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domingo, 7 de novembro de 2010

DEUS E O ATEU

Texto: At. 17.30-37.

Introdução. Desde épocas passadas que o homem ainda não se convenceu da existência de um “Ser Superior a raça humana. Ou melhor, ainda há questionamento quanto à existência do Senhor Deus.

Mas, a grande questão no mundo é que, existem alguns “Ateus declarados”, ou melhor, aqueles que estufam o peito e dizem que não há Deus. Ora, a definição desses personagens que existem é a seguinte: Gr. atheós “a” é um prefixo grego que significa “não”, ou melhor, o termo ateu quer dize “Sem Deus”.

Ora, quantos que se convenceram disso, ou seja, criaram até adeptos que seguem suas convicções. Mas, a grande cartada é que eles não admitem por causa de suas posições impostas perante a sociedade, porém, ainda que o homem queira banir Deus de si, seu subconsciente diz não. Então, vejamos por que há tantas incredulidades a respeito da Existência de Deus:

I- DE UM MUNDO RELATIVISTA
Ora, queira ou não ninguém nasce ateu, ou melhor, se tornam por causa de circunstâncias relativistas. Pois, o homem que foi feito pelas mãos do Senhor, esse fora criado para ser seu “Adorador, Seguidor, e, que pudesse serví-lO da melhor maneira possível. Mas, devido a sua desobediência é que se fez rebelde e pela desobediência veio a conseqüência da morte (Rom 3.23).

Outro ponto nesta questão é porque alguns não param para reconhecer ou descobrir a Essência de Deus, embora que, ninguém nesta vida poderá compreender Deus de forma plena, pois é Infinito. Mas, podemos pela Obra criada pelo Senhor, qualquer ser vivo há de sentir e refletir que acima de nós há Um Ser Superior e que é Infinitamente Supremo por tudo o que há.

Quando um ateu diz que não crer em Deus, ou que Deus não existe talvez para aquelas pessoas que não tem conhecimento da Palavra do Senhor são vulneráveis a aceitar sem questionar tal posição. Mas, as tais não fazem uma análise da posição do ateu, ou seja, julgam elas que o tal está definitivamente certo em seus argumentos céticos. Dessa forma podemos discordar porque tudo depende de quem expressa àquilo que pensa ou que acha, ou melhor, se alguém diz que o mar não existe isto não significa que seja uma verdade. Pois todos sabemos que o mar existe e que estar no mesmo lugar desde a sua criação.

II-DE PESSOAS QUE ACREDITAM EM TUDO
Neste aspecto podemos afirmar com muita precisão que até o ateu é crente, pois é tanto que o mesmo crer que não existe Deus. Ora, tal posição é inerente a sua natureza caída pelo pecado que afastou- o do Criador. Pois é o que vemos no dia a dia das pessoas, elas acreditam em tudo como: conto de fada, cartomancia, em Et, visões, feitiçaria, falsas religiões, mas não são suficientes para acreditar na existência do Senhor nosso Deus.

Mas, talvez você se pergunte do porque de tanta incredulidade por parte de muitas pessoas a respeito de Deus? Pois há alguns que até eram cristãos, mas por falta de maturidade espiritual perderam seu alvo principal. E na verdade podemos dizer que, em alguns casos o fator “Religião” é o que tem contribuído para que muitas pessoas vejam a crença cristã como algo inapropriado.

III-AS CATÁSTROFES NO MUNDO
Também tem contribuído para que cada vez mais o mundo caia no ceticismo religioso, ou seja, alguns até questionam da seguinte forma: “Se existe Deus, por que há tantas desgraças, ou melhor, guerras, filhos matando os pais, os pais matando seus filhos, terremotos, maremotos, criminalidade cresce a cada dia”. Ou seja, alguns até dizem que Deus criou o homem e deixou no mundo sem rumo, ou melhor, Ele não se importa com o homem.

E tudo isto só contribui para o crescimento da incredulidade entre as pessoas, e alguns ateus declarados vão à televisão e dão suas opiniões como se eles fossem os donos da verdade. Ou melhor, formam suas opiniões de maneira cética fazendo com que a crença em Deus seja uma mitologia e não algo que seja uma verdade de acordo com aquilo que cremos.

Talvez possamos responder o questionamento que ora, citamos daqueles que não acreditam em Deus, ou que até fazem tais argumentações. Dessa forma, há na Bíblia uma pergunta feita pelo próprio Deus com relação a Israel, ou seja, quando o povo do Senhor estava vivendo numa crise, Ele pergunta: “De que se queixa o homem? Cada um se queixa de seus próprios pecados”.

Portanto, desde os tempos passados que o ser humano sempre se afastou de seu Criador, e com isso se fazendo de cético e até mesmo não acreditando de sua própria existência. E os tais sem saber dizem coisas sem sentido nenhum quanto a Existência de Deus, pois são capazes de acreditar em qualquer tipo de força, filosofias de vida etc, mas desconhecem a Existência de Deus o Criador do Universo.

IV- A GRANDE CARTADA – DEUS NÃO SE PROVA
Deus não está preocupado se alguns ateus não acreditem Nele, ou que não aceitam e neguem a sua existência. Pelo contrário, todos aqueles que baniram Deus de suas vidas e que negam de forma veemente são tolos, e nada muda a respeito de Deus, e nem Ele deixa de existir. Na verdade é Deus quem rir desses pobres e miseráveis ateus, porque mesmo dizendo que são ateus porque negam a existência de Deus, mesmo assim sempre vão morrer crendo que nunca conseguiram provar a inexistência do Criador.

