado ou diploma ao “aluno”.

Se caso você tiver dúvidas, é bom procurar toda informação precisa, pois se você estudar Teologia numa escola ou seminário que tenha seus registros em sua convenção ou ministério, ao terminar o seu curso de “Bacharel” se houver. Então, se configurará um curso superior, desde que o mesmo seja convalidado por uma Faculdade de Ensino Superior. Ou melhor, hoje em dia não é difícil, já existem diversas faculdades dando convalidação de Diploma em Teologia aprovado pelo MEC, destarte é preciso que o aluno estude mais ou menos dois anos consecutivo para adquirir a tal convalidação.

Espero que tenha contribuído para o seu esclarecimento, todavia, não desista de seus sonhos, e estudo Teologia a fim de adquirir conhecimento de forma fundamentada pelos conceitos da Palavra de Deus – II Tim 2.15; Heb 4.12.

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