“O Salmista disse: O céu manifesta a Glória de Deus, e o firmamento anuncia a Obra de suas Mãos” – Sal 19.1-2.

Certo dia um ateu chegou perto de uma criança e lhe perguntou: Onde está Deus? A criança então, lhe respondeu: e onde Deus não Está? São muitos que gostariam de ter a certeza de banir Deus de suas vidas, mas jamais os farão, pois que acreditem ou não, hão de encará-lO como o Justo Juiz de toda a terra e todos confessarão que Ele é o Senhor – Fip 2.10-13.

Portanto, a existência de Deus é inegável em todos os sentidos, mesmo que o homem não acredite na Bíblia, há de ver pela obra da natureza, o ar que respiramos a Luz do sol, a Luz, as estrelas, o mar e suas profundezas, e o homem que é tido como a coroa da criação. Ora, tudo é possível para quem é crível, ou seja, para aquele que se deixa levar pela direção de Deus, o Criador do Universo, o mesmo diz: “É necessário que aquele que se aproxime de Deus, creia que Ele Existe e que galardoador daquele que o busca” – Heb 11-6-7.

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O PECADO DE QUEM JULGA

Texto: Mat. 7.1-2; Rom 14.10-12
Durante o ministério terreno de Cristo, Ele pode contestar com a hipocrisia daqueles fariseus de sua época. Ou seja, que sempre viviam apontando os pecados alheios como se eles não fossem falhos, ou melhor, como se não cometessem pecados.

Pois bem, hoje no contexto da Igreja não é diferente, pois alguns se escondendo por trás da capa da hipocrisia andam fazendo coisas que até o Diabo duvida. Ou melhor, se vestem, andam, falam, como cristãos, mas suas condutas são desprovidas das verdades de Cristo Jesus.

Não estamos falando nada do que não aconteça, porém, Jesus naquela época já apontava para aqueles que aparentemente se mostravam uma coisa, mas na prática tudo era diferente. Digo que o espírito farisaico ainda perdura nos dias de hoje, pois alguns se aproveitando da ocasião julgam e condenam pessoas sem que tenham o direito de defesa, ou melhor, com calunias e difamações. Vejamos pela Bíblia as conseqüências que acontecem quando se julgam as pessoas sem que elas tenham o direito de se defender.

I-JESUS SENDO JULGADO
Quando olhamos para a história do filho de Deus, vemos e logo pensamos que Ele passaria por tudo aquilo. Mas, quando olhamos numa outra óptica, ao analisarmos os fatos, veremos que pelas leis romanas e judaicas, ninguém jamais poderia ser julgado e condenado sem que tivesse o direito de defesa. Bem, sobre o resultado todos sabemos o que ocorreu com Jesus, ou seja, tanto que “Pilatos” que tinha sobre suas mãos o poder, disse a Jesus: “Sabes tu que tenho poder para te soltar e ti condenar?
Ora, diante disso vemos que o julgamento e condenação de Cristo não foi de acordo com as leis romana, ou seja, que usaram de sabotagem para condenaram o Justo à crucificação. Mas, o que queremos deixar claro é que hoje em dia não é diferente, ou melhor, se condena primeiro para depois rever a questão, ou seja, se fazem prejulgamentos de pessoas e as condenam sem que elas tenham o direito de defesa. Quanto as conseqüências não olham o que podem acontecer, ou melhor, até que a vitima prove o contrário, sua moral, seu caráter, sua vida, e sua família são destruídas sem nenhuma respeito. Todavia, infelizmente se comete o ministério da injustiça, por práticas ilegais e com a falsa moralidade que existe dentro da Igreja de Cristo.

II-POSIÇÃO DE CRISTO SOBRE SEUS INIMIGOS
Não obstante Cristo viver ensinando a sua doutrina aos homens, mesmo assim eles não ouviram bem, ou se ouviam não quiseram obedecer aos conselhos éticos e morais do Mestre da Galiléia, quando disse: “Assim como vós quereis e que os homens vos façam, fazeis vós também a eles”.

Ora, o que Cristo quis nos dizer com tal afirmação? Que assim como a gente gostaríamos de ser tratados que procedêssemos da mesma forma, ou melhor, sem que haja um padrão de ética em nossa vida jamais podemos nos adequar aos padrões de Cristo. Por que há pessoas que sem olhar ou ver tais posições se colocam no lugar de juízes, o que não o são, e fazem pré-julgamentos alheios como se fossem infalíveis em suas condutas de vida. Talvez se os tais olhassem para si jamais fariam o que fazem com pessoas que são execradas sem que tenham o direito de se defenderem.

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com tiverdes medido vos hão de medir a vós” – Mt 7.2.

Lamentavelmente é triste dizermos, mas há muitas pessoas desviadas da Igreja por causa de muitos que sem nenhum pudor levantaram falso testemunhos, difamaram pessoas sem que elas merecessem tais coisas. E o mais terrível é que seus líderes são os primeiros a acreditarem nas mentiras de falsos irmãos, e, quando tudo acontece, ou seja, quando não há como ajuntar as penas já é tarde.

III- AQUELE QUE FOI INJUSTIÇADO SERÁ O JUIZ DE TODOS
Jesus foi julgado, recebeu acusações, e por incrível que pareça, por seus irmãos, por aqueles que o conheciam, ou seja, pela multidão que o acompanhava no seu ministério. Foi os mesmos que pediram a sua condenação, crucificação, ou melhor, foram os primeiros que gritaram crucifica-o, crucifica-o!

Como Jesus também às vezes sofremos injustiças, ou melhor, daqueles que finge que são nossos irmãos, amigos, são os primeiros a se levantarem contra nós num momento de nossas fraquezas. Ou seja, ao invés de ajudar são usados pelo Diabo para apontar e nos julgar como se fossem juízes da situação. Pois, os tais se esquecem que tudo na vida é passageiro, e que Deus não tem ninguém por inocente e que tudo o que o homem semear há de colher por suas ações.
Jesus passou por tudo nesta vida, o que não somos diferentes e nem melhor do que Ele, mas devemos ter consciência é que um dia como Ele já Está a Mão Direito do Pai (Deus), há de nos julgar com o séquito de sua Justiça – Fip 2.10-11. Ora, diante Dele todos os injustos juízes prestarão contas de seus pré-julgamentos e condenações daqueles que sofreram sem terem a culpabilidade, e que muitas vezes execraram suas vidas e famílias.

Portanto, é lamentável a gente falar, mas nada é contra a verdade se não pela verdade da palavra do Senhor. Certa feita ouvir uma pregação de um pastor que já dorme no Senhor, pois o mesmo pregava sobre os dez leprosos, e na sua conclusão ele foi muito feliz quando disse: “Somente um voltou para agradecer a Jesus a cura, ou seja, na terra de Adão semeia-se o bem e colhem-se ingratidões”. Infelizmente, nestes últimos dias temos vistos a atitudes de obreiros e crentes que se dizendo servos de Deus praticam a injustiça com o seu próximo. São como os cretenses que Paulo os chamou de bestas ruins, que se finge de santos e praticam a iniqüidade com o próximo. Meus caros leitores são pelas mínimas coisas que Deus punirá muitas pessoas se as tais não se arrependeram, ou seja, Jesus Está Voltando, e como O Justo Juiz há de nos julgar, mas como estão as nossas obras diante de Deus?

É proibida a reprodução desses escritos sem a devida autorização do autor, salvo pequenos trechos, e com a citação da fonte – Direitos autorais Lei 9.610/98 (Art. 184 do Código Penal).

domingo, 24 de outubro de 2010

A PALAVRA DE DEUS COMO FOGO E MARTELO

Texto: Jr 23.28-29
“O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele em quem está aminha Palavra, fale a minha Palavra com a verdade. Não é a minha Palavra como fogo diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a penha”
Como Israel naquela época de Jeremias, hoje também não é diferente, pois há uma crise muito grande nas Igrejas e ministérios. Ou seja, os púlpitos estão cheios de obreiros e vazios da Palavra. Há muitos pregadores, mas poucos ensinadores, e os que têm sidos impedidos de ensinarem e pregarem a Palavra do Senhor Nosso Deus, e isto é como diz Boris Cassoi: Isto é uma Vergonha...” Mas, quanto a isto, vamos analisar os pontos dessa tremanda falta de responsabilidade com as coisas de Deus, vejamos:

I-A CRISE: A NEGLIGÊNCIA A PALAVRA DE DEUS
Afirmamos que há muitos se dizendo que são obreiros e pastores etc, mas os tais não foram preparados para receberem o peso do ministério outorgado por Deus. Ou seja, são pessoas despreparadas em tudo, e principalmente leigas quanto as verdade teológicas da Bíblia. E se os tais no período em que tiveram a oportunidade de aprender, e, não o fizeram, dessa forma não aprenderam que o ministério estável começa pelos conceitos da Palavra de Deus.

A pior desgraça na vida de um obreiro é ele ser negligente quanto a Palavra de Deus, pois Jesus bem afirmou ou aprovou o pastor da Igreja de Filadelfia quando disse: “Como guardaste a Palavra da minha perseverança, Eu também te guardarei na hora da tentação (Ap 3.1-10).

Então, quando isto acontece vemos pessoas imaturas, inseguras, sem fundamentação cristã e com dúvidas quanto a sua fé em Cristo. Ou seja, a culpabilidade é de seus líderes que são negligentes quanto ao ensino e pregação da Palavra de Deus. Enquanto que, a recomendação de Paulo a Tito é: “Em tudo te dá, por exemplo, de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade e sinceridade” – Tit 2.7.

II-A CRISE: A FALTA DA PALAVRA, A IGREJA NÃO CRESCE
Uma igreja onde quem manda são grupos de profetas, ou famílias como se fossem tribos de índios, se espera tudo, menos uma Igreja que prima pelos conceitos da Palavra de Deus. Ora, isto sempre aconteceu com o povo de Deus, numa determinada época a situação fora tão tremenda que os sacerdotes até se esqueceram do Livro na casa de Deus. Ou seja, se esqueceram de ler o Livro, dessa forma também deixaram ensinarem a lei de Deus ao povo, e quando isto acontece vemos pessoas sem estrutura espiritual para suportar as adversidades da vida.
Ora, diante de fatos dessa magnitude, o cristão precisa valorizar os conceitos da Palavra de Cristo. Ou melhor, jamais perder a oportunidade que temos para ler, ouvirmos, e acima de aprender tudo o que recebemos da parte de Cristo. Uma Igreja e ministério onde são selecionadas pessoas para exercerem funções e sem ser devidamente preparadas, ou treinadas ela não atingirá seus objetivos por Deus.

Portanto, precisamos ter consciência que onde há lugar e tempo para se pregar e ensinar a Bíblia ao povo, tão somente veremos cristãos seguros e uma Igreja prospera em todo aspecto de sua vida espiritual – Jos 1.8-9; Sal 1.1-3; Jo 5.24.
Na verdade, é que precisamos rever todos os nossos conceitos como cristãos diante de Deus, e não acharmos que somos melhores ou que conhecemos mais do que o próximo. Ou seja, precisamos rever as coisas e voltarmos a praticarmos a Palavra de Cristo, pois é ela que nos trás a felicidade u e uma vida melhor diante do Senhor nosso Deus.

III-A PALAVRA DE DEUS DEVE SER PREGADA E ENSINADA
Infelizmente muitos cristãos não são constantes em sua vida diante do Senhor, porque não aprenderam ainda a por como prioridade a Palavra de Cristo em sua vida. Ou melhor, são apenas ouvintes, e não praticantes, ora, aquele que sabe diferenciar tais coisas pode fazer a diferença. Dessa forma, às vezes encontramos pessoas que expressam pouca ou nenhuma maturidade cristã, ou melhor, talvez não descobriram o maior tesouro que encontramos nas sagradas escrituras.
Neste aspecto, há coisas estranhas que ocorrem no decurso da Igreja, ou seja, quando se dão mais prioridade a outras coisas e não a Palavra de Deus, é o que vemos, ou seja, cristãos imaturos diante de um mundo relativista.
Ao invés de nos determos a busca pela Palavra do Senhor, perdemos tempo com coisas fúteis, ou seja, com politicagem, etc. Outro fato irrelevante quanto a tudo isto, é alguns fazerem grupos que tudo o que eles fazem são em torno deles, e os demais ficam de fora de seus interesses muitas vezes escusos. Ora, não é hora de bricarmos de ser crente, é preciso que líderes espirituais acordem para a realidade, ou seja, procurem a fazer o que Deus determina na sua Palavra. Portanto, a Bíblia é a marca Infalível de Deus aos que amam a sua Palavra, pois sem tal conceito não há cristãos firmados em Cristo – Ef 4.11-13. Heb 4.12; Sal 119.89; 9; 11; Deut.32.1-2. Rom 10.17.

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O ABORTO É UM CRIME PERANTE DEUS

Êxodo 20.13
“Não Matarás”
Introdução
Diante de tantas discussões de alguns movimentos na sociedade hodierna, ainda assim, pasmem todos os que estão lendo este artigo, é de ficarmos estarrecidos diante de situações adversas aos valores humanos.
E ainda, ouvirmos a posição de alguns que defendem de toda maneira a manutenção de uma ilegalidade perante os meios de comunicação, ou seja, se expõem de forma que a sociedade aceite de qualquer forma suas posições quanto a esse absurdo, que é o aborto isto é inaceitável.
Quando analisamos a Palavra de Deus quanto a posição imposta por aqueles que de forma ilegal praticam o “Aborto”, a princípio estão praticando um grave crime perante Deus. Ou seja, um ser humano de sã consciência jamais tira a vida do próximo, praticam tais crimes porque perderam os valores cristãos. Ora, ninguém pode tirar a vida porque ela é um dom gratuito de Deus, e se há a proibição ou uma ordenança divina, “Não Matarás”, significa que qualquer que desobedeça a essa ordem comete um crime.
Uma verdade que bem poucas mulheres sabem, ou melhor, quando a mulher fica grávida a criança que está dentro de seu ventre não é parte dela, ou seja, a posição daqueles que defende que a mãe pode fazer qualquer coisa é um disparate. Ou seja, segundo os médicos especialistas em medicina, eles dizem que a criança não é prolongamento do corpo da mãe, portanto, jamais deve ser tratado como objeto descartável. Ou melhor, aqueles que praticam o “Aborto” e principalmente por pais e mães que às vezes são impelidas por seus companheiros as práticas abortivas devem saber que irão pagar muito caro por seus atos diante de Deus, o Justo Juiz.
A Bíblia diz: “Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira”- Ap 22.15. A alegação daqueles que são a favor do aborto é que para se preservar a vida da mãe que seja sacrificada a criança, ou melhor, para os irresponsáveis a vida da criança não tem valor. Ou seja, um aborto qualquer pode ser feito porque não tem nenhum problema? Ora, pensar dessa forma é ir contra os princípios da vida, ou seja, o direito em que uma criança tem de viver é lhe tirado antes mesmo de nascer, enquanto que no ordenamento jurídico brasileiro, o “feto” deve ser protegido de qualquer maneira. Então, no mundo e no Brasil o índice de abortos é um absurdo, ou melhor, se praticam de formas clandestinas em clínicas ilegais, e as mães que são induzidas as práticas abortivas mais tarde entram em depressão e até mesmo ao suicídio. E sem contar que, um dia todos estarão e prestarão contas diante de Deus por seus crimes, ou melhor, naquele grande dia ninguém escapará do peso da sentença que receberão do Justo Juiz e darão contas de tudo o que fizeram quando em vida aqui neste mundo. Portanto, pagarão caro tantos as mães que consentirem o aborto, como também aqueles que os praticam de forma ilegais e clandestinamente.
Meus caros leitores é hora de repensarmos sobre a situação, pois uma criança não pede para vir ao mundo, tão somente são tão importantes como qualquer ser humano já em vida. Mas, os seus direitos são impedidos de forma desumana, ou melhor, por quem mais poderia lhe proteger, ou seja, por seus genitores. Portanto, digamos não ao aborto termo que vem do grego (expelir, tirar fora, expulsar), ou seja, precisamos dizer sim à vida porque ela é um dom de Deus. Deus o Criador da vida se manifesta num olhar, num sorriso, num chorar, num pedir de uma criança. Vamos orar ao Senhor Deus, e pedirmos que Ele guarde as mães neste Brasil e no mundo (Word), e vamos impedir que crianças sejam assassinadas como se a vida não tem valor. Portanto, obedeçamos a Deus, tão somente praticando a sua ordenança, “Não Matarás...”.

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A IGREJA DE CRISTO COLUNA E FIRMEZA DA VERDADE

Textos: I Tim 3.15 b.
“Como convém andar na casa de Deus, que é a Igreja do Deus Vivo, a coluna e firmeza da verdade”.

No decurso da história da Igreja de Cristo, descobrimos que mesmo diante de tantas perseguições ela não sucumbiu. Ou melhor, as forças das trevas não impediram a sua trajetória, e com isto ela pôde palmilhar dias após dias com a força do Senhor Deus.

Mas, ultimamente ou nestes dias que estamos vivendo, ao olharmos para o passado, vemos que a Igreja tem sofrido ataques de todos os lados. Mesmo assim, sabemos que ela não será atingida porque é inatingível, ou seja, tem a proteção do Senhor. Talvez devêssemos perguntar do por que a Igreja sofre tudo isto, o que devemos fazer para que isto não aconteça? Em primeiro lugar dizemos que, a Igreja não é um projeto e nem uma entidade humana, ou seja, ela não fora idealizada pelos conceitos humanos, então daí, vejamos alguns pontos relevantes quanto a Igreja do Deus Vivo:

I-ELA FOI CRIADA POR DEUS – Ef 1.4-5
“Como também nos elegeu Nele (Cristo) antes da fundação do mundo, para que fossemos santos e irrepreensíveis diante Dele em amor”.
Ora, que posição brilhante é a nossa, ou melhor, ninguém jamais tem o direito de sucumbir tais fatos da Igreja. A Igreja não foi criada por Deus para ser massa de manipulação de pastores e nem ministério, ou seja, que esses sejam homens de verdade e que saibam com cuidado administrar a “Vinha de seu Senhor” sem usurpar seus valores cristãos.

Infelizmente há alguns que infligindo os conceitos da Bíblia, usam o povo do Senhor para os seus próprios interesses eclesiásticos. E com isto, impedindo o crescimento da Obra de Deus na terra, criando pra si fortunas e enriquecimento ilícitos. Portanto, a Igreja do Deus vivo não pode fazer parte desses esquemas que são inapropriados para quem prima pelos valores éticos e cristãos dentro da história do Cristianismo.

II-ELA FOI TIRADA DO MUNDO – Tit 2.13-14; I Jo 2.15-17
“O qual se deu a si Mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras”. É não existe meio termo ou que alguém mudo tal posição da Igreja de Cristo. Embora que, ainda assim, alguns acham que podem envolver a Igreja com coisas que não têm sentido do ponto de vista cristão e espiritual. Todavia, a Igreja fora tirada de um mundo relativista, onde tudo é normal ou que todos aceitem os fatos como algo certo.
Não fomos resgatados de um mundo perverso para vivermos ou praticarmos as mesmas ações que antes fazíamos. Pois o dono da Igreja exige que vivamos segundo a sua santa vontade, fazemos assim ou não honramos o seu Nome que está cima de tudo e todos.

III-A IGREJA NÃO PODE SER VISTA COMO UM MEIO DE VIDA À ALGUNS – I PE 5.1-2-3.
“Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo o cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto. Nem como tendo domínio sobre a herança (Igreja) de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho”.

Quando leio este texto citado por Pedro, com certeza os espíritos de domínio e ganância já predominavam no contexto da Igreja cristã. E ainda hoje predominam os tais espíritos, pois eles manipulam e dominam a Igreja como uma empresa, como um clube etc. Porém, sem que os tais saibam, um dia veremos quem está certo nesta história, ou melhor, Cristo fundou a sua Igreja para que ela tão somente cumpra a sua missão aqui na terra.

Mas, alguns se achando dominadores e detentores das verdades de Deus, usam seus títulos, ou posições eclesiásticas para manipular e dominar os cristãos fiéis a Deus. Usando palavras de ameaças espirituais se os tais não os obedecerem, ou melhor, pegam aqueles textos Bíblicos e sem fazerem quaisquer análises aplicam de forma inapropriada. E mantém a Igreja (povo) sobre seus domínios de forma errada no contexto atual.
Protestamos usando a Palavra de Deus como base a nossa vida, ou seja, é só analisarmos o texto citado por Pedro, e vivermos de acordo com o que a Bíblia nos diz, ou melhor, fomos chamados à liberdade com que Cristo nos libertou.
Não estamos dizendo que o pastor (presbíteros) não possa viver do “Altar”, pois é Bíblico que eles vivam de forma integral. Mas, usando o bom senso para manipular o povo e se enriquecerem com salários pastorais é inaceitável do ponto de vista ético e moral – I Tim 5.17-18.

IV-A IGREJA DEVE PRIMAR PELA ÉTICA CRISTÃ – Mt 5.16.
“Resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.

Se existe algo indiscutível este é um deles, pois Jesus ensinou - nos tudo sobre ética cristã, ou seja, para que os homens se comportassem de forma que suas vidas fossem um modele ético ao povo. Mas, na teoria tudo é lindo, pois falam como os fariseus da época de Cristo, e não são capazes de cumprir o que pregam e ensinam.

A Igreja como a “Coluna e Firmeza da Verdade”, deve a princípio fazer de tudo o que o seu Mestre a ordenou que fizesse do contrário jamais cumprirá o seu dever. Todavia, não estamos dizendo que não podemos obedecer aos líderes que Deus instituiu à sua Igreja, ou seja, que os tais se portem como homens de Deus e que sejam verdadeiros pastores que tenham os mesmos sentimentos cristãos que teve Cristo – Fip 2.1-10.
Que trate com respeito e dignidade o povo, que sejam éticos e tenham postura como homens de Deus, pois a Igreja que é a Noiva de Cristo merece ser respeitada em todos os sentidos, pois é assim que o Senhor da vinha exige de seus trabalhadores...

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sábado, 23 de outubro de 2010

O DESEJO PELO MINISTÉRIO...

“Se alguém deseja o episcopado, excelente Obra deseja”.
I Tim. 3.1-2
Introdução. O ministério de Deus ao homem é algo de estimo valor, ou seja, só quem sente isto e sabe valorizá-lo é quem recebeu do Senhor o chamado para o santo ministério. Todas as vezes que examino o texto sagrado explicito pelo maior teólogo cristão que viveu depois de Cristo, (o apóstolo Paulo), fico feliz e convencido daquilo que Deus tem nos proporcionado com relação ao ministério. Talvez você esteja se perguntando, mas o que é o ministério, e que desejo é esse que Paulo deu ênfase para os obreiros de sua época?

Com certeza, muitas perguntas dessa natureza já surgiram na mente de muitos obreiros, pois bem, quando ao examinarmos a Bíblia, logo podemos ter a certeza que o ministério não é coisa de homens, e nem de um grupo seleto. Embora que, alguns por suas ações no ministério, pensam dessa forma, mas à luz da Bíblia não há consistência teológica quanto a isto.

Todavia, o ministério é invisível e visível. Ou melhor, é invisível porque vem exclusivamente de Deus ao homem, (Jr 3.15), e é visível porque se exterioriza em cada homem chamado por Ele ao santo ministério. Queremos dizer que, o ministério é visto por alguns pastores como uma instituição particular a eles, e na verdade isto não se procede pelos conceitos de Deus, pois afirmamos que somente O Senhor é quem escolhe e vocaciona aqueles que Ele (Deus) quis (Mc. 3.13; Ef 4.11-13).

Mas, ultimamente temos observados que alguns parecem que não examinam a Bíblia, ou não fazem uma exegese mais profunda para extrair o que realmente nos diz o texto supracitado. Ou seja, aplicam o texto sem analisar os pormenores, ou melhor, nada se justifica que devamos aplicar o texto aos olhos da cara, ou seja, isto expressa preguiça e posições autoritárias a alguns desenformados quanto às verdades que Paulo nos deixou como lição sobre o santo ministério.
Vejamos algumas verdades do texto que ora citamos acima. Há dois verbetes gregos os quais definem bem a palavra, são “epíscopos e presbítyros”. Episkopos, que significa “supevisor”, “guardador”, e “bispo” (episkeptmai) “significam observar”, inspecionar, visitar.
Portanto, é imprescindível que saibamos ou tenhamos o conhecimento que os presbíteros da Igreja primitiva tinham a preeminência no ministério, ou melhor, eram honrados, considerados, e respeitados pelos apóstolos e pela Igreja. Ou melhor, em nenhum lugar no livro de atos dos apóstolos, vemos a menção de pastores e nem evangelistas, como uma imposição ministerial embora que, a mesma palavra fizesse convergência no mesmo sentido. Ou seja, então dessa forma, para aqueles pastores e evangelistas arrogantes com algumas exceções, pois sabemos que há muitos pastores e evangelistas dignos de nosso respeito e apreço. O episcopado que Paulo deu ênfase, não se trata de nenhuma palavra, como “pastor ou evangelista” ou que estão acima do “episkopos”. Todavia, quando Pedro exortou “episcopado” bem disse: “Aos presbíteros (porque não, pastores e evangelistas), ora de acordo com alguns eruditos, o episcopado está acima de qualquer posição eclesiástica. Vejamos bem o texto: “Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero (epíscopo) com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participantes da glória que se há de revelar; apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto” – I Pe 5.1-2.
O grande problema hoje dentro do contexto do ministério é que alguns abusam de suas posições eclesiásticas, ou seja, parece que só eles conhecem a Bíblia, ou estão acima de qualquer coisa. Então, usam suas posições para impor seus conceitos eclesiásticos achando os tais que podem manipular a Igreja do Deus Vivo.
Mas, o mais interessante é que, além do sentido eclesiástico que converge com o ministério que Deus deu ao homem, o mesmo também, deu alguns outros requisitos. E alguns se esquecem do que há no contexto sagrado, pois bem, contra a verdade do Senhor não podemos contestar, vejamos: “Convém, pois que o bispo (presbítero, pastor, evangelista) seja irrepreensível, marido (casado) de uma só mulher, vigilante, sóbrio ou cordado, honesto, hospitaleiros=, e apto para ensinar” – I Tim 3. 2.

Ora, desde a minha conversão a Cristo, e os meus primeiros passos ao ministério que Deus me entregou, me assentei por diversas vezes na Igreja a qual faço parte, ou melhor, fomos ensinados que o “Obreiro, pastor, presbítero, diácono” para serem consagrados ao ministério (visível) deveríamos ser casados. Mas, já não é mais como dantes, ou seja, pra alguns estas recomendações Bíblicas já são coisas do passado, pois alguns estão chegando ao ministério como uma espécie nepotismo, e solteiros. Todavia, com algumas exceções, ou seja, há em alguns a necessidade, porém, não é regra.

Então, perguntamos, e os conceitos da Bíblia, a Palavra de Deus como fica ficam nesta história? Porventura Deus faz acordo ou aceita suborno dos homens? Talvez pra alguns sim, porque eles estão passando por cima de tudo e de todos, ou seja, sem rever seus conceitos diante do Senhor. Todavia, um pastor solteiro não tem a competência para exercer a função, ou melhor, como o mesmo terá de tratar de assuntos relacionados ao casamento, a família, dá um conselho aos jovens, aconselhar um casal que estejam vivendo uma crise conjugal. Se o tal não tem experiência, e nem vivência quanto a tudo isto, ora, só na mente de alguns pastores que não pensam e que estão vivendo pelo espírito de vaidade que aceitam tais coisas.
Um pastor solteiro a nosso ver não está apto para exercer o ministério cristão, e principalmente “Neofito” – I Tim 3. 6 “o prefixo não” vem do grego que significa uma posição de reprovação. Ou seja, inexperiente é algo sumamente impossível para um obreiro exercer a sua posição ministerial, todavia, não estamos dizendo que o jovem solteiro não tem a chamado de Deus para o ministério, e sim, que o mesmo antes seja provado pelo ministério, e depois seja aprovado pelo Senhor Deus.

Outro ponto de extrema grandeza é que o “Pastor, presbítero, evangelista”, seja apto para o “Ensino Cristão”. Ora, bem disse um mestre: “Quem não tem a capacidade, ou não é apto para o ensino cristão, não é digno de exercer a função pastoral”. Ou melhor, de quem a Igreja espera a palavra de ensino, exortação (consolação), de esperança, de fé, de correção se não do pastor. E se esse não tem a habilidades para isto como ficam as “Ovelhas” – I Pe 5.1-2; Ef. 4.11-12. Ora, muitos estão reprovados pelo Senhor, pois passar a mão em cima da Bíblia, e fingir que leu-a e aplicar para a Igreja qualquer coisa, é pecado de “Omissão”- Ora, bem disse Jesus a Igreja de Sardo: Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives, estás morto...
Portanto, finalizamos estas linhas no sentido de que mais uma vez você ao ler possa entender a santa vontade do Senhor à sua vida. O ministério é algo de sublime valor, mas é preciso que tenhamos a consciência de que devemos exercê-lo com dignidade e respeito a àqueles que o Deus nos confiou.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

SAUL – UM PASTOR FRACASSADO

Texto: I Sam 9.3
INTRODUÇÃO. São os exemplos que encontramos na Bíblia sobre a vida de alguns personagens que no decurso da história terminaram como vilão. Ou seja, alguns até começaram bem, outros que até tinham tudo para dá certo, mas foi trágico o final desses personagens que ora nos diz a Bíblia. Portanto, queremos falar sobre Saul, ou melhor, homem de grande prestígio, boa aparência física, articulava bem o sistema político de Israel, mas não era pastor chamado por Deus.

I-O QUE SAUL NÃO TINHA COMO CARACTERÍSTICA DE UM PASTOR?
Primeiro, ele não era pastor de ovelha, ou melhor, sua experiência divergia da realidade proposta por Deus, ou melhor, não podemos confundir as coisas. Ou seja, algo que dê certo ou não está apto a exercer a função que aparentemente parece ser. Não queremos execrar a imagem de Saul, mas é um pouco estranho sabermos que um homem que era pastor de jumentas, pudesse ser pastor do povo de Deus – I Sam 9.2-3.
Não iria dá certo, pois a escolha de Deus sempre foi de forma sábia, pois jamais Ele escolhera alguém que não tivesse a sua aprovação a tal desígnio. Vejamos dessa forma algumas características negativas no ministério de Saul:

1-ELE TEVE UM MINISTÉRIO MANIPULADOR
É inapropriado para um homem que se diz chamado por Deus viver mentindo, comprando honrarias que não tem, ou seja, como se o ministério de Deus fosse feito por barganha. Ora, quando Deus chama Ele o faz porque sabe aquém está chamando, ou melhor, não importa quais as circunstâncias, permitirá que tudo ocorra bem porque tem a sua aprovação de forma maravilhosa – Heb 5.4. Saul foi reprovado por Deus porque entrou pelo caminha da infidelidade, ou seja, barganha, do levar vantagens em tudo, pois teve um ministério de fracasso espiritual.

2-ELE TEVE UM MINISTÉRIO FORÇADO
É inadmissível para um pastor exercer um ministério próspero se entrar pelo caminho de Saul, ou seja, alguém exigiu que o mesmo fosse posto como rei. Mas, não era da vontade de Deus que Saul fosse o rei em Israel e com isto sabemos a história que ficou registrada na Bíblia como uma lição do Senhor a aqueles que chegam ao ministério postos pelo homem sem a aprovação de Deus – Heb 5.4.

3-ELE TEVE UM MINISTÉRIO INDEPENDENTE
Nesta questão ao analisarmos a Bíblia, vemos que Deus ao nos criar tinha por bem que o homem vivesse em sociedade, ou melhor, é tanto que, na torre de Babel Ele não permitiu que eles se isolassem. Saul também viveu neste mesmo espírito, queria construir um ministério isolado, ou melhor, independente de Deus e de sua aprovação, o que não funciona.
Podemos afirmar com toda a segurança que ainda hoje esse mesmo espírito paira na vida de alguns que como Saul fazem a mesma coisa. Depois que chegam ao ministério, se auto-intitulam de sabe tudo, não compartilha nada com ninguém, somente ele é que tem mensagem pra Igreja, ou melhor, são arrogantes e prepotentes. Com Deus os tais ainda não aprenderam nada, pois ainda devem passar por uma metamorfose espiritual, ou seja, para que o espírito de Saul sai deles também.

4-ELE TEVE UM MINISTÉRIO APRESSADO – I TIM 3.6
Ai é onde entra o que Paulo disse com muita propriedade, “Não neófito, para que ensorberbecendo-se não caia na condenação do Diabo”.
Pois bem, em Saul vemos que ele não era apropriado para assumir o trono de Israel, pois era imaturo, desestabilizado emocionalmente, por certo não tinha experiência de conviver com pessoas. Mas, o espírito de grandeza aplacou em sua vida que queria ser o rei de Israel, é tanto que, o povo pediu a Deus que o mesmo fosse posto no trono. E hoje, não é diferente, pois alguns se achando aptos montam para si um grupo de admiradores e partem para o lado da política da boa amizade. E dessa forma, criam seus grupos de apoio e sem temor de Deus não esperam no seu tempo, e acham que podem chegar de qualquer forma onde Deus jamais o permitiu que chegassem.

5-ELE TEVE UM MINISTÉRIO POPULAR
Ora, ser carismático é muito diferente de ser popular, pois bem, acima de qualquer coisa, quando o Senhor chama um pastor a exercer o santo ministério, Ele (Deus) deseja que esse o faça com sabedoria e qualidade (Jr. 3.15). Algo que, faltou em Saul, talvez o mesmo até pudesse ter popularidade, ou melhor, pessoas eram atraídas por sua aparência e argumentação, mas não funciona do ponto de vista ministerial. Temos sabido que há Igrejas que o povo está clamando, ou seja, já não aquenta mais a administração de seus líderes. Pois são líderes que já foram rejeitados por muito tempo pelo rebanho, ora, já se foi o tempo em que os cristãos ficavam conformados com aqueles cultos de rotinas. O povo de Deus precisa ter líderes comprometidos com as verdades de Cristo, estão com sede de Deus, e busca a sua face a fim de encontrá-la. Portanto dessa forma, chega de manipulação, de oba, oba, a Igreja não precisa disso e nem merece tais fatos.

6-ELE TEVE UM MINISTÉRIO DECADENTE – I SAM 16.1
Nem tudo o que aparenta ser é. Infelizmente alguns só olham para a aparência, ou seja, quantos pastores que se deixam levar por uma oferta alto de um determinado personagem que chega a sua Igreja. E até falando em nome de Deus, e ainda fazendo milagres, e, quando se vai analisar a sua conduta é uma decepção do ponto de vista ministerial. Saul chegou no reinado com a aprovação do povo por sua popularidade, mas no íntimo de Deus não era nada, ou melhor, o Senhor já o havia rejeitado. Triste a situação daqueles que chegam ao ministerial sem a devida chamada de Deus, ou melhor, o próprio Jesus disse: “Pelos frutos conhecereis a árvore”... Portanto, se conhece um pastor de sucesso pela grandeza de seu ministério, o que não ocorreu com Saul, pois sentou no trono, mas não era rei.

7-ELE TEVE UM MINISTÉRIO FRACASSADO – I SAM 16.1
Que triste situação foi o ministério de Saul, talvez tivesse tudo para dá certo, mas em nada vemos em Saul que o aprovasse diante Daquele que tudo ver. O fracasso de Saul devesse ao seu mau comportamento, ou seja, tem pessoas que pensam que pode enganar a Deus, mentem, comete engano, e ainda querem sair por ai se dizendo que são pastores de ovelhas. Ora, podem ser pastores de jumentas como Saul era, menos de ovelhas que foram salvas pelo sangue do Cordeiro de Deus (Jo 1.30; Ap 5.8-9).
Termino este estudo sobre a vida de Saul, mas triste porque não é aprovado por Deus quem usa de engano na sua casa. Precisamos orar ao Senhor que nos levante homens devidamente comprometidos com as verdades de sua Palavra, e não trapaceiros como assim fora Saul, que foi rejeitado por Deus...

